quinta-feira, junho 26, 2008

Prémios

A Esprit é uma das minhas lojas favoritas aqui na Bélgica (pensem em Salsa, mas com mais bom gosto). Portanto cedo comecei a fazer lá compras, principalmente porque quando está em saldos, são saldos a sério (jeans de 60 euros a 15 euros).

Como aderi ao cartão cliente, mandam-me umas competições online de vez em quando, tipo puzzles, em que podemos ganhar vales de compras, iPods, viagens, etc. Participei em quase todos os jogos e nunca ganhei nada.

Excepto neste último. Talvez por ser o meu mês de aniversário, ganhei dois cheques de 5 euros para compras na loja online. Sendo uma desconfiada natural (não se vive até aos 28 anos sem criar um certo cepticismo saudável), fui à loja virtual, escolhi uma t-shirt barata (10 euros) e procedi para o pagamento.

Aviso: valor mínimo de compras é 25 euros.

Escolhi ao calhas, uma segunda t shirt (total 30 euros) e segui para o pagamento. Aqui juntaram às contas o IVA, mais os custos de envio. Introduzi o meu código promocional, e o preço final fica por 32 euros. Ou seja, oferecendo um cheque de 5 euros, fazem com que a pessoa tenha que gastar no minimo uns 25 euros, em coisas que se calhar nem queria mesmo, como eu.

Resultado: cancelei a encomenda. Alguém quer 2 vales de 5 euros para a Esprit online?

quarta-feira, junho 25, 2008

Babies

A semana passada, com a diferença de 1 dia, dois amigos tiveram bebés. Uma em Portugal, o outro na Bélgica. Uma menina e um menino. A Constança e o Jonathan.

Já vi fotos do rapazote, e espero ver ambos ao vivo em breve. Coisas fofas e irresistiveis, e capazes de gerar uma transformação mágica. Até a expressão no rosto do meu amigo se alterou, e então quando olha para o filho... é inexplicável.

Tenho a dizer que há uns anos não só não acreditava no casamento, como duvidava que tivesse filhos um dia. Ah, o convencimento da juventude! Pensar que era melhor que o relógio biológico.

E principalmente, desde que vim para a Bélgica, que sou bombardeada com imagens de mulheres com os carrinhos de bebés, em que não raras as vezes levam 2 ou 3 exemplares; mulheres grávidas, mulheres e homens pedalando na bicicleta com o bebé atrás. Enfim, uma autêntica campanha de fazer bebés, e pelos vistos as coisas estão a resultar, porque a natalidade está a crescer aqui na Bélgica.

E agora os casamentos. Este ano aqui no laboratório está a ser uma pandemia, portanto suponho que em breve não tardaram a aparecer mais bebés.

E assim vou vivendo estas alegrias via os meus amigos, enquanto espero pela minha vez. Sim, porque enquanto eu me aproximo dos 30 e penso em filhos, a minha mãe aproxima-se dos 60 e pensa em netos... Estou tramada.

quinta-feira, junho 19, 2008

Pormenores

Não sei qual o síndrome que me está a atacar esta semana, mas cada dia que chego ao laboratório encontro razão de me irritar. É suficiente para me fazer ferver lentamente o resto do dia.

Um exemplo é chegar hoje ao trabalho e não ter o meu novo portátil. O meu antigo? Exactamente onde o deixei, em cima da mesa. O novo, que também deixei em cima da mesa? Nada.

O P explica-me que a K, a minha "não-supervisora" (outra razão de irritação), o pôs na sala, fechado à chave, porque não tem seguro caso seja roubado. Então porque deixar um e não o outro? E porque é que passado 2 anos é que me dizem isso?

Porque é que me não me dizem nada durante 2 anos e de repente tenho que ouvir uma "reprimenda" como se fosse uma irresponsável? Fico furiosa.

Eu não sou estúpida. Digam-me as coisas e eu faço.

Mas primeiro têm de se lembrar de me dizer.

quarta-feira, junho 18, 2008

Robyn

Grandes notícias, quase tão excitantes como a vinda da Madonna a Portugal: a primeira parte do concerto da rainha da pop, vai ser feita pela mais forte herdeira à coroa, Robyn.

Eu já conhecia algumas músicas de um albúm anterior que conseguiu ser lançado fora da Suécia, onde a rapariga há muito que é reconhecida.

