segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Misses Austen e Bronte

Um dos meus livros favoritos sempre foi o "Pride and Prejudice" de Jane Austen, e a minha cópia da Penguin, velhinha e gasta, mostra bem essa preferência. E o curioso, é que tem sobrevivido durante diversas fases da minha vida.

Primeiro, a adolescência. Aquela ideia do heroi a cavalo, do príncipe encantado, misturada com um Mr. Darcy a mergulhar num lago e a cirandar pelo campo com a roupa molhada colada ao corpo. Ah, belas recordações dos risinhos que eu e as minhas amigas partilhavamos...

Depois, a consciência. A ironia das situações, a mesquinhez das personagens, as descrições da sociedade. Tudo isto dá-me tanto gozo como o romance.

Esta semana tenho re-descoberto outras obras de Jane Austen, através das sempre magnifícas adaptações da BBC. Vi a versão do Sense and Sensibility, que está bastante correcta e não é inferior ao filme, excepto no que toca ao papel do Coronel Brandon, pois tentar preencher as botas do fabuloso Alan Rickman é uma tarefa impossível.

Em seguida, fui para Persuasion. E começou a saga dos galãs masculinos. Colin Firth, tantos anos depois, tens finalmente adversários à altura do teu Mr. Darcy. O actor Rupert Penry Jones põe qualquer mulher de cabeça perdida, portanto é a escolha ideal para Capitão Wentworth. Ele e Sally Hawkins fazem um belo par.



E aqui, graças ao poder do YouTube, desviei-me para outro romance favorito, Jane Eyre de Charlotte Bronte. O livro que li, ainda antes da adolescência, era uma versão adaptada a meia dúzia de páginas, mas sempre foi das minhas favoritas. Agora, descubro que foi feita uma versão para televisão recentemente, e basta ver a primeira cena com o Mr. Rochester para ficar de queixo caido. Descubro um actor chamado Toby Stephens, e que actor! Que qualidade, que expressão, até a voz, o andar, a postura. Fantástico e talentoso.



Aqui deixo as minhas recomendações, que põe qualquer um a suspirar, e com um estado de espirito bem romântico.

terça-feira, janeiro 29, 2008

O Concorde dos electrodomésticos

Este sábado tinha o dia bem preenchido.

Tudo começou a semana passada quando fui pôr a roupa a lavar. Ao passar pelo meu simpático senhorio Wim, bem ao jeito português, lá aproveitei para meter conversa e estar um bocado na palheta. Vai dai, e ele pergunta-me se eu não estaria interessada numa máquina de lavar, que o meu vizinho que lhe tinha dado.

Bem, já que insiste... é claro que estou MUITO interessada numa máquina de lavar roupa. Já tinha decidido comprar uma, mas ainda me estava a custar dar 300 ou 400 euros para poupar a ida à lavandaria automatica. Ficou combinado que no sábado seguinte (este último) ele me iria pôr a máquina lá na cozinha e montá-la.

Uma vez que o electricista também lá ia este sábado, acordei cedo e estava a tomar o pequeno almoço, quando o Wim passou por lá a saber se podia pôr a máquina lá dentro. Enquanto acabei de tomar o pequeno-almoço, ele montou a máquina (teve que tirar o rodapé para a máquina caber, e voltou a colocá-lo). Agradeci-lhe e telefonei à minha mãe para me pôr a par de mezinhas caseiras.

Depois de lavar a máquina, que não vai para nova, lá a pus a lavar. Tudo muito bem, até chegar à centifugação. Eu estava na sala e ouvi um barulho semelhante a um berbequim. "O meu vizinho está em obras", pensei eu.

Qual não foi o meu espanto quando fui investigar e descobri que o barulho, que entretanto tinha subido para um nível supersónico, vinha da minha máquina de lavar! Sim, o som do Concorde a descolar que toda a rua deve ter ouvido nesse sábado vinha da minha cozinha...

Entre rir e olhar feita parva para a máquina, lá acabou o programa. Desci à loja e perguntei ao Wim se tinha ouvido o barulho da máquina. Ele incrédulo, olha para mim e diz "esse barulho era a máquina?". Digo que sim. Ele lança as mãos à cabeça.

