Vi este filme há umas semanas atrás, mas tinha de o ver outra vez. Foi o que fiz ontem à noite. É absolutamente hilariante.
A ideia é fazer uma espécie de homenagem cómica ao género dos policiais de acção, e para quem conhece algumas pérolas deste género vai poder apreciar totalmente este filme. Mas de resto também têm material suficiente para largar umas boas gargalhadas, quer seja comédia física ou diálogos.
O único senão é mesmo o sotaque inglês serrado. Para quem não está habituado a ver a Britcom, pode-se tornar impossivel perceber parte da história, a não ser que tenha legendas (o que a minha cópia não tem).
Cá têm o trailer, com uma mensagem inicial dos autores/actores. Divirtam-se!
quarta-feira, julho 25, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
Começo de uma nova era...
... a era pós Harry Potter.
Para muitos foi o final de uma aventura de 10 anos, para a autora 17. Para mim, pelo menos uns bons 7 anos foi de certeza. Lembro-me que havia os dois primeiros livros e um zum zum acerca destes. Li o primeiro em duas horas. Engraçado, mas infantil. Não me identifiquei com ninguém em particular. O segundo foi pelo mesmo caminho, mas fiquei bastante menos impressionada. Até desapontada. O terceiro fez o click: Harry e os amigos já estão mais crescidinhos e há personagens adultas. E o tom começa a descer, perde a infantilidade e surge a acção e a aventura.
Já estava. A partir dai comprei o quarto livro em inglês e nunca mais parei.
E agora depois de ler o último? Bem, estou satisfeita com o final. O último livro tem mais acção que o último Die Hard, os personagens caiem mortos que nem pardais, mas tem cenas inesperadamente hilariantes assim como personagens que nos surpreendem (para o bem e para o mal).
Vai ser curioso ver o que a JK Rowling vai escrever a seguir...
Para muitos foi o final de uma aventura de 10 anos, para a autora 17. Para mim, pelo menos uns bons 7 anos foi de certeza. Lembro-me que havia os dois primeiros livros e um zum zum acerca destes. Li o primeiro em duas horas. Engraçado, mas infantil. Não me identifiquei com ninguém em particular. O segundo foi pelo mesmo caminho, mas fiquei bastante menos impressionada. Até desapontada. O terceiro fez o click: Harry e os amigos já estão mais crescidinhos e há personagens adultas. E o tom começa a descer, perde a infantilidade e surge a acção e a aventura.
Já estava. A partir dai comprei o quarto livro em inglês e nunca mais parei.
E agora depois de ler o último? Bem, estou satisfeita com o final. O último livro tem mais acção que o último Die Hard, os personagens caiem mortos que nem pardais, mas tem cenas inesperadamente hilariantes assim como personagens que nos surpreendem (para o bem e para o mal).
Vai ser curioso ver o que a JK Rowling vai escrever a seguir...
sexta-feira, julho 20, 2007
Dia P
P de Potter.
Hoje (ou melhor dizendo, amanhã) é o tão esperado dia por milhões de fãs. Passado 1 minuto da meia noite, os livros serão disponibilizados um pouco por todo o mundo.
Ainda não decidi onde vou comprar o meu. Costumo ir à FNAC do Almada Forum, para evitar multidões e jornalistas. Talvez tente o Colombo, a ver onde me safo com a maior rapidez e o minimo de palhaçadas, se na FNAC, se na Bertrand, mas o mais provável é mesmo ir à outra margem...
E depois é simples. É só ler.
A minha irmã está em Londres e tem uma festa de aniversário. Festa que vai acabar às 11, porque a melhor amiga da aniversariante quer ir comprar o livro à meia-noite. :) E claro que a minha irmã vai ver se consegue que lhe tragam um livro também!
Portanto meus amigos, desejem-me boa leitura...
Hoje (ou melhor dizendo, amanhã) é o tão esperado dia por milhões de fãs. Passado 1 minuto da meia noite, os livros serão disponibilizados um pouco por todo o mundo.
Ainda não decidi onde vou comprar o meu. Costumo ir à FNAC do Almada Forum, para evitar multidões e jornalistas. Talvez tente o Colombo, a ver onde me safo com a maior rapidez e o minimo de palhaçadas, se na FNAC, se na Bertrand, mas o mais provável é mesmo ir à outra margem...
E depois é simples. É só ler.
A minha irmã está em Londres e tem uma festa de aniversário. Festa que vai acabar às 11, porque a melhor amiga da aniversariante quer ir comprar o livro à meia-noite. :) E claro que a minha irmã vai ver se consegue que lhe tragam um livro também!
Portanto meus amigos, desejem-me boa leitura...
quarta-feira, julho 18, 2007
Like a feather
Ontem estava com este ritmo na cabeça. Apenas me lembrava que o apelido da jovem era parecido com português: Costa. A partir dai foi fácil descobrir esta pérola no YouTube.
Depois de verem isto não me venham falar novamente da Joss Stone.
Depois de verem isto não me venham falar novamente da Joss Stone.
segunda-feira, julho 16, 2007
SiCKO
Os filmes do Michael Moore, por mais controversos que sejam, costumam ser muito simples. Ele escolhe um tema, faz pesquisa bibliográfica, coordena entrevistas, filma tudo e edita.
E no meio de tudo isto, é o próprio governo que ajuda à festa, mantendo-o vigiado, proibindo-lhe a entrada e entrevistas, e tendo a segurança sempre avisada sobre o aparecimento do "gordo com o boné de basebal".
