Mais uma série de notícias absolutamente horriveis:
-um casal de recém-casados em lua de mel na Antigua, são assaltados a meio da noite, no ultimo dia. Ela tem morte imediata e ele ainda vai ao hospital, é transportado para Inglaterra, onde acaba por falecer.
-um maluco num autocarro no Canada, desata a esfaquear o rapaz que dormia no lugar ao lado. O motorista pára o autocarro, os passageiros fogem, mas conseguem manter o psicopata preso dentro do autocarro. Este entretêm-se a decapitar o rapaz até a polícia chegar.
-outro maluco, desta vez na Grécia, mata a namorada, decapita-a e passeia-se com a cabeça pela cidade. Quando a polícia o tenta prender ainda foge, ferindo mais umas quantas pessoas. Acabou por levar uns balázios bem merecidos e está no hospital.
Completamente horripilantes... *arrepio*
segunda-feira, agosto 04, 2008
quarta-feira, julho 30, 2008
Casamentos
E a seguir aos bébés... os casamentos! Na verdade devia ser ao contrário. :)
Já acabou a minha época matrimonial, com o casamento mais giro e mais importante: o da Ana. Sim, porque antes deste ainda houve o de uma amiga de curso, e dois colegas do laboratório. Mas este é que se estava a preparar para ser o evento do ano, com o juntar em Carcavelos de família, amigos, portugueses, belgas e mais umas quantas nacionalidades, tudo para ver a rapariga a atar o nó.
Para quem não conheça a Ana, o dia-a-dia dela é passado em jeans e t-shirt, de modo que a ânsia era grande para a ver penteada, maquilhada e em vestido de noiva. Quando ela entrou na igreja, pelo braço do irmão, veio-me uma lagrimita ao canto do olho e, virando-me para a Britta, sussurrei "Acho que vou chorar", ao que ela me respondeu "Eu já estou". :)
Mas não quero desdenhar o noivo, que estava impecável e cheio de charme, com um sorriso à banda e o seu fraque.
Finalmente, não queria deixar de mencionar o coro, que cantou muito bem uns cânticos maravilhosos, principalmente o último, cantado a solo por uma voz masculina, num tom a roçar o fadista.
Seguindo para a recepção, ouvi vários comentários sobre o desejo de vir casar a Portugal. :) Portanto, as pessoas estavam a gostar.
O bom foi que apesar de muitos convidados, os noivos trataram de tudo de um modo muito característico: tiveram tempo para toda a gente, foram a todas as mesas, tiraram fotos com toda a gente, sem ser daquela maneira programada e artificial.
E claro, por detrás disto tudo estava a mãe da noiva, a controlar todos os pormenores, para que tudo corresse bem.
No final, acho que o dia do casamento pode ser o mais bonito de uma vida, mas será também um dos mais esgotantes. Graças a Deus pela Lua de Mel.
PS- E Ana, se estás a ler isto, e ainda estás na Indonésia, é favor desligar o computador e ir para a praia!
Já acabou a minha época matrimonial, com o casamento mais giro e mais importante: o da Ana. Sim, porque antes deste ainda houve o de uma amiga de curso, e dois colegas do laboratório. Mas este é que se estava a preparar para ser o evento do ano, com o juntar em Carcavelos de família, amigos, portugueses, belgas e mais umas quantas nacionalidades, tudo para ver a rapariga a atar o nó.
Para quem não conheça a Ana, o dia-a-dia dela é passado em jeans e t-shirt, de modo que a ânsia era grande para a ver penteada, maquilhada e em vestido de noiva. Quando ela entrou na igreja, pelo braço do irmão, veio-me uma lagrimita ao canto do olho e, virando-me para a Britta, sussurrei "Acho que vou chorar", ao que ela me respondeu "Eu já estou". :)
Mas não quero desdenhar o noivo, que estava impecável e cheio de charme, com um sorriso à banda e o seu fraque.
Finalmente, não queria deixar de mencionar o coro, que cantou muito bem uns cânticos maravilhosos, principalmente o último, cantado a solo por uma voz masculina, num tom a roçar o fadista.
Seguindo para a recepção, ouvi vários comentários sobre o desejo de vir casar a Portugal. :) Portanto, as pessoas estavam a gostar.
O bom foi que apesar de muitos convidados, os noivos trataram de tudo de um modo muito característico: tiveram tempo para toda a gente, foram a todas as mesas, tiraram fotos com toda a gente, sem ser daquela maneira programada e artificial.