Com barulho ou sem barulho, a mim ninguém me tirava a máquina. Lá experimentei carregar nos botões e fazer o segundo programa. Nesta vez consegui evitar o nível supersónico, e só uma vez chegou ao nível do berbequim. Um sucesso.

Entretanto já fiz duas máquinas de roupa e tenho a dizer que lava muito bem, embora demore quase 3 horas, e o barulho da centrifugação é suportável por 5 minutos.

Acho é que não fiz amigos dos vizinhos de baixo...

sexta-feira, janeiro 25, 2008

A Festa

Depois do último post, não queria parecer uma depressiva infernal, e portanto quero deixar aqui uma nota positiva. Deixem-me pensar em coisas boas:

-hoje é sexta-feira,
-amanhã recebo uma máquina de lavar,
-vou para a neve durante uma semana,
-as pessoas de quem eu gosto estão vivas e intactas,
-eu estou viva e intacta!

E pronto, agora cai no extremo oposto, que é parecer uma optimista deslambida...

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Marcar reunião para discutir o meu doutoramento, que tem estado no limbo.

A chefe não aparece.

Toda a gente fala dos seus projectos. Em flamengo.

A minha ideia não é viável. Posta de lado.

Só me resta pensar o que raio estou aqui a fazer realmente, quando podia estar em Portugal, a ajudar a minha mãe, que basicamente aos 27 anos, ainda me suporta, enquanto eu ando por aqui a "fingir" que faço investigação.

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Boa pergunta!

Ontem, em minha casa:
Jurgen: Carolina, is your toilet in your bathroom?
Eu: *pausei, pensei e respondi* Yes.

Não, ele não se estava a meter comigo. Estava a fazer uma pergunta séria, tendo em conta os hábitos belgas, em que muitas vezes a sanita se encontra num cubiculo separado do resto da casa de banho.

Mas para mim, não deixa de ser uma pergunta hilariante, e cuja resposta em Portugal seria "Onde é que achas que está?".

sexta-feira, janeiro 11, 2008

No Natal...

Não queria deixar passar completamente essa festa de alegria e família que é o Natal, sem colocar aqui a lista de prendas que recebi...

Isto acaba por não ser outra coisa que uma desculpa para dizer que recebi um computador novo.

Cá está ele com o seu design inovador. Como o meu portátil anterior, também este é HP com um ecrã de 14', que eu acho ser o tamanho ideal para andar com ele às costas, mas ainda suficiente para se trabalhar bem sem ter de dar cabo dos olhos.

Está bem recheado de mariquices que só interessam a mulheres e/ou geeks, como o comando remoto, a segurança via impressão digital, um rato wireless e uma bolsa com o mesmo desenho que está estampado na tampa do portátil. O ecrã têm um sistema mais sólido de dobradiça, o que é uma coisa que só repara quem teve um computador de tampa "bamba" durante 4 anos, e o teclado é quase idêntico, o que me permite teclar com pouca luz ou sem olhar para o teclado.

Do lado menos positivo, mas não completamente negativo estão duas coisas. O desaparecimento de um botãozinho muito jeitoso, ao lado das teclas de direcção, que me permitia fazer "Back" na internet sem precisar de rato. E o Microsoft Vista. É vistoso, não avança muito ao XP em funcionalidade, e em termos de estabilidade é pior do que o XP com SP2. E em termos de velocidade parece que fiquei na mesma, o que eu muito culpo no Vista, uma vez que o hardware é bem melhor.

No geral estou contente com a minha máquina, e muito mimo lhe irei dar, como aconteceu com o meu "mais velho", que levou um disco de 160 Gb, foi adoptado pelo meu pai e está ai para as curvas.

terça-feira, janeiro 08, 2008

Bom Ano!

E 3 ou 2 beijinhos conforme a tradição.

Estou de regresso à Bélgica. A "falsa partida" de ontem teve as suas vantagens: acabei por estar ansiosa para voltar aqui ao meu cantinho do centro da Europa.