O novo documentário dele lida com o complexo sistema de saúde dos EUA. Um sistema que não é grátis nem universal.
Eu sei que aqui na Europa, a maior parte dos sistemas nacionais de saúde estão a rebentar pelas costuras, dão prejuízo, e são uma grande chatice no geral, mas... se não tiver um seguro de saúde, um individuo é tratado na mesma, e não posto à porta do hospital.
É claro que há quem diga que não quer pagar mais impostos para tratar dos bêbados e dos drogados. Compreendo. Mas isso faz parte do espírito por detrás de um serviço de saúde grátis e universal.
Como o meu (ex-)chefe costuma dizer, o SNS não foi criado para dar lucro. É ideal se não der prejuizo, mas o objectivo não é fazer dinheiro!
Cá vai o trailer do SiCKO, começando com mais uma bombástica frase do Sr. Bush.
E no meio de tudo isto, é o próprio governo que ajuda à festa, mantendo-o vigiado, proibindo-lhe a entrada e entrevistas, e tendo a segurança sempre avisada sobre o aparecimento do "gordo com o boné de basebal".
O novo documentário dele lida com o complexo sistema de saúde dos EUA. Um sistema que não é grátis nem universal.
Eu sei que aqui na Europa, a maior parte dos sistemas nacionais de saúde estão a rebentar pelas costuras, dão prejuízo, e são uma grande chatice no geral, mas... se não tiver um seguro de saúde, um individuo é tratado na mesma, e não posto à porta do hospital.
É claro que há quem diga que não quer pagar mais impostos para tratar dos bêbados e dos drogados. Compreendo. Mas isso faz parte do espírito por detrás de um serviço de saúde grátis e universal.
Como o meu (ex-)chefe costuma dizer, o SNS não foi criado para dar lucro. É ideal se não der prejuizo, mas o objectivo não é fazer dinheiro!
Cá vai o trailer do SiCKO, começando com mais uma bombástica frase do Sr. Bush.
sexta-feira, julho 06, 2007
Autocarro
Apesar de Leuven ser a cidade das bicicletas, o facto de após a inscrição na faculdade, recebermos um passe de autocarro de 1 ano grátis, ajuda a que rapidamente nos fartemos da bicicleta (principalmente quando está a chover).
Sim, se se vive no centro de Leuven, como eu, é muito mais prático e rápido ir de bicicleta. No entanto, se forem preguiçosos, como eu, em breve descobrem a maravilha de um serviço de autocarros pontuais.
Hoje apercebi-me de outra vantagem.
Indo de autocarro vou sentada (ou de pé) a observar a paisagem, as montras e as pessoas. A ouvir falar Flamengo. Vou no meio da cultura flamenga.
Hoje ao entrar no autocarro, após o aceno de cabeça do motorista e o meu sorriso de resposta, reparei imediatamente que os bancos traseiros iam ocupados por varios canídeos e os seus donos. Ia um senhor com dois cães, sentado ao lado de uma rapariga com um cão pequeno ao colo, e um rapaz com um enorme cão de guarda.
Não é raro ver cães nos autocarros, pois ao contrário de Portugal, são permitidos em todo o lado. No entanto, tantos e tão grandes já não é tão vulgar. Haverá algum acontecimento especial? :)
Duas paragens mais à frente senta-se um senhor ao meu lado, com um bom dia. Respondo, e o senhor mete imediatamente conversa, passando facilmente para o inglês. Em 5 minutos, pergunta-me de onde venho e o que estou a fazer e onde vivo, ao mesmo tempo que me diz que tem 2 filhos médicos no Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, que estiveram alguns anos no Quénia, que ele próprio foi professor durante 20 anos, mas que agora está a acompanhar a mulher, que tem cancro, já metastizado.
À saída do autocarro deu-me um aperto de mão e desejei-lhe as melhoras para a esposa.
Hoje valeu a pena ir de autocarro.
Sim, se se vive no centro de Leuven, como eu, é muito mais prático e rápido ir de bicicleta. No entanto, se forem preguiçosos, como eu, em breve descobrem a maravilha de um serviço de autocarros pontuais.
Hoje apercebi-me de outra vantagem.
Indo de autocarro vou sentada (ou de pé) a observar a paisagem, as montras e as pessoas. A ouvir falar Flamengo. Vou no meio da cultura flamenga.
Hoje ao entrar no autocarro, após o aceno de cabeça do motorista e o meu sorriso de resposta, reparei imediatamente que os bancos traseiros iam ocupados por varios canídeos e os seus donos. Ia um senhor com dois cães, sentado ao lado de uma rapariga com um cão pequeno ao colo, e um rapaz com um enorme cão de guarda.
Não é raro ver cães nos autocarros, pois ao contrário de Portugal, são permitidos em todo o lado. No entanto, tantos e tão grandes já não é tão vulgar. Haverá algum acontecimento especial? :)
Duas paragens mais à frente senta-se um senhor ao meu lado, com um bom dia. Respondo, e o senhor mete imediatamente conversa, passando facilmente para o inglês. Em 5 minutos, pergunta-me de onde venho e o que estou a fazer e onde vivo, ao mesmo tempo que me diz que tem 2 filhos médicos no Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, que estiveram alguns anos no Quénia, que ele próprio foi professor durante 20 anos, mas que agora está a acompanhar a mulher, que tem cancro, já metastizado.
À saída do autocarro deu-me um aperto de mão e desejei-lhe as melhoras para a esposa.