Vejam só o que vai na cabeça desta maluca.

segunda-feira, junho 16, 2008

Sex and the City

Eu sempre gostei da série. Foi ali que aprendi o que eram "Manolos". Ou "Jimmy's". O que era a Vogue. Apesar de não me identificar com quase nada da série, surpreendia-me sempre o argumento arrojado, e a qualidade do enredo.

Ontem fui ver o filme ao cinema, 4 anos depois da série ter acabado na televisão.

O espirito da série foi mantido impecávelmente: o filme não é muito diferente de um episódio mais longo (os episódios sempre me pareceram curtos). As personagens mantiveram o seu sentido de orientação: a Carrie continua real (a vida) e surreal (as roupas), e o Mr. Big consegue partir-nos o coração e depois derrete-lo, e vice-versa, ao longo do filme.

Gostei do filme, mas sendo um filme que eu fui ver tanto pela história como pelo guarda-roupa, não é certamente o meu filme do ano.

Para fãs da série e fashionistas renhidas.

sexta-feira, junho 13, 2008

Estes Belgas são doidos...

Apesar de eu muito concordar com a Lusitana Paixão em relação às qualidades e atitudes do povo deste país do norte da Europa, às vezes há certas aberrações no comportamente/atitudes que eu não consigo explicar.

Exemplifico:

Este sábado vamos à recepção de casamento de um colega nosso. Temos de lá estar às 19:30. Convenientemente convidada há 2 meses, há muito que já preparei a roupita para a cerimónia (um vestido "reciclado" de outro casamento, admito).

Esta semana discutimos o transporte. A recepção fica relativamente longe de Leuven, quem tem carro não o quer levar (deve ser para poderem beber), e a maior parte nem carro tem. Quando volto do laboratório a discussão já vai em "ir de bicicleta".

Foi ai que eu risquei uma linha clara. Chamem-me snob. Convencida. Antipática. Não-ecologista. Mas eu disse "EU NÃO vou de bicicleta!" A ideia soava tão ridicula que até me ri. Que tal, eu de vestidinho e sandalinha salto alto, enrolada na echarpe, com a bolsinha a tira-colo, a pedalar 1 hora para o casamento do Kris... Ridiculo nem começa a descrever a situação.

A Nathalie defendia que um taxi era caro, seria 4O euros. Concordo, mas a dividir por 3 ou 4 pessoas, não custa nada. Mesmo assim ela dizia ser caro. 10 euros. Para quem não tem meio de transporte, eu achei que ela estava a ser picuinhas.

Deixei-os conversar, uma vez que a conversa estava permanentemente a cair no flamengo, apesar de eu também estar a participar (ou talvez por isso).

Hoje a opção é ir de autocarro. Esta já é uma opção que eu considero razoável e que estou pronta a aceitar, até por companheirismo. Estive a ver na internet, e temos de trocar de autocarro a meio, e sair não sei a que distância da recepção.

Amanhã vou até a estação ter com eles, e depois vou dizer, com toda a minha snobice, convencimento, antipatia e anti-ecologismo, que vou apanhar um taxi, e poupar os pés para dançar. Quem quiser vir comigo é muito bem-vindo.

Quanto apostam que eles vêm comigo?

(Isto tudo depois do activity day em que as mesmas meninas convenceram o Kristof a levar carro, para não terem de ir de bicicleta)

terça-feira, junho 10, 2008

Ricky, Stephen e Karl

De novo juntos!

No dia 5 de Junho, os 3 estarolas gravaram 2 horas "of absolute drivel" para as emissões experimentais da Radio NME.

É claro que o pessoal da Pilkipedia não ia deixar passar esta grande ocasião e já têm disponivel a gravação do programa.

Exemplo:

Karl- If there's any kind of noise, I can't concentrate. My brain's going "what's that noise?", and my ears are going "I don't know, I'm gonna have a look".

Ricky- I love the fact that your brain is talking to your ears.

quarta-feira, junho 04, 2008

Aniversário

Mais um anito que passou. Estou a ficar velha. Bla, bla, bla, a lengalenga do costume.

Como dizia a bela Aalyiah, a idade é só um número, e apesar de 28 soar a velho, eu não me sinto nada velha. Aliás, acho que quando andava na universidade me sentia mais velha do que agora.