O vôo foi calmo, a chegada ao apartamento rápida, onde fui recebida com umas quantas cartas (contas) e muitas novidades. Já tenho caixa do correio individual, com chavinha e tudo! A entrada do prédio foi pintada e retocada, e tem um espelho pendurado. A minha orquidea sobreviveu impecavelmente e está linda.

De volta ao trabalho, também a roseira sobreviveu a estas semanas sem a dona. E já tivemos direito a uma drink, e distribuimos desejos de um bom ano (mais os tais 3 beijinhos) por toda a gente.

Daqui a bocado volto para casa, para desfazer as malas e arrumar as traquitanas...

Gosto de estar de volta.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Abercrombie & Fitch

Um dos dias que estive em Londres, andei com a minha irmã, fashionista até à ponta dos cabelos, pelas principais lojas, porque ela precisava de comprar umas botas. É que isto das sabrinas é muito giro (e toda a gente andava com elas, apesar do frio!), mas com a chuva apetece algo mais quentinho.

Já no final da tarde, a minha irmã continuava a insistir em irmos à Abercrombie & Fitch. Eu que só vou a alguma loja com um intuito muito específico, não percebia esta insistência. Lá andámos à caça da loja, ajudadas por várias pessoas em contramão com sacos da marca. Finalmente parámos em frente a um edíficio com ar de museu, numa perpendicular da Regent St.

O que eu sei da marca é pouco e sintético: marca de roupa americana, tipo Ralph Lauren, com campanhas recheadas de modelos masculinos sempre muito esparsamente vestidos.

A segurar as portas da loja, encontravam-se dois modelos, vestidos de Abercrombie. Entramos. Estamos numa casa gigantesca, com quadros e vitrines por todo o lado. A luz é fraca e a música de dança ressona pelo espaço. No andar de cima, pessoas dançam numa varanda. Todos os centimetros quadrados de espaço estão ocupados por pessoas. Se fosse uma festa, era certamente a melhor festa a que eu já fui. Muita gente (rapazes e raparigas) bonita, boa música e um espaço fantástico.

Como loja não funciona. É quase impossível ver as roupas e as várias salas são demasiado pequenas para tanta gente. Acabam por pôr empregadas a controlar as entradas na zona da caixas: só passa quem tiver roupa para pagar. Com um espaço tão grande acaba por ser inevitável que, quando a minha irmã pergunta pela localização de uma camisola, a empregada diga que já não há. Provavelmente não sabe onde estão...

Estamos dentro da loja há 10 minutos e peço desesperadamente para nos irmos embora. Andamos às voltas no escuro, escadas acima e abaixo, sala e mais saleta, até que encontramos novamente as portas e os dois modelos.

Respiro de alívio quando finalmente ponho o pé na rua. Cá fora no passeio, as pessoas fazem fila por detrás de uma corda de veludo, à espera para entrar, tipo discoteca.

Surreal.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Prenda de Natal

Este fim de semana fui a Londres receber a minha prenda de Natal da minha irmã: na sexta feira fui assistir ao concerto dos Take That.

Não foi uma grande surpresa, mas foi uma grande prenda. A minha irmã conseguiu uns bons bilhetes (apesar de ter pago o equivalente a um ordenado minimo português por cada UM!) e os rapazes não desapontaram ninguém.

Como de costume, os efeitos especiais são mais que muitos, os cenários de cada música apropriados, os fãs fazem uma festa, os Take That metem-se com o público e uns com os outros.

Um exemplo magnifico: depois de cantarem no palco localizado no meio da plateia, ao qual chegaram através de um corredor suspenso, o Jason diz "On our last tour we got back to the stage through the crowd. And we were so severely molested that we just had to do it again." e lá saltam os 4 para a plateia, onde tudo o que é segurança tenta conter as fãs.