Hoje valeu a pena ir de autocarro.
quarta-feira, julho 04, 2007
Pormenores
Na segunda-feira fui visitar um estúdio. A descrição era favorável (quarto, sala, wc e cozinha), perto da estação e a um preço muito razoável.
O que só podia querer dizer que algo não ia bater certo.
O dono dos estúdios tem uma lojinha de sandes no rés-do-chão e mandou-me subir. Ultimo andar, escadas de madeira com menos de 50 cm de largura. Entro no estúdio e o rapaz que lá está agora pede-me desculpa pela confusão. O quarto fica uns degraus abaixo do resto do estúdio, e estava ocupado por dois colchões no chão. O wc era decente, mas a sala era um espaço que eu chamaria de hall, pois não devia ter mais de 2 metros de largura. Mas tinha espaço suficiente para ter 2 cadeiras, uma pequena mesa entre estas, e na parede oposta uma arca, com um ecrã plasma ENORME! Garanto-vos que era mesmo muito grande, pois eu tenho um LCD bem razoável em casa e aquele era bem maior.
O estúdio não era bem o que eu pretendia (o rapaz comentou que era dificil trazer a mobilia até ali a cima. Jura?!), mas achei piada às prioridades de um rapaz longe de casa e a viver sozinho: cama? Nah. TV e micro-ondas.
Desci e meti conversa com o dono. Aqui as pessoas estão tão pouco habituadas a uma personalidade mais mediterrânica, que me sinto uma autêntica flor social (coisa que estou longe de ser). Descobri que o dono do snack bar tem o doutoramento em microbiologia, área de manipulação genética, e que veio da Jordânia, e pela 165398a vez perguntaram me se era árabe/indiana/cigana/judia. Não. Sou morena.
O que só podia querer dizer que algo não ia bater certo.
O dono dos estúdios tem uma lojinha de sandes no rés-do-chão e mandou-me subir. Ultimo andar, escadas de madeira com menos de 50 cm de largura. Entro no estúdio e o rapaz que lá está agora pede-me desculpa pela confusão. O quarto fica uns degraus abaixo do resto do estúdio, e estava ocupado por dois colchões no chão. O wc era decente, mas a sala era um espaço que eu chamaria de hall, pois não devia ter mais de 2 metros de largura. Mas tinha espaço suficiente para ter 2 cadeiras, uma pequena mesa entre estas, e na parede oposta uma arca, com um ecrã plasma ENORME! Garanto-vos que era mesmo muito grande, pois eu tenho um LCD bem razoável em casa e aquele era bem maior.
O estúdio não era bem o que eu pretendia (o rapaz comentou que era dificil trazer a mobilia até ali a cima. Jura?!), mas achei piada às prioridades de um rapaz longe de casa e a viver sozinho: cama? Nah. TV e micro-ondas.
Desci e meti conversa com o dono. Aqui as pessoas estão tão pouco habituadas a uma personalidade mais mediterrânica, que me sinto uma autêntica flor social (coisa que estou longe de ser). Descobri que o dono do snack bar tem o doutoramento em microbiologia, área de manipulação genética, e que veio da Jordânia, e pela 165398a vez perguntaram me se era árabe/indiana/cigana/judia. Não. Sou morena.
116 dias
Foi o tempo que o jornalista da BBC em Gaza, Alan Johnston, esteve prisioneiro. Quase 4 meses, 3 dos quais passados num quarto com as janelas tapadas e sem ver o sol.
Substancialmente mais magro e com ar cansado, foi libertado ao Hamas esta madrugada.
Independentemente de o seu rapto ter sido uma maquinação política por parte do Hamas ou outros movimentos, para se fazerem a si próprios de heróis, o que interessa, é que o Alan está vivo e foi libertado.
Bem haja!
Substancialmente mais magro e com ar cansado, foi libertado ao Hamas esta madrugada.
Independentemente de o seu rapto ter sido uma maquinação política por parte do Hamas ou outros movimentos, para se fazerem a si próprios de heróis, o que interessa, é que o Alan está vivo e foi libertado.
Bem haja!
quinta-feira, junho 28, 2007
A melhor canção do momento
White Americans, what?
Nothing better to do?
Why don't you kick yourself out?
You're an immigrant too.
Who's using who?
What should we do?
Well you can't be a pimp
And a prostitute too.
Nothing better to do?
Why don't you kick yourself out?
You're an immigrant too.
Who's using who?
What should we do?
Well you can't be a pimp
And a prostitute too.
The White Stripes, Icky Thump
terça-feira, junho 26, 2007
Humorzinho bonito...
Estou chateada, irritada, comichosa... por várias razões, todas completamente fúteis, que somadas, servem para me pôr neste estado. Passo a numerar:
- Amazon:(1) fiz uma encomenda na Amazona inglesa e outra na alemã, há uma semana. Os produtos ainda não foram enviados. Aquela gente anda a dormir? (2) Espero ansiosamente pela data de lançamento do DVD de uma série, que podia inclusive pré-encomendar, para no dia de lançamento ir ao site e o produto estar indisponível e sem previsão de quando o poderei encomendar.
- Tempo: é bonito andar a sofrer clima tropical durante umas semanas (chuva e humidade) para hoje estar Inverno?
- Habitação: estúdios no rés do chão, no 5° andar e no 2°. Caros. Novos. Mas caros. O que fazer?
- Trabalho: já tenho os resultados da sequenciação da contaminação, e apenas confirmam um resultado "impossível". Voltar à estaca zero...