E claro, por detrás disto tudo estava a mãe da noiva, a controlar todos os pormenores, para que tudo corresse bem.
No final, acho que o dia do casamento pode ser o mais bonito de uma vida, mas será também um dos mais esgotantes. Graças a Deus pela Lua de Mel.
PS- E Ana, se estás a ler isto, e ainda estás na Indonésia, é favor desligar o computador e ir para a praia!
sexta-feira, julho 25, 2008
Afinal a situação de plágio que referi anteriormente, continua com novos desenvolvimentos. Tenho a impressão que estamos apenas a começar a desenrolar o novelo desta confusão. Já descobrimos um cumplice, e várias participações em congressos de temáticas tão distintas como o HIV, malária, alimentação e agricultura.
E o engraçado, é que nada disto tinha vindo ao de cima com esta facilidade, roçando os contornos de um episódio do CSI, se não fosse o belo do Google. Com o poder do Google, eu fui à caça destes senhores e descobriram-se mais uns casos de plágio.
Na verdade, esta situação está-se a revelar tão entranhada que não me espantava nada ter que escrever uma carta à Science, a revelar o nome destes "piratas", de modo a impedir que eles facilmente andem por ai a passar férias à custa de bolsas para estudantes de países em vias de desenvolvimento.
Agora estou a começar a ficar zangada...
E o engraçado, é que nada disto tinha vindo ao de cima com esta facilidade, roçando os contornos de um episódio do CSI, se não fosse o belo do Google. Com o poder do Google, eu fui à caça destes senhores e descobriram-se mais uns casos de plágio.
Na verdade, esta situação está-se a revelar tão entranhada que não me espantava nada ter que escrever uma carta à Science, a revelar o nome destes "piratas", de modo a impedir que eles facilmente andem por ai a passar férias à custa de bolsas para estudantes de países em vias de desenvolvimento.
Agora estou a começar a ficar zangada...
quarta-feira, julho 23, 2008
Boas novas
As boas novas este fim de semana encaixam todas sob o mesmo tema: bébés.
O meu cantor favorito, Gary Barlow, tinha prometido no seu site boas notícias para breve. Este fim de semana foram reveladas: ele e a mulher Dawn esperam o 3o filho, que se vai juntar ao Daniel de 7 e à Emily de 4.
Para mim, e outras fãs, que o apoiámos durante os bons e maus momentos, da carreira e pessoais, esta notícia trás a mesma alegria que a de um amigo.
A outra boa notícia foi inesperada e maravilhosa. Depois de muitas aventuras e desventuras, algumas bastante sérias, um casal amigo está finalmente para ter o filhote tão desejado.
Esta notícia fez o meu fim de semana, apesar de este ser um dos melhores fins de semana de que há memória, portanto imaginem o quão contente eu fiquei! Eles, excusado será dizer, estavam tão contentes que até brilhavam quando nos contaram a novidade. Foi fantástico.
O meu cantor favorito, Gary Barlow, tinha prometido no seu site boas notícias para breve. Este fim de semana foram reveladas: ele e a mulher Dawn esperam o 3o filho, que se vai juntar ao Daniel de 7 e à Emily de 4.
Para mim, e outras fãs, que o apoiámos durante os bons e maus momentos, da carreira e pessoais, esta notícia trás a mesma alegria que a de um amigo.
A outra boa notícia foi inesperada e maravilhosa. Depois de muitas aventuras e desventuras, algumas bastante sérias, um casal amigo está finalmente para ter o filhote tão desejado.
Esta notícia fez o meu fim de semana, apesar de este ser um dos melhores fins de semana de que há memória, portanto imaginem o quão contente eu fiquei! Eles, excusado será dizer, estavam tão contentes que até brilhavam quando nos contaram a novidade. Foi fantástico.
Say what?
Na 5a feira recebo um email que à primeira leitura me deixou incrédula.
Segura de que tinha havido algum mal entendido ou troca de referências, vou confirmar a informação no email. E para meu espanto, o email estava correcto: tinha havido plágio de um trabalho meu. Plágio este que tinha passado despercebido e andava já na alta roda dos jornais cientificos...
Isto pôs o laboratório todo em alvoroço, pois é certamente inaudito que uma cópia tão descarada, em que simplesmente se substitui "Portugal" por um certo país africano, possa ser aceite em congressos internacionais da matéria, sem levantar qualquer questão em relação a dados tão insólitos.