A minha irmã disse-me que esteve ano eu estava dificil de comprar prendas, mas eu até sou muito fácil: algo caro, bonito e reluzente faz me logo feliz. LOL Claro que eu fiquei muito contente com o meu bikini aos corações, o DVD dos Extras (tenho um fraquinho pelo Stephen Merchant) e o livro do Hugh Laurie, "The Gun Seller". Curioso, estou a notar uma certo preferência por cómicos ingleses...

Mas sim, também recebi algo caro, bonito e reluzente, e trago-o no pulso. Eu já tinha um relógio Gucci comprado há 2 anos pelo Natal, de pele, muito prático e bonito. Uma excelente prenda. No entanto, quando vem o Verão, com o suor, a pulseira de pele torna-se insuportável, e eu troco-o por um Swatch Irony. Agora já não preciso.

Este segundo Gucci é de aço inoxidavel, e funciona como pulseira e relógio ao mesmo tempo, com um design fluido e elegante. Tilinta subtilmente (isto não é o Sinhozinho Malta, ok?) e dá-me imenso gozo usar. De tal maneira que o mostrei desavergonhadamente às pessoas, que é algo que eu detesto fazer: ainda pensam que estou a esfregar-lhes o Gucci na cara, quando o que eu quero é que admirem este relógio verdadeiramente elegante (Gucci ou não).

Finalmente, tive também direito a um grande bolo coberto de massapão, que eu andava com vontade de comer.

Agora, dieta para caber nos vestidos dos casamentos...

Madonna

A semana passada recebi um telefonema da minha irmã a dizer que tinha ouvido que a Madonna iria a Portugal no dia 28 de Setembro, ao Parque da Belavista. A data estava de acordo com tempo livre na tornée dela, portanto ficou a espectativa.

No dia seguinte recebo uma mensagem da M. a dizer-me que tinha sabido que a Madonna iria a Portugal no dia 14 de Setembro. Re-envio a mensagem à minha irmã. À tarde já estava confirmado: 14 de Setembro no Parque da Bela Vista, preço único de 60 euros.

Este fim de semana os bilhetes foram postos à venda e toda a gente acorreu com gosto, incluindo eu e a minha irmã (que fez o sacrificio de ir para a fila da FNAC).

Madonna, Portugal adora-te.

quinta-feira, maio 29, 2008

Follow up

Faço aqui o follow up das minhas feridas de guerra.

Na segunda feira toda a gente esperava ansiosamente para ver a minha cara, e durante meia hora fui a estrela da festa! LOL

Ficaram todos desapontados, pois por ser uma zona de pouca circulação não formou uma nódoa negra, e com a aplicação de gelo o inchaço era quase imperceptivel. Além disso eu tinha espalhado uma camada de base (Yves Saint Laurent, a melhor do mundo) para tapar o pior.

Quando voltei no dia seguinte, sans maquilhagem, a reacção já foi diferente.

Aplicando Cicalfate frequentemente com gelo, para a cara, e simples Thrombocid nos joelhos e afins, posso dizer que menos de uma semana depois tenho apenas uma ligeira mancha na cara (com a forma de uma bola de paintball) e duas nódoas negras a desaparecer nos joelhos.

Estou tão maravilhada que tinha de fazer esta promoção sem vergonha.

Ah, e ambos os produtos me foram recomendados pela Dra. da Farmácia Maia Palma, em Telheiras, e lá podem ser encontrados.

(PS- Recebo algum bónus pela publicidade?)

domingo, maio 25, 2008

Paintball

Ontem fomos jogar paintball. A ideia tinha vindo do Kristof, e depois do entusiasmo inicial ficamos 14 pessoas, entre pessoal do nosso lab, ex-pessoal e amigos.

O local escolhido fica perto de Bruxelas, num enorme espaço verde, com algumas ruinas que são aproveitadas e sem electricidade. Já estava tudo preparado à nossa espera. Vestimos fatos de macaco completos (pareciamos saidos do Top Gun :)), colocámos as máscaras de protecção (olhos, ouvidos e boca) e ouvimos as instruções. Agarramos nas nossas armas e partimos para o primeiro campo de guerra, sempre acompanhados por dois assistentes.

Eramos os Camuflados contra os Pretos. A escolha das equipas foi feita com papelinhos. Quando disparei o primeiro tiro contra um muro, apercebi-me imediatamente que aquilo ia doer. A pressão é enorme.