- Amazon:(1) fiz uma encomenda na Amazona inglesa e outra na alemã, há uma semana. Os produtos ainda não foram enviados. Aquela gente anda a dormir? (2) Espero ansiosamente pela data de lançamento do DVD de uma série, que podia inclusive pré-encomendar, para no dia de lançamento ir ao site e o produto estar indisponível e sem previsão de quando o poderei encomendar.
- Tempo: é bonito andar a sofrer clima tropical durante umas semanas (chuva e humidade) para hoje estar Inverno?
- Habitação: estúdios no rés do chão, no 5° andar e no 2°. Caros. Novos. Mas caros. O que fazer?
- Trabalho: já tenho os resultados da sequenciação da contaminação, e apenas confirmam um resultado "impossível". Voltar à estaca zero...
quinta-feira, junho 21, 2007
China Heart
Here I am, all alone
Come see the girl with the china heart
Keep me safe, safe from harm
Hurt me and sound the alarm
Lovers they surrender
Cos nothing lasts forever
Can you free my heart?
My china heart, a work of art
So cold to those who play
I can easily break
My china heart, behind the glass
What good does it do?
I need someone like you
To love and warm me through
Every night, every day
I am the girl with the china heart
Lock and key, guarding
So look but I can't let you touch
Hungry dogs will chase you
If you try to get through
Dare you free my heart?
Come see the girl with the china heart
Keep me safe, safe from harm
Hurt me and sound the alarm
Lovers they surrender
Cos nothing lasts forever
Can you free my heart?
My china heart, a work of art
So cold to those who play
I can easily break
My china heart, behind the glass
What good does it do?
I need someone like you
To love and warm me through
Every night, every day
I am the girl with the china heart
Lock and key, guarding
So look but I can't let you touch
Hungry dogs will chase you
If you try to get through
Dare you free my heart?
Sophie Ellis-Bextor
segunda-feira, junho 18, 2007
Fantasma da Ópera
O Her Majesty's Theater é muito bonito e acolhedor, nada de grandes plateias. Apesar de estarmos nas últimas filas, estavamos em lugares centrais e não muito longe do palco. Pelo menos bem mais perto do que quando fomos ver o Equus.
O filme, que eu já conhecia não diverge em nada do musical, mas o espectáculo de estar a ver a história em palco, cantada ao vivo, é que torna o musical uma nova experiência. Principalmente o papel de Christine, é absolutamente esgotante, pois ela canta em quase todas as cenas. Não admira por isso que seja dividido por duas actrizes, apesar de no palco não nos apercebermos da troca.
Algumas cenas não são tão bem conseguidas, como o filme permite, principalmente quando vários personagens cantam ao mesmo tempo. A cena das Notes, uma das mais engraçadas e das minhas favoritas de trautear, foi uma cacofonia de som. Felizmente, a cena final, em que o trio amoroso canta, foi muito bem conseguida, com as diferentes vozes a sobressair na altura certa, coisa que não aconteceu em Notes. Com 8 pessoas a cantar letras diferentes, basicamente foi a cena mais ruidosa e imperceptivel do musical.
Os efeitos cenográficos foram magnificos, desde recriar um terraço do teatro até ao lago e caverna subterrânea do Fantasma.
No final, fiquei como sempre, fascinada com o esforço dos actores de fazer matinée e sessão da noite, todos os dias! Absolutamente espectacular ter o poder de cantar e dançar durante 2 horas e meia, duas vezes por dia, 6 dias por semana.
Deixo aqui o trailer do filme, para vos dar uma ideia do espectáculo visual que é este musical, que já celebrou 20 anos em palco.
O filme, que eu já conhecia não diverge em nada do musical, mas o espectáculo de estar a ver a história em palco, cantada ao vivo, é que torna o musical uma nova experiência. Principalmente o papel de Christine, é absolutamente esgotante, pois ela canta em quase todas as cenas. Não admira por isso que seja dividido por duas actrizes, apesar de no palco não nos apercebermos da troca.
Algumas cenas não são tão bem conseguidas, como o filme permite, principalmente quando vários personagens cantam ao mesmo tempo. A cena das Notes, uma das mais engraçadas e das minhas favoritas de trautear, foi uma cacofonia de som. Felizmente, a cena final, em que o trio amoroso canta, foi muito bem conseguida, com as diferentes vozes a sobressair na altura certa, coisa que não aconteceu em Notes. Com 8 pessoas a cantar letras diferentes, basicamente foi a cena mais ruidosa e imperceptivel do musical.
Os efeitos cenográficos foram magnificos, desde recriar um terraço do teatro até ao lago e caverna subterrânea do Fantasma.
No final, fiquei como sempre, fascinada com o esforço dos actores de fazer matinée e sessão da noite, todos os dias! Absolutamente espectacular ter o poder de cantar e dançar durante 2 horas e meia, duas vezes por dia, 6 dias por semana.
Deixo aqui o trailer do filme, para vos dar uma ideia do espectáculo visual que é este musical, que já celebrou 20 anos em palco.
Duas raparigas à solta em Londres
Este fim de semana fui a Londres visitar a minha irmã. São viagens que utilizamos para diminuir um pouco a distância da nossa casinha e do nosso país. Apesar de estarmos longe, estamos juntas, e podemos discutir e coscuvilhar, ver montras, divertirmo-nos um bocado.