Houve muitos momentos altos, como o Could it be Magic, em que o Gary cantou uma versão fenomenal, enquanto bailarinas vestidas de fadas, suspensas por cima do palco atiravam uma «chuva» de papelinhos brancos. Ou quando depois de tocar o Wooden Boat, o Jason, muito emocionado, agradeceu à audiência (em 17 anos é a primeira música em que é ele o cantor). Ou quando os vários membros da banda puseram o público à prova, desafiando-nos com frases de músicas antigas, às quais todo o O2 respondia em coro.

Pareceu um instantinho, e não foi tão emocionante como o do ano passado, mas provou mais uma vez que os Take That estão ai para durar e que eu estou para durar com eles.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Sinto...

...que me andaram a fazer de parva.

...que não foram frontais e honestos comigo.

...vontade de mandar isto tudo a um sítio que nós sabemos.

domingo, dezembro 02, 2007

All I want for Christmas

Continuando no tema natalício, temos aqui outra música de Natal que eu gosto.

A versão mais conhecida é certamente a da Mariah Carey, mas é sempre saudável ver uma rapariga de 12 anos a cantar melhor que a veterana.

Esta cena aparece em Love Actually, um filme romantico passado no Natal, em que nem toda a gente fica com a pessoa que ama, nem todos os casamentos resultam perfeitamente, e em que as circunstãncias da vida são bem dificeis, mas em que o primeiro-ministro, o escritor azelha e o duplo de nus também têm direito a um romancezito.

Mas agora, e sem mais demoras, senhores e senhoras... Olivia Olson!

quinta-feira, novembro 22, 2007

What's this?

Entremos no espirito do Natal, que já não está muito longe...

Para começar, uma música que me espeta um sorriso bem largo nos lábios.

"What's this?" é do filme "Nightmare before Christimas" do Tim Burton, e foi escrita por Danny Elfman. Esta é a versao rock dos Fall Out Boy.

"What's this?
There are children throwing snowballs
Instead of throwing heads
They're busy building toys
And absolutely no one's dead!"

sexta-feira, novembro 16, 2007

O estado das coisas

Este post é dedicado à Lia.

A minha irmã, com uma licenciatura na área da Medicina humana, tentou concorrer às vagas para licenciados que as Faculdades de Medicina disponibilizam todos os anos.

Concorreu às faculdades de Lisboa e Porto. E como acontece a quem anda nestas andanças, ela conhece a maior parte dos outros candidatos. Uma revisão rápida: vários colegas dela, um farmacêutico que o ano passado entrou em medicina na universidade da Beira Interior mas que recusou a vaga, e uma jovem, filha de medicos venerados, que o ano passado, utilizando o mesmo método, entrou na Universidade do Porto.

O que aconteceu este ano?

Os colegas ficaram pelo caminho.

O farmacêutico não conseguiu entrar pelo concurso de licenciados, mas entrou pelo concurso normal (tem repetido as especifícas quase todos os anos).

A jovem estudante de medicina do Porto, ficou de fora da lista de admitidos a concurso de um grande hospital lisboeta, juntamente com a minha irmã. Foram admitidos um par de dezenas de pessoas, e excluidos umas boas centenas.

Um mês depois...

A minha irmã é surpreendida por uma "nova" lista, onde se encontra admitida, juntamente com a jovem estudante e muitas outras centenas de pessoas. De fora ficam meia dúzia de infelizes.

Passando à selecção para entrevista, encontra-se a "sortuda" jovem estudante.

Resultado final: a jovem estudante entra no magnífico hospital lisboeta. É de salientar que ela JÁ estava em medicina e tinha acabado de concluir o 4o ano no Porto.

Adoro o meu país.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Spinning

A culpa é toda da Natalie. Que era giro e um bom exercício. Que não queria outra coisa. Se não queriamos experimentar.

Ontem à noite vesti as calças de ginástica e pus os ténis no saco. Pedalei para me encontrar com a Ana. Pedalámos para ir ter com o Kristof. Descemos o caminho a uma velocidade vertiginosa. Subimos a custo a muito inclinada encosta.

Chegamos ao local. Lá dentro esperam-nos... 20 bicicletas estacionárias. Sim, vamos fazer Indoor Cycling. :) Como não chegasse o outdoor cycling que tinhamos acabado de fazer!