Depois de meter os meus chefes, os organizadores do congresso e directores de jornais cientificos, ao barulho, estamos a começar a "desenrolar" o novelo, que consiste em vários outros artigos plagiados, sempre pelo mesmo autor, o qual começamos a duvidar que exista até.
Vai haver uma retração dos "trabalhos" deste autor, assim como uma correção à revisão publicada por um grande jornal internacional.
E muita da confiança no sistema do "peer-review" foi sériamente abalada. Isto ainda vai sobrar para certas pessoas, e ficarei surpreendida se não rolarem cabeças.
Totalmente surreal.
Segura de que tinha havido algum mal entendido ou troca de referências, vou confirmar a informação no email. E para meu espanto, o email estava correcto: tinha havido plágio de um trabalho meu. Plágio este que tinha passado despercebido e andava já na alta roda dos jornais cientificos...
Isto pôs o laboratório todo em alvoroço, pois é certamente inaudito que uma cópia tão descarada, em que simplesmente se substitui "Portugal" por um certo país africano, possa ser aceite em congressos internacionais da matéria, sem levantar qualquer questão em relação a dados tão insólitos.
Depois de meter os meus chefes, os organizadores do congresso e directores de jornais cientificos, ao barulho, estamos a começar a "desenrolar" o novelo, que consiste em vários outros artigos plagiados, sempre pelo mesmo autor, o qual começamos a duvidar que exista até.
Vai haver uma retração dos "trabalhos" deste autor, assim como uma correção à revisão publicada por um grande jornal internacional.
E muita da confiança no sistema do "peer-review" foi sériamente abalada. Isto ainda vai sobrar para certas pessoas, e ficarei surpreendida se não rolarem cabeças.
Totalmente surreal.
terça-feira, julho 15, 2008
Bater sem saber
Um post da Lusitana Paixão e varios posts do Blennius, relembraram-me dessa empresa portuguesa que é o alvo de tanta intolerância fácil dos portugueses: a TAP.
Eu própria gozava com a TAP. Porquê? Um avião deles a sair a horas era um milagre, só igualado por encontrar uma hospedeira simpática e afável. Durante muito tempo a loja online foi uma vergonha, que raramente funcionava, e durante mais de um ano não me contaram milhas porque viajava na classe económica.
O meu pai (que trabalha na manutenção TAP há mais de 25 anos) ia ouvindo as minhas queixas e ia-me pondo a par das novidades: que tinham contratado mais gente para melhorar o site, que havia mais tripulação jovem, etc.
E a verdade é essa: o site está impecável, já me contam milhas, mesmo em económica, e vê-se cada hospedeiro mais engraçado (mesmo que às vezes os ouça fazer comentários pouco profissionais). Os atrasos também melhoraram bastante.
No entanto estou constantemente a ouvir alfinetadas, muitas vezes ignorantes. Como aquela senhora deputada europeia que contava indignada que um vôo anterior tinha ido a Faro deixar meia dúzia de passageiros, antes de seguir para Bruxelas, no que devia ser um vôo directo.
Aqui tenho a dizer duas coisas: durante a greve dos camionistas o aeroporto de Lisboa deixou de abastecer aviões, e estes tinham de para no Porto ou em Faro para meter combustível (com enormes custos para a TAP). Não será isso que aconteceu? Em segundo, o comandante devia ter avisado os passageiros das razões do desvio. Dito isto, tenho no entanto que suspeitar que o comandante o tenha de facto dito, mas que a excelentissima passageira se encontrava ocupada a conversar ou a rever importante legislação.
Outra recente que li no Público foi uma notícia cujo titulo era do género "TAP poupa à custa do conforto dos passageiros". O artigo era sobre o facto da TAP raramente usar as mangas do aeroporto, obrigando os passageiros a ir de autocarro, enquanto que as low-costs as usam.
Como passageira frequente, tenho a dizer que é realmente um incómodo o transporte de autocarro. No entanto, compreendo que as mangas custam dinheiro, e prefiro ir de autocarro a ter de pagar mais 20 ou 30 euros por bilhete. Não sei o que o senhor jornalista preferiria. Ao comentar isto com o meu pai fui informada de mais uns pormenores: muitos dos aviões da TAP não podem ir para as mangas, pois estas não estão adaptadas para os aviões maiores e mais recentes; e que o aeroporto faz condições mais favoráveis às low cost do que à TAP.