Logo no primeiro jogo consegui ser morta com uma bala, que me apanhou em ângulo e me atingiu directamente no maxilar, apesar da máscara. Ao tocar na cara apercebi-me imediatamente de um enorme inchaço, e da mão cheia de tinta amarela. Dirigi-me à zona de protecção, onde podia tirar a máscara e enquanto a reacção das outras pessoas me dava uma ideia do especto da coisa, o Kristof tentava minimizar a coisa.

Ainda bem que não havia um espelho por ali. Sem olhar, foi mais fácil de prosseguir, ainda por cima porque não me doia.

Durante mais de 2 horas passámos por mais 2 campos, onde me atirei para o chão, rastejei no meio de urtigas, gastei muita bala e não acertei em niguém.

No regresso a Leuven, ainda fomos jantar, apesar das nódoas negras e tinta no cabelo que todos partilhávamos.

Ao chegar a casa fiz um ponto da situação: pus gelo na cara e espalhei creme pelas provaveis nódoas negras.

Hoje mal me consigo mexer com dores de músculos nas pernas. Mas as nódoas negras mal se vêem e o inchaço na cara já quase não se nota. A ferida onde a bala rebentou vai demorar um pouco mais a cicatrizar, mas também para lá caminha.

Se me convidarem para ir jogar paintball outra vez, o que digo?

Digo que sim.

Da próxima vez já sei umas coisitas que me vão poupar muita dor...

sexta-feira, maio 23, 2008

Os Riscas Brancas

Este post já estava guardado há uns tempos, mas acabei por não o publicar. Por isso vou aproveitar para adicionar mais alguns comentários.

Depois de ouvir a música Conquest na Studio Brussel, numa dessas noites fatidicas de iTunes, ouvi a música em alta qualidade e fiquei de tal modo impressionada que imediatamente comprei o album dos The White Stripes de onde esta cantiga saiu, Icky Thump.

Imediatamente a primeiras músicas me ficaram no ouvido, como Icky Thump, que já conhecia, You Don't Known What Love Is (You Just Do As You're Told) e Conquest. O resto do album vai-se degustando aos poucos.

Mais tarde descobri que a totalidade do album tinha sido gravada em 3 semanas (o album que mais tempo demorou a ser gravado), o que me fez apreciar ainda mais o trabalho deles. O album é muito espontâneo, pouco trabalhado, mas magnifico, conjugando blues, country, um fundo de bateria esparso e uns riffs de guitarra do outro mundo.

Uma pérola é a conversa entre Jack e Meg na canção Rag and Bone, em que constantemente saltam de conversação entre os dois ("I saw some stuff in here. Are you going to give it to us?""Now, Meg, don't be rude.""Why not?""They might need it") para o cantar propriamente dito.

Deixo o video de Conquest, que apesar da tematica, NÃO defende as touradas.

quinta-feira, maio 15, 2008

Encantada

Vi este filme a semana passada, e tenho andado a trautear as músicas por todo o lado.

A ideia de Enchanted é simples e bem conseguida: e se os personagens de um típico conto de fadas da Disney, completo com madrastas más, animais que falam e princípes encantados, fossem transportados para o mundo real?

O resultado é muito engraçado, com os ideais românticos da princesa a colidir com a realidade de um advogado de divórcios. Pelo meio temos uma data de alusões disfarçadas às heroinas da Disney, como a Ariel, a Belle e a Pocahontas.

sexta-feira, abril 25, 2008

Som: do DVD para a iPod

Continuo a ter em grande rotação o DVD do concerto dos Take That, mas chateia-me não ter uma versão mais portátil. Nem estou a falar do vídeo, mas sim do som, porque as músicas têm arranjos muito interessantes no concerto.

Decidi investigar o assunto: tem de haver uma maneira de guardar o som e converter em MP3.

E há. Milhentas.

Devo ter experimentado há vontade mais de 10 softwares diferentes. Acabei por capturar em ficheiro MP3 o som do DVD, mas isso dava um ficheiro de 1h e 49m. Com um editor de audio, cortei o ficheiro nas 18 músicas, e importei para o iTunes.

Estou a ouvir o concerto neste momento. Fantástico. Assim posso finalmente dar algum descanso ao DVD. ;)

Karl III

Vamos lá acabar com esta história do Karl Pilkington, que vocês não só já devem estar fartos, como se devem começar a interrogar sobre a minha obsessão com o homem.