A música é excelente. O selim é duro. O professor incentiva-nos. Bebe-se água e sua-se outra tanta. Rimo-nos. É me dedicada uma música ("Sweet Caroline", hehe). E acabou.

Arrumamos as coisas, saltamos para cima das nossas bicicletas e voltamos para casa.

Foi muito bom.

terça-feira, novembro 06, 2007

Segundo este site o meu estado hoje é:

Your general well-being is momentarily bad.

Obrigadinha pela confirmação.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Blah...

Já passou um mês desde que fui a Portugal. Os primeiros fins de semana passam-se sempre bem, com ir às compras e descansar. Ainda por cima este mês estive a acabar de arrumar o meu apartamento e a comprar coisas que precisava.

E depois há fins de semana, em que até sabe bem estar sozinha sem ter ninguém a chatear, fazer o que quero, descontrair, mimar-me a mim própria, nem que seja com simples gestos como pôr creme hidratante ou fazer a manicura, coisas que não tenho tempo de fazer durante a semana.

E finalmente temos aquele fim de semana, em que não nos apetece fazer nada, estamos fartos de estar sozinhos, e por mais que vegetemos durante 2 dias, chega a 2a feira e continuamos cansados.

Este último é o sinal de que estou há um tempo sem ir a Portugal ou a Londres, ou a qualquer sitio onde esteja a família.

É aparentemente a descrição da única palavra portuguesa sem tradução, porque não existe em mais nenhuma língua: saudade.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Ok Go (again)

Tenho passado os últimos dois dias com esta música na cabeça e a dança nos pés.

Sim, o vídeo é engraçado, e eles fazem a coreografia perfeitamente, mas o mais curioso foi o autêntico fenómeno em que esta banda e a coreografia, se tornaram.

Já tinha falado deles aqui, exactamente por causa da coreografia, mas desta vez não vou fazer link ao video deles (que podem facilmente encontrar no YouTube, mas sim a uma amostra das centenas de pessoas que se deixaram contagiar pelos Ok Go.

Se arranjar mais 3 pessoas, também quero fazer isto. Voluntários? lol

terça-feira, outubro 09, 2007

Ricky Gervais

A culpa de tudo isto é do Nuno Markl. Ele é um fiel fã e seguidor do Mr. Gervais e recomendou o podcast que este fez para o Guardian, totalmente gratuito.

Para quem já conhecia o cómico da rádio era mais do mesmo, mas para mim, que nem um episódio do The Office tinha visto (e que realmente não consigo "engolir"), era tudo novidade.

Quase 2 anos depois, novamente graças ao Markl vou parar à Pilkipedia, onde tenho acesso aos antigos programas de rádio ao sábado à tarde, que Ricky Gervais fazia com Stephen Merchant, e onde curiosamente o produtor calhou ser um tal Karl Pilkington.

Foi o início do maior trio de comédia que conheço. E é isso que tenho estado a ouvir esta semana no serviço. E é por isso que tenho andado a fazer figuras parvas como rir histericamente, pôr as mãos na cabeça ou bater com a testa na mesa.

E no meio disto tudo o engraçado, é que o que me faz rir não é apenas as estranhas ideias do Karl, mas o riso explosivo do Ricky, ao qual eu simplesmente ainda não criei imunidade, e que me faz rir descontroladamente (que eu tento abafar o mais possível).

Aqui têm um exemplo animado, do tipo de insanidade que pode acontecer quando estes 3 homens se juntam numa sala com microfones.

segunda-feira, outubro 08, 2007

FREE HUGS

Já vi este video algumas vezes, mas gosto sempre de o rever, e porque mentalmente é como que receber um abraço.

Portanto cá vai um abraço bem grande para todos vocês!



Para saberem a história do vídeo vão a Free Hugs Campaign.

quinta-feira, outubro 04, 2007

God save the Queen

O final do concerto de Wembley em 1986, que ainda hoje me arrepia toda, com o estádio inteiro a cantar o hino.

"Thank you, beautiful people. Goodnight and God bless you."