Este fim de semana tinha sido planeado por mim. Queria levar a minha irmã a ver o Fantasma da Ópera, uma vez que ela gosta tanto do filme, e eu também, devo confessar. Sabemos cantar o musical todo de trás para a frente. :)
A minha irmã entretanto queria mimar-me, porque não tinha tido tempo para procurar uma prenda pelos meus anos (apesar dos DVDs do House) e Londres é certamente uma das melhores cidades para isso. E aqui, os leitores masculinos podem passar à frente. :) Fomos ao Harrods, onde almoçamos num dos restaurantes, e depois passeamos pela zona dos designers, a sonhar com o dia em que podemos pagar aqueles preços. Mas pelo menos pudemos ver e tocar, com particular enfâse para um vestido Valentino lindo de morrer. Não me lembro se tinha preço, mas acho que ultrapassava as 1000 libras. Nada de especial, portanto... lol
A minha irmã ficou especialmente interessada no Ted Baker, que tinha roupas interessantes e relativamente acessiveis, enquanto que eu espreitei os sapatos Miu Miu que tinham tido uns peep toe pumps de verniz fabulosos, mas que desta vez tinham expostos uns modelos bastante desengraçados (cujas cópias baratas, se podiam comprar na Zara, no edificio ao lado).
Seguimos para o Starbucks, para "kick up our heels", apesar de como a minha irmã comentou, nenhuma de nós estar de saltos. Eh!
Em seguida, nova meca do comercio, Harvey Nichols, ou Harvey Nics para os famosos. Ai a minha irmã marcou vez para eu ser submetida a uma nova técnica de beleza. Ir à Bliñk, fazer as sobrancelhas. Elas utilizam o "threading", uma técnica indiana para remover os pêlos desde a raiz. Foi rápido, eficaz, e incluiu massagem e creme. Claro que pelo preço... Digamos que a jovem ao meu lado, quando se levantou da cadeira vestiu um casaco Marc Jacobs, que eu e a minha irmã tinhamos estado a namorar no 3o andar (300 libras!). Portanto, um tratamento de luxo...
Seguimos depois rapidamente para Picadilly Circus, onde nos esperava o Fantasma da Ópera, que a minha irmã não sabia ainda que ia ver...
Este fim de semana tinha sido planeado por mim. Queria levar a minha irmã a ver o Fantasma da Ópera, uma vez que ela gosta tanto do filme, e eu também, devo confessar. Sabemos cantar o musical todo de trás para a frente. :)
A minha irmã entretanto queria mimar-me, porque não tinha tido tempo para procurar uma prenda pelos meus anos (apesar dos DVDs do House) e Londres é certamente uma das melhores cidades para isso. E aqui, os leitores masculinos podem passar à frente. :) Fomos ao Harrods, onde almoçamos num dos restaurantes, e depois passeamos pela zona dos designers, a sonhar com o dia em que podemos pagar aqueles preços. Mas pelo menos pudemos ver e tocar, com particular enfâse para um vestido Valentino lindo de morrer. Não me lembro se tinha preço, mas acho que ultrapassava as 1000 libras. Nada de especial, portanto... lol
A minha irmã ficou especialmente interessada no Ted Baker, que tinha roupas interessantes e relativamente acessiveis, enquanto que eu espreitei os sapatos Miu Miu que tinham tido uns peep toe pumps de verniz fabulosos, mas que desta vez tinham expostos uns modelos bastante desengraçados (cujas cópias baratas, se podiam comprar na Zara, no edificio ao lado).
Seguimos para o Starbucks, para "kick up our heels", apesar de como a minha irmã comentou, nenhuma de nós estar de saltos. Eh!
Em seguida, nova meca do comercio, Harvey Nichols, ou Harvey Nics para os famosos. Ai a minha irmã marcou vez para eu ser submetida a uma nova técnica de beleza. Ir à Bliñk, fazer as sobrancelhas. Elas utilizam o "threading", uma técnica indiana para remover os pêlos desde a raiz. Foi rápido, eficaz, e incluiu massagem e creme. Claro que pelo preço... Digamos que a jovem ao meu lado, quando se levantou da cadeira vestiu um casaco Marc Jacobs, que eu e a minha irmã tinhamos estado a namorar no 3o andar (300 libras!). Portanto, um tratamento de luxo...
Seguimos depois rapidamente para Picadilly Circus, onde nos esperava o Fantasma da Ópera, que a minha irmã não sabia ainda que ia ver...
sexta-feira, junho 15, 2007
Post esquizofrénico
Parte maniaca:
Ontem a minha irmã telefona-me antes ainda das 9 da manhã, o que com a diferença de fusos horários dá antes das 8 lá. Fiquei um pouco assustada, até conseguir falar com ela. Estava tudo bem com ela, mas o computador dela tinha morrido na noite anterior. Neste post já tinha contado o meu desespero quando fiquei sem computador, e ainda recentemente a Lusitana Paixão sofreu o mesmo.
A reacção da minha irmã não foi muito diferente. Dormiu mal e acordou cedissimo, telefonou ao meu pai e depois a mim, e em seguida foi a correr para o serviço para ver se telefonava para a HP. Atendeu-lhe um indiano (bem, o call center é na Índia), deu-lhe uma dicas e uns conselhos, e à hora de almoço a minha irmã correu para casa para ver se funcionavam.
Funcionaram. Mas o pânico dela e o nervosismo de toda a gente só de imaginar que ela ficava sem computador, fez-me pensar novamente na *enorme* dependência que temos das tecnologias. É claro que estando nós longe de casa, o computador torna-se o objecto mais importante da nossa vida. Se estivesse em casa a reacção dela tinha sido bem diferente, tal como a minha.