Ora, muita gente poderá agora dizer que não sabia isto tudo. Mas eu digo que é preciso tolerância e compreensão, e vão ver que há sempre razões por detrás, sem ser porque "apeteceu ao comandante dar uma voltinha a Faro" ou porque "a companhia gosta de lixar os passageiros".
Eu própria gozava com a TAP. Porquê? Um avião deles a sair a horas era um milagre, só igualado por encontrar uma hospedeira simpática e afável. Durante muito tempo a loja online foi uma vergonha, que raramente funcionava, e durante mais de um ano não me contaram milhas porque viajava na classe económica.
O meu pai (que trabalha na manutenção TAP há mais de 25 anos) ia ouvindo as minhas queixas e ia-me pondo a par das novidades: que tinham contratado mais gente para melhorar o site, que havia mais tripulação jovem, etc.
E a verdade é essa: o site está impecável, já me contam milhas, mesmo em económica, e vê-se cada hospedeiro mais engraçado (mesmo que às vezes os ouça fazer comentários pouco profissionais). Os atrasos também melhoraram bastante.
No entanto estou constantemente a ouvir alfinetadas, muitas vezes ignorantes. Como aquela senhora deputada europeia que contava indignada que um vôo anterior tinha ido a Faro deixar meia dúzia de passageiros, antes de seguir para Bruxelas, no que devia ser um vôo directo.
Aqui tenho a dizer duas coisas: durante a greve dos camionistas o aeroporto de Lisboa deixou de abastecer aviões, e estes tinham de para no Porto ou em Faro para meter combustível (com enormes custos para a TAP). Não será isso que aconteceu? Em segundo, o comandante devia ter avisado os passageiros das razões do desvio. Dito isto, tenho no entanto que suspeitar que o comandante o tenha de facto dito, mas que a excelentissima passageira se encontrava ocupada a conversar ou a rever importante legislação.
Outra recente que li no Público foi uma notícia cujo titulo era do género "TAP poupa à custa do conforto dos passageiros". O artigo era sobre o facto da TAP raramente usar as mangas do aeroporto, obrigando os passageiros a ir de autocarro, enquanto que as low-costs as usam.
Como passageira frequente, tenho a dizer que é realmente um incómodo o transporte de autocarro. No entanto, compreendo que as mangas custam dinheiro, e prefiro ir de autocarro a ter de pagar mais 20 ou 30 euros por bilhete. Não sei o que o senhor jornalista preferiria. Ao comentar isto com o meu pai fui informada de mais uns pormenores: muitos dos aviões da TAP não podem ir para as mangas, pois estas não estão adaptadas para os aviões maiores e mais recentes; e que o aeroporto faz condições mais favoráveis às low cost do que à TAP.
Ora, muita gente poderá agora dizer que não sabia isto tudo. Mas eu digo que é preciso tolerância e compreensão, e vão ver que há sempre razões por detrás, sem ser porque "apeteceu ao comandante dar uma voltinha a Faro" ou porque "a companhia gosta de lixar os passageiros".
segunda-feira, julho 07, 2008
A minha tarde
Ontem levantei-me tarde, tomei o pequeno almoço e comecei a fazer pequenas tarefas domésticas.
Depois reparei que ia começar a final masculina de Wimbledon, e já que no dia anterior tinha perdido a final feminina, resolvi sentar-me a ver.
Quando o melhor jogo de ténis de sempre acabou, estava escuro na rua e o dia tinha passado. Comigo em frente da televisão. Não fiz mais nada ontem.
Mas valeu a pena.
O momento final desse jogo de 4h e 48 minutos.
Depois reparei que ia começar a final masculina de Wimbledon, e já que no dia anterior tinha perdido a final feminina, resolvi sentar-me a ver.
Quando o melhor jogo de ténis de sempre acabou, estava escuro na rua e o dia tinha passado. Comigo em frente da televisão. Não fiz mais nada ontem.
Mas valeu a pena.
O momento final desse jogo de 4h e 48 minutos.
quinta-feira, julho 03, 2008
Técnica
Hoje estava a falar com dois colegas sobre o que fazer para armazenar algum do meu trabalho em nitrogénio líquido.
A partir do momento que eu deixei de ser interveniente directa (apesar de estarmos a discutir o que eu ia fazer), a conversa trocava de lingua.