Afinal, ele redimiu-se e admitiu que poderá haver mais podcasts. Vamos a ver.

terça-feira, abril 22, 2008

Karl II

(Desculpem este aparte em inglês)

Karl, you fucking bald manc twat!

Segundo o Ricky, o Karl recusa-se a fazer mais podcasts, e por isso ele agradeceu todo o esforço, mas pediu-nos que retirassemos os posters.

Esta manhã, ao ler a notícia, retirei tristemente o meu poster da janela, mas tinha que o pendurar em algum lado. Acabou por ficar na estante, e por levar uns murros naquela cabeça perfeitamente redonda, "like a fuckin' orange".

Estou muito irritada.

segunda-feira, abril 21, 2008

Uma pérola do Karl

Estou a ouvir um dos últimos programas de rádio da XFM com o Ricky Gervais e o Stephen Merchant, com a cabeça mais redonda do mundo mais conhecida por Karl Pilkington.

Aqui está um exemplo perfeito do tipo de pensamento que circula dentro daquela esfera:

(A falar sobre a evolução)
Karl - I think we would probably have been better off staying as a fish.
(Risos)
Karl- Just 'cause, there's more water than land, ain't it?
Stephen - Right.
Karl- And you wouldn't drown. (...) No, but it went, d'you know what I mean? From... it was bacteria, fish, mermaid, man...
(Gargalhadas)

quinta-feira, abril 17, 2008

A Televisão

Então, ontem acabei por ir buscar a televisão que tinha comprado. Pedi ao Ricky que viesse comigo para me ajudar e lá fomos nós.

Ir buscar a televisão foi a parte mais fácil. Sair do supermercado foi mais complicado, mas uma jovem lá telefonou para aqui e para ali, e lá nós deixou passar, com um sorriso simpático.

Depois fomos para a paragem do autocarro que nunca mais vem, mais conhecido por 380. Lá agarramos na caixa e fomos para uma paragem diferente. Imediamente apareceu um autocarro e 15 minutos depois estávamos em minha casa.

O Ricky dedicou-se a abrir a caixa e a montar o pé da televisão, enquanto eu preparava o jantar. Finalmente, abri o saco com os cabos e com o comando, ligo a tv à corrente, e começo a olhar à minha volta. Volto à caixa. Comando, check, pilhas para o comando, check, manual, check, pano especial para limpar a tv, check.

E o cabo para ligar a tv ao sinal? Nada. Não vem incluido. O que quer dizer que ainda não foi ontem.

Hoje já fui comprar o cabo à Fnac. Será desta?

terça-feira, abril 15, 2008

Dia do Esquecer

Chego ao laboratório e gasto a manhã a pôr o computador a funcionar.

Telefono para o supermercado onde na 6a feira comprei o raio de um LCD, que me ficou prometido ser entregue, para saber por onde andava o aparelho. Lamentam, mas afinal não fazem entregas.

Interiormente, salta-me a tampa.

O computador continua sem funcionar.

Antes que me salte a tampa exteriormente também, vou para o laboratório.

Amanhã ...

...vou à lojinha da esquina que FAZ entregas em casa, compro um LCD, e depois vou ao supermercado e peço o meu dinheiro de volta.

...vou levar o meu computador para o serviço e vou pedir à minha chefe um computador novo.

segunda-feira, abril 07, 2008

Ele há coisas...

Estive a ler as noticias na Sky news e estou cada vez mais perplexa com a história da Shannon.

A história começou com o desaparecimento em Fevereiro de uma rapariga de 9 anos, ao regressar da natação. A polícia investigou em peso, a mãe e o padrasto deram conferências emocionais. Quatro semanas depois, a polícia força a entrada no apartamento de um tio do padrasto, e encontra a miúda escondida na base de um divã.

Grande alívio, o tio é preso, a Shannon interrogada. Mas não é devolvida à família. Começa-se a suspeitar de envolvimento de outros familiares. A irmã e mãe do padastro são presas por conspiração e libertas sob fiança. O padrasto é preso por posse de imagens pedófilas.

Hoje a mãe é presa. E o tio do padrasto tenta-se suicidar na prisão. E a Shannon continua entregue à Assistência Social.

Mas o que raio é que se passa?