Mesmo assim, foi um episódio engraçado.
Já que estou nesta de coisas engraçadas e sobressaltos, na segunda feira a Ana estava bastante nervosa e chateada (com razão), e óbviamente calhou-me a mim o papel de palhaça, porque no caminho para casa de bicicleta, perdi o sapato duas vezes! Ao pedalar ele escorregava, saltava do pé e ficava para trás. Lá ia eu ao pé-coxinho, apoiada na bicicleta, apanhá-lo. Até eu me ri, portanto imagino que quem estivesse a ver, deve ter apanhado uma barrigada. LOL
Parte depressiva:
Depois das experiências laboratoriais não estarem a dar em nada na semana passada, resolvemos começar do início, das amostras. Dois dias depois, acabo de confirmar que ao fazer a purificação do RNA aconteceu uma contaminação (provavelmente uma gota que saltou para a ponta ou para outro tubo). O que quer dizer que chega 2a feira e vou ter de voltar ao início. Outra vez. Grrrrr......
Ontem a minha irmã telefona-me antes ainda das 9 da manhã, o que com a diferença de fusos horários dá antes das 8 lá. Fiquei um pouco assustada, até conseguir falar com ela. Estava tudo bem com ela, mas o computador dela tinha morrido na noite anterior. Neste post já tinha contado o meu desespero quando fiquei sem computador, e ainda recentemente a Lusitana Paixão sofreu o mesmo.
A reacção da minha irmã não foi muito diferente. Dormiu mal e acordou cedissimo, telefonou ao meu pai e depois a mim, e em seguida foi a correr para o serviço para ver se telefonava para a HP. Atendeu-lhe um indiano (bem, o call center é na Índia), deu-lhe uma dicas e uns conselhos, e à hora de almoço a minha irmã correu para casa para ver se funcionavam.
Funcionaram. Mas o pânico dela e o nervosismo de toda a gente só de imaginar que ela ficava sem computador, fez-me pensar novamente na *enorme* dependência que temos das tecnologias. É claro que estando nós longe de casa, o computador torna-se o objecto mais importante da nossa vida. Se estivesse em casa a reacção dela tinha sido bem diferente, tal como a minha.
Mesmo assim, foi um episódio engraçado.
Já que estou nesta de coisas engraçadas e sobressaltos, na segunda feira a Ana estava bastante nervosa e chateada (com razão), e óbviamente calhou-me a mim o papel de palhaça, porque no caminho para casa de bicicleta, perdi o sapato duas vezes! Ao pedalar ele escorregava, saltava do pé e ficava para trás. Lá ia eu ao pé-coxinho, apoiada na bicicleta, apanhá-lo. Até eu me ri, portanto imagino que quem estivesse a ver, deve ter apanhado uma barrigada. LOL
Parte depressiva:
Depois das experiências laboratoriais não estarem a dar em nada na semana passada, resolvemos começar do início, das amostras. Dois dias depois, acabo de confirmar que ao fazer a purificação do RNA aconteceu uma contaminação (provavelmente uma gota que saltou para a ponta ou para outro tubo). O que quer dizer que chega 2a feira e vou ter de voltar ao início. Outra vez. Grrrrr......
quinta-feira, junho 14, 2007
LiveJournal e Madeleine
O surgimento de novas pistas (ou não) sobre o caso Madeleine, lembrou-me novamente no que se passou no LiveJournal há duas semanas, e que podem ler neste post.
O que aconteceu foi que a equipa de Abuso do LJ recebeu diversas queixas sobre blogs de pedófilos. Após investigação, o LJ nada pode fazer, pois não encontrou ilegalidades. É chato, mas os sites não contêm fotos, nem provas, e portanto é dificil confirmar a veracidade da situação.
Um pequeno grupo de auto-denominados defensores das crianças, decidiu queixar-se então às empresas que fazem publicidade no LJ, afirmando que os anúncios se encontravam em sites pedófilos.
Ai a coisa ardeu. Afinal, podiam perder a publicidade e lá se ia o rico dinheirinho! Seguiu-se uma procura rápida e "porca" de blogs através dos interesses listados nos perfis dos utilizadores e a suspensão de 500 blogs. Resultado: um blog cujo interesse era "abuso sexual" foi suspenso. O que era? Uma comunidade de apoio a vítimas de abuso. Outro interesse foi "Lolita". E lá se foram umas quantas comunidades dedicadas à Lolita fashion e à discussão da obra de Nabukov. Portanto como vêem a coisa resultou em cheio....
E o resultado em cheio foi milhares de utilizadores, incluindo eu, a bater o pé e a exigir uma explicação. Eu não gosto de me vestir à Lolita (nem sabia que isso existia...), mas se há quem goste, força! Eu defendo a liberdade de expressão.
E pronto, foi isto que me pôs a mim (e não só) mal disposta e irritada nessa noite. Porque a resposta só apareceu quase 2 dias depois! Felizmente, mesmo virtual, esta manifestação pareceu resultar, pois os blogs e comunidades foram novamente publicados, excepto uma pequena minoria que realmente defendia ilegalidades, o que eu acho muito bem.
Achei engraçado conseguir tanta indignação e manifestá-la tão vociferosamente na internet, quando nunca iria a uma manifestação de rua. Pensava eu. Se calhar, da próxima vez, se achar que me estão a pisar direitos fundamentais, queixo-me, em vez de encolher os ombros e seguir a lengalenga do costume, que "a culpa é dos politicos, e do governo, e são todos iguais, o que se há-de fazer....".