Hoje não fingi que seguia o que eles estavam a dizer. Simplesmente olhei para o lado, como quando as pessoas estão a falar sobre qualquer coisa pessoal, e por boa educação, nós desviamos a cara.
Curiosamente, a conversa voltou imediatamente para inglês. Acho que descobri aqui qualquer coisa...
A partir do momento que eu deixei de ser interveniente directa (apesar de estarmos a discutir o que eu ia fazer), a conversa trocava de lingua.
Hoje não fingi que seguia o que eles estavam a dizer. Simplesmente olhei para o lado, como quando as pessoas estão a falar sobre qualquer coisa pessoal, e por boa educação, nós desviamos a cara.
Curiosamente, a conversa voltou imediatamente para inglês. Acho que descobri aqui qualquer coisa...
USAcentricos
Hoje de manhã, enquanto tomava o pequeno-almoço, dei a minha olhadela do costume pelas notícias, via o Yahoo!. Depois do almoço, ponho-me a par das noticias melhor com o Publico e a Skynews.
Um dos cabeçalhos era "Três reféns americanos libertados aterram no Texas". Pouco interessante, mas já agora quis saber de onde tinha sido libertados, Iraque talvez. E começo a ler que estavam sequestrados há 5 anos na Colombia, e juntamente com eles tinha sido também libertada uma tal Ingrid Betancourt.
Ia-me passando. Vendo que não era dali que ia ler um artigo como deve ser, fui imediatamente ao Público, onde li com muita satisfação que a candidata à presidência, que foi raptada há 6 anos pelas FARC, tinha sido de facto libertada e estava de volta a casa.
E enquanto a Europa e a comunidade internacional se congratula com tal libertação, nos EUA esta é uma notícia menor sobre 3 militares americanos.
Um dos cabeçalhos era "Três reféns americanos libertados aterram no Texas". Pouco interessante, mas já agora quis saber de onde tinha sido libertados, Iraque talvez. E começo a ler que estavam sequestrados há 5 anos na Colombia, e juntamente com eles tinha sido também libertada uma tal Ingrid Betancourt.
Ia-me passando. Vendo que não era dali que ia ler um artigo como deve ser, fui imediatamente ao Público, onde li com muita satisfação que a candidata à presidência, que foi raptada há 6 anos pelas FARC, tinha sido de facto libertada e estava de volta a casa.
E enquanto a Europa e a comunidade internacional se congratula com tal libertação, nos EUA esta é uma notícia menor sobre 3 militares americanos.
quinta-feira, junho 26, 2008
Prémios
A Esprit é uma das minhas lojas favoritas aqui na Bélgica (pensem em Salsa, mas com mais bom gosto). Portanto cedo comecei a fazer lá compras, principalmente porque quando está em saldos, são saldos a sério (jeans de 60 euros a 15 euros).
Como aderi ao cartão cliente, mandam-me umas competições online de vez em quando, tipo puzzles, em que podemos ganhar vales de compras, iPods, viagens, etc. Participei em quase todos os jogos e nunca ganhei nada.
Excepto neste último. Talvez por ser o meu mês de aniversário, ganhei dois cheques de 5 euros para compras na loja online. Sendo uma desconfiada natural (não se vive até aos 28 anos sem criar um certo cepticismo saudável), fui à loja virtual, escolhi uma t-shirt barata (10 euros) e procedi para o pagamento.
Aviso: valor mínimo de compras é 25 euros.
Escolhi ao calhas, uma segunda t shirt (total 30 euros) e segui para o pagamento. Aqui juntaram às contas o IVA, mais os custos de envio. Introduzi o meu código promocional, e o preço final fica por 32 euros. Ou seja, oferecendo um cheque de 5 euros, fazem com que a pessoa tenha que gastar no minimo uns 25 euros, em coisas que se calhar nem queria mesmo, como eu.
Resultado: cancelei a encomenda. Alguém quer 2 vales de 5 euros para a Esprit online?
Como aderi ao cartão cliente, mandam-me umas competições online de vez em quando, tipo puzzles, em que podemos ganhar vales de compras, iPods, viagens, etc. Participei em quase todos os jogos e nunca ganhei nada.
Excepto neste último. Talvez por ser o meu mês de aniversário, ganhei dois cheques de 5 euros para compras na loja online. Sendo uma desconfiada natural (não se vive até aos 28 anos sem criar um certo cepticismo saudável), fui à loja virtual, escolhi uma t-shirt barata (10 euros) e procedi para o pagamento.
Aviso: valor mínimo de compras é 25 euros.
Escolhi ao calhas, uma segunda t shirt (total 30 euros) e segui para o pagamento. Aqui juntaram às contas o IVA, mais os custos de envio. Introduzi o meu código promocional, e o preço final fica por 32 euros. Ou seja, oferecendo um cheque de 5 euros, fazem com que a pessoa tenha que gastar no minimo uns 25 euros, em coisas que se calhar nem queria mesmo, como eu.
Resultado: cancelei a encomenda. Alguém quer 2 vales de 5 euros para a Esprit online?
quarta-feira, junho 25, 2008
Babies
A semana passada, com a diferença de 1 dia, dois amigos tiveram bebés. Uma em Portugal, o outro na Bélgica. Uma menina e um menino. A Constança e o Jonathan.
Já vi fotos do rapazote, e espero ver ambos ao vivo em breve. Coisas fofas e irresistiveis, e capazes de gerar uma transformação mágica. Até a expressão no rosto do meu amigo se alterou, e então quando olha para o filho... é inexplicável.
Tenho a dizer que há uns anos não só não acreditava no casamento, como duvidava que tivesse filhos um dia. Ah, o convencimento da juventude! Pensar que era melhor que o relógio biológico.
E principalmente, desde que vim para a Bélgica, que sou bombardeada com imagens de mulheres com os carrinhos de bebés, em que não raras as vezes levam 2 ou 3 exemplares; mulheres grávidas, mulheres e homens pedalando na bicicleta com o bebé atrás. Enfim, uma autêntica campanha de fazer bebés, e pelos vistos as coisas estão a resultar, porque a natalidade está a crescer aqui na Bélgica.
E agora os casamentos. Este ano aqui no laboratório está a ser uma pandemia, portanto suponho que em breve não tardaram a aparecer mais bebés.
E assim vou vivendo estas alegrias via os meus amigos, enquanto espero pela minha vez. Sim, porque enquanto eu me aproximo dos 30 e penso em filhos, a minha mãe aproxima-se dos 60 e pensa em netos... Estou tramada.
Já vi fotos do rapazote, e espero ver ambos ao vivo em breve. Coisas fofas e irresistiveis, e capazes de gerar uma transformação mágica. Até a expressão no rosto do meu amigo se alterou, e então quando olha para o filho... é inexplicável.
Tenho a dizer que há uns anos não só não acreditava no casamento, como duvidava que tivesse filhos um dia. Ah, o convencimento da juventude! Pensar que era melhor que o relógio biológico.
E principalmente, desde que vim para a Bélgica, que sou bombardeada com imagens de mulheres com os carrinhos de bebés, em que não raras as vezes levam 2 ou 3 exemplares; mulheres grávidas, mulheres e homens pedalando na bicicleta com o bebé atrás. Enfim, uma autêntica campanha de fazer bebés, e pelos vistos as coisas estão a resultar, porque a natalidade está a crescer aqui na Bélgica.
E agora os casamentos. Este ano aqui no laboratório está a ser uma pandemia, portanto suponho que em breve não tardaram a aparecer mais bebés.
E assim vou vivendo estas alegrias via os meus amigos, enquanto espero pela minha vez. Sim, porque enquanto eu me aproximo dos 30 e penso em filhos, a minha mãe aproxima-se dos 60 e pensa em netos... Estou tramada.
quinta-feira, junho 19, 2008
Pormenores
Não sei qual o síndrome que me está a atacar esta semana, mas cada dia que chego ao laboratório encontro razão de me irritar. É suficiente para me fazer ferver lentamente o resto do dia.
Um exemplo é chegar hoje ao trabalho e não ter o meu novo portátil. O meu antigo? Exactamente onde o deixei, em cima da mesa. O novo, que também deixei em cima da mesa? Nada.
O P explica-me que a K, a minha "não-supervisora" (outra razão de irritação), o pôs na sala, fechado à chave, porque não tem seguro caso seja roubado. Então porque deixar um e não o outro? E porque é que passado 2 anos é que me dizem isso?
Porque é que me não me dizem nada durante 2 anos e de repente tenho que ouvir uma "reprimenda" como se fosse uma irresponsável? Fico furiosa.
Eu não sou estúpida. Digam-me as coisas e eu faço.
Mas primeiro têm de se lembrar de me dizer.