O que aconteceu foi que a equipa de Abuso do LJ recebeu diversas queixas sobre blogs de pedófilos. Após investigação, o LJ nada pode fazer, pois não encontrou ilegalidades. É chato, mas os sites não contêm fotos, nem provas, e portanto é dificil confirmar a veracidade da situação.
Um pequeno grupo de auto-denominados defensores das crianças, decidiu queixar-se então às empresas que fazem publicidade no LJ, afirmando que os anúncios se encontravam em sites pedófilos.
Ai a coisa ardeu. Afinal, podiam perder a publicidade e lá se ia o rico dinheirinho! Seguiu-se uma procura rápida e "porca" de blogs através dos interesses listados nos perfis dos utilizadores e a suspensão de 500 blogs. Resultado: um blog cujo interesse era "abuso sexual" foi suspenso. O que era? Uma comunidade de apoio a vítimas de abuso. Outro interesse foi "Lolita". E lá se foram umas quantas comunidades dedicadas à Lolita fashion e à discussão da obra de Nabukov. Portanto como vêem a coisa resultou em cheio....
E o resultado em cheio foi milhares de utilizadores, incluindo eu, a bater o pé e a exigir uma explicação. Eu não gosto de me vestir à Lolita (nem sabia que isso existia...), mas se há quem goste, força! Eu defendo a liberdade de expressão.
E pronto, foi isto que me pôs a mim (e não só) mal disposta e irritada nessa noite. Porque a resposta só apareceu quase 2 dias depois! Felizmente, mesmo virtual, esta manifestação pareceu resultar, pois os blogs e comunidades foram novamente publicados, excepto uma pequena minoria que realmente defendia ilegalidades, o que eu acho muito bem.
Achei engraçado conseguir tanta indignação e manifestá-la tão vociferosamente na internet, quando nunca iria a uma manifestação de rua. Pensava eu. Se calhar, da próxima vez, se achar que me estão a pisar direitos fundamentais, queixo-me, em vez de encolher os ombros e seguir a lengalenga do costume, que "a culpa é dos politicos, e do governo, e são todos iguais, o que se há-de fazer....".
terça-feira, junho 12, 2007
Random Acts of Reality
Via um post no LiveJournal, fui parar a este blog. Escrito por um membro do LAS, London Ambulance Service, segue os casos que se encontram quando se é chamado de emergência pelo 112 (999 no R.U.): desde casos sérios como ataques cardíacos até cortes nas extremidades (pés e mãos), bébados e grávidas (a horas do parto, com carro próprio e a 1km de distância do hospital), arranjar camas e arrombar portas.
Tudo contado por Tom Reynolds (pseudónimo) duma forma engraçada, tocante, sarcástica ou irritada. E algumas vezes com fotos. Reynolds preserva impecavelmente a privacidade dos utentes que trata, ocultando detalhes que os possam identificar de qualquer maneira, incluindo o historial médico, localização ou detalhes específicos.
Excepto isso, Reynolds é extraordinariamente cândido com o leitor, admitindo a sua irritação ou fraqueza, o serviço que não correu bem, problemas familiares, convidando-nos para ir tomar uma bebida com ele (tem o telemovel disponivel no blog).
O blog vem desde 2003, e tenho estado a ler os arquivos. Há já algum tempo que queria fazer um post sobre este blog, que está permanentemente aberto no meu laptop em casa, mas o site esteve em baixo este fim de semana.
Vão lá, que dá uma boa leitura.
Tudo contado por Tom Reynolds (pseudónimo) duma forma engraçada, tocante, sarcástica ou irritada. E algumas vezes com fotos. Reynolds preserva impecavelmente a privacidade dos utentes que trata, ocultando detalhes que os possam identificar de qualquer maneira, incluindo o historial médico, localização ou detalhes específicos.
Excepto isso, Reynolds é extraordinariamente cândido com o leitor, admitindo a sua irritação ou fraqueza, o serviço que não correu bem, problemas familiares, convidando-nos para ir tomar uma bebida com ele (tem o telemovel disponivel no blog).
O blog vem desde 2003, e tenho estado a ler os arquivos. Há já algum tempo que queria fazer um post sobre este blog, que está permanentemente aberto no meu laptop em casa, mas o site esteve em baixo este fim de semana.
Vão lá, que dá uma boa leitura.
segunda-feira, junho 11, 2007
Stephen Lynch
Vi um vídeo feito por uma fã do Harry Potter no YouTube, em que ela utilizava a música "If I were gay" de um tal Stephen Lynch. Entre rolar no chão a rir e ficar "Ohh! Ele não disse aquilo!!!" fiquei completamente viciada.
A música é brilhante, hilariante e completamente politicamente INcorrecta. O que serve para categorizar TODAS as músicas de Lynch. Mas não pensem que ele é um homofóbico. Ele agarra em tudo, desde bébés, imigrantes, deficientes mentais, os para-olimpicos, Jesus, os avôs, a namorada, a filha, o melhor amigo (e a irmã deste)... e faz uma canção que consegue insultar e horrorizar até as almas menos sensíveis.
Aqui ponho a música Baby, mas aconselho a If I were gay, e depois todas as outras. E não esquecer, que este senhor é um cómico, apesar de não cantar nada mal...
*Atenção: linguagem MUITO ofensiva (e não estou a falar de palavrões...)*
A música é brilhante, hilariante e completamente politicamente INcorrecta. O que serve para categorizar TODAS as músicas de Lynch. Mas não pensem que ele é um homofóbico. Ele agarra em tudo, desde bébés, imigrantes, deficientes mentais, os para-olimpicos, Jesus, os avôs, a namorada, a filha, o melhor amigo (e a irmã deste)... e faz uma canção que consegue insultar e horrorizar até as almas menos sensíveis.
Aqui ponho a música Baby, mas aconselho a If I were gay, e depois todas as outras. E não esquecer, que este senhor é um cómico, apesar de não cantar nada mal...
*Atenção: linguagem MUITO ofensiva (e não estou a falar de palavrões...)*
quinta-feira, junho 07, 2007
Alan Johnston
Um post rápido para explicar este senhor que vai passar a estar no meu blog.
O correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston, foi raptado a 12 de Março e está desaparecido desde então.
Para mais informações ou para assinar a petição pela libertação deste jornalista, carreguem no icone.
Obrigada.
O correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston, foi raptado a 12 de Março e está desaparecido desde então.
Para mais informações ou para assinar a petição pela libertação deste jornalista, carreguem no icone.
Obrigada.
Petanca
Ontem um grupo de pessoal aqui do laboratório foi jogar Petanca para casa do Guido, o senhor da limpeza do lab, que se reformou há pouco tempo e para o qual fizemos uma festa de despedida.
Em troca, ele, que adora Petanca, desafiou-nos a ir jogar lá a casa dele. A organização ficou a cabo do Kristof. Encomendaram-se sandes de vários tipos e lá fomos todos em 3 carros.
O Guido mora relativamente longe de Leuven, numa zona muito agradável e calma, numa grande moradia. Na garagem tinha uma mesa montada com diversos comes e bebes, música, e no jardim, 3 campos de Petanca! Grande fã!
Quase toda a gente levou o seu set de bolas, e o Guido forneceu bolas ao resto do pessoal. Dividimo-nos em equipas, e lá fomos nós para a maratona de Petanca.
Há medida que a noite avançava (esteve luz do dia até perto das 22h e depois tivemos iluminação artificial), os ânimos foram aquecendo com o vinho e as cervejas e a competição foi ficando feroz.
No fim dos jogos, fizeram-se as contas e entregaram-se os prémios:
- Next time better (último lugar): Natalie
- 3° lugar: Carolina e Koen
- 2° lugar: Leen
- 1° lugar: Joke
E até tivemos direito a taças, e tenho aqui a minha em cima da mesa. lol
No regresso, andámos um pouco perdidos, depois lá nos encontramos, estivemos quase perdidos novamente, e finalmente lá conseguimos regressar a Leuven, são e salvos.
Em troca, ele, que adora Petanca, desafiou-nos a ir jogar lá a casa dele. A organização ficou a cabo do Kristof. Encomendaram-se sandes de vários tipos e lá fomos todos em 3 carros.
O Guido mora relativamente longe de Leuven, numa zona muito agradável e calma, numa grande moradia. Na garagem tinha uma mesa montada com diversos comes e bebes, música, e no jardim, 3 campos de Petanca! Grande fã!
Quase toda a gente levou o seu set de bolas, e o Guido forneceu bolas ao resto do pessoal. Dividimo-nos em equipas, e lá fomos nós para a maratona de Petanca.
Há medida que a noite avançava (esteve luz do dia até perto das 22h e depois tivemos iluminação artificial), os ânimos foram aquecendo com o vinho e as cervejas e a competição foi ficando feroz.
No fim dos jogos, fizeram-se as contas e entregaram-se os prémios:
- Next time better (último lugar): Natalie
- 3° lugar: Carolina e Koen
- 2° lugar: Leen
- 1° lugar: Joke
E até tivemos direito a taças, e tenho aqui a minha em cima da mesa. lol
No regresso, andámos um pouco perdidos, depois lá nos encontramos, estivemos quase perdidos novamente, e finalmente lá conseguimos regressar a Leuven, são e salvos.
quarta-feira, junho 06, 2007
Aniversário
No sábado fiz um belo dum lanche em casa para quem quis (e pode) aparecer. Tinha salgadinhos, quiches, doces miniaturas, croissants e pães de leite. E estava tudo uma delícia!
E consegui um bom saque (de prendas), senão vejamos:
- o cd do Michael Bublé (edição especial com DVD!), da Nádia
- caixa para o chá (bem gira, por sinal), da Claúdia
- cd ao vivo da Dave Mathews Band, do Rui e da Lia
- DVD Deuce Bigalow, um Gigolo na Europa, do Cristovão (er... digamos que não percebi esta...)
- ramo de flores, da Mercedes
- séries 1 e 2 do House, da minha irmã (os gags e a secção "deve ser lúpus" são de morrer)
- uma mala de ganga, da Marta (uma mulher nunca tem malas ou sapatos a mais)
- uma camisa de dormir da Bennetton, da Patricia
- uma torradeira, da Cândida (para a minha casita)
- um conjunto de lençois bordados à mão (lindos de morrer), da mãe
- uma drive externa de 120Gb da WD, do pai
Concluindo, a malta soube oferecer coisas que foram do práctico ao decorativo, do nerd ao feminino.
Ah, e ainda uma bergére, de carvalho decápé, da Conceição Vasco Costa, oferta dos papás para a minha casa. Ainda não pus os olhos nesta maravilha, mas só o nome impõe respeito! A tradução é: um cadeirão forrado, de mogno com umas pinceladas brancas. Parece-me bem.
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