Um exemplo é chegar hoje ao trabalho e não ter o meu novo portátil. O meu antigo? Exactamente onde o deixei, em cima da mesa. O novo, que também deixei em cima da mesa? Nada.
O P explica-me que a K, a minha "não-supervisora" (outra razão de irritação), o pôs na sala, fechado à chave, porque não tem seguro caso seja roubado. Então porque deixar um e não o outro? E porque é que passado 2 anos é que me dizem isso?
Porque é que me não me dizem nada durante 2 anos e de repente tenho que ouvir uma "reprimenda" como se fosse uma irresponsável? Fico furiosa.
Eu não sou estúpida. Digam-me as coisas e eu faço.
Mas primeiro têm de se lembrar de me dizer.
quarta-feira, junho 18, 2008
Robyn
Grandes notícias, quase tão excitantes como a vinda da Madonna a Portugal: a primeira parte do concerto da rainha da pop, vai ser feita pela mais forte herdeira à coroa, Robyn.
Eu já conhecia algumas músicas de um albúm anterior que conseguiu ser lançado fora da Suécia, onde a rapariga há muito que é reconhecida.
Vejam só o que vai na cabeça desta maluca.
Eu já conhecia algumas músicas de um albúm anterior que conseguiu ser lançado fora da Suécia, onde a rapariga há muito que é reconhecida.
Vejam só o que vai na cabeça desta maluca.
segunda-feira, junho 16, 2008
Sex and the City
Eu sempre gostei da série. Foi ali que aprendi o que eram "Manolos". Ou "Jimmy's". O que era a Vogue. Apesar de não me identificar com quase nada da série, surpreendia-me sempre o argumento arrojado, e a qualidade do enredo.
Ontem fui ver o filme ao cinema, 4 anos depois da série ter acabado na televisão.
O espirito da série foi mantido impecávelmente: o filme não é muito diferente de um episódio mais longo (os episódios sempre me pareceram curtos). As personagens mantiveram o seu sentido de orientação: a Carrie continua real (a vida) e surreal (as roupas), e o Mr. Big consegue partir-nos o coração e depois derrete-lo, e vice-versa, ao longo do filme.
Gostei do filme, mas sendo um filme que eu fui ver tanto pela história como pelo guarda-roupa, não é certamente o meu filme do ano.
Para fãs da série e fashionistas renhidas.
Ontem fui ver o filme ao cinema, 4 anos depois da série ter acabado na televisão.
O espirito da série foi mantido impecávelmente: o filme não é muito diferente de um episódio mais longo (os episódios sempre me pareceram curtos). As personagens mantiveram o seu sentido de orientação: a Carrie continua real (a vida) e surreal (as roupas), e o Mr. Big consegue partir-nos o coração e depois derrete-lo, e vice-versa, ao longo do filme.
Gostei do filme, mas sendo um filme que eu fui ver tanto pela história como pelo guarda-roupa, não é certamente o meu filme do ano.
Para fãs da série e fashionistas renhidas.
sexta-feira, junho 13, 2008
Estes Belgas são doidos...
Apesar de eu muito concordar com a Lusitana Paixão em relação às qualidades e atitudes do povo deste país do norte da Europa, às vezes há certas aberrações no comportamente/atitudes que eu não consigo explicar.
Exemplifico:
Este sábado vamos à recepção de casamento de um colega nosso. Temos de lá estar às 19:30. Convenientemente convidada há 2 meses, há muito que já preparei a roupita para a cerimónia (um vestido "reciclado" de outro casamento, admito).
Esta semana discutimos o transporte. A recepção fica relativamente longe de Leuven, quem tem carro não o quer levar (deve ser para poderem beber), e a maior parte nem carro tem. Quando volto do laboratório a discussão já vai em "ir de bicicleta".
Foi ai que eu risquei uma linha clara. Chamem-me snob. Convencida. Antipática. Não-ecologista. Mas eu disse "EU NÃO vou de bicicleta!" A ideia soava tão ridicula que até me ri. Que tal, eu de vestidinho e sandalinha salto alto, enrolada na echarpe, com a bolsinha a tira-colo, a pedalar 1 hora para o casamento do Kris... Ridiculo nem começa a descrever a situação.
A Nathalie defendia que um taxi era caro, seria 4O euros. Concordo, mas a dividir por 3 ou 4 pessoas, não custa nada. Mesmo assim ela dizia ser caro. 10 euros. Para quem não tem meio de transporte, eu achei que ela estava a ser picuinhas.
Deixei-os conversar, uma vez que a conversa estava permanentemente a cair no flamengo, apesar de eu também estar a participar (ou talvez por isso).
Hoje a opção é ir de autocarro. Esta já é uma opção que eu considero razoável e que estou pronta a aceitar, até por companheirismo. Estive a ver na internet, e temos de trocar de autocarro a meio, e sair não sei a que distância da recepção.
Amanhã vou até a estação ter com eles, e depois vou dizer, com toda a minha snobice, convencimento, antipatia e anti-ecologismo, que vou apanhar um taxi, e poupar os pés para dançar. Quem quiser vir comigo é muito bem-vindo.
Quanto apostam que eles vêm comigo?
(Isto tudo depois do activity day em que as mesmas meninas convenceram o Kristof a levar carro, para não terem de ir de bicicleta)
Exemplifico:
Este sábado vamos à recepção de casamento de um colega nosso. Temos de lá estar às 19:30. Convenientemente convidada há 2 meses, há muito que já preparei a roupita para a cerimónia (um vestido "reciclado" de outro casamento, admito).
Esta semana discutimos o transporte. A recepção fica relativamente longe de Leuven, quem tem carro não o quer levar (deve ser para poderem beber), e a maior parte nem carro tem. Quando volto do laboratório a discussão já vai em "ir de bicicleta".
Foi ai que eu risquei uma linha clara. Chamem-me snob. Convencida. Antipática. Não-ecologista. Mas eu disse "EU NÃO vou de bicicleta!" A ideia soava tão ridicula que até me ri. Que tal, eu de vestidinho e sandalinha salto alto, enrolada na echarpe, com a bolsinha a tira-colo, a pedalar 1 hora para o casamento do Kris... Ridiculo nem começa a descrever a situação.
A Nathalie defendia que um taxi era caro, seria 4O euros. Concordo, mas a dividir por 3 ou 4 pessoas, não custa nada. Mesmo assim ela dizia ser caro. 10 euros. Para quem não tem meio de transporte, eu achei que ela estava a ser picuinhas.
Deixei-os conversar, uma vez que a conversa estava permanentemente a cair no flamengo, apesar de eu também estar a participar (ou talvez por isso).
Hoje a opção é ir de autocarro. Esta já é uma opção que eu considero razoável e que estou pronta a aceitar, até por companheirismo. Estive a ver na internet, e temos de trocar de autocarro a meio, e sair não sei a que distância da recepção.
Amanhã vou até a estação ter com eles, e depois vou dizer, com toda a minha snobice, convencimento, antipatia e anti-ecologismo, que vou apanhar um taxi, e poupar os pés para dançar. Quem quiser vir comigo é muito bem-vindo.
Quanto apostam que eles vêm comigo?
(Isto tudo depois do activity day em que as mesmas meninas convenceram o Kristof a levar carro, para não terem de ir de bicicleta)
terça-feira, junho 10, 2008
Ricky, Stephen e Karl
De novo juntos!
No dia 5 de Junho, os 3 estarolas gravaram 2 horas "of absolute drivel" para as emissões experimentais da Radio NME.
É claro que o pessoal da Pilkipedia não ia deixar passar esta grande ocasião e já têm disponivel a gravação do programa.
Exemplo:
Karl- If there's any kind of noise, I can't concentrate. My brain's going "what's that noise?", and my ears are going "I don't know, I'm gonna have a look".
Ricky- I love the fact that your brain is talking to your ears.
No dia 5 de Junho, os 3 estarolas gravaram 2 horas "of absolute drivel" para as emissões experimentais da Radio NME.
É claro que o pessoal da Pilkipedia não ia deixar passar esta grande ocasião e já têm disponivel a gravação do programa.
Exemplo:
Karl- If there's any kind of noise, I can't concentrate. My brain's going "what's that noise?", and my ears are going "I don't know, I'm gonna have a look".
Ricky- I love the fact that your brain is talking to your ears.
quarta-feira, junho 04, 2008
Aniversário
Mais um anito que passou. Estou a ficar velha. Bla, bla, bla, a lengalenga do costume.
Como dizia a bela Aalyiah, a idade é só um número, e apesar de 28 soar a velho, eu não me sinto nada velha. Aliás, acho que quando andava na universidade me sentia mais velha do que agora.
A minha irmã disse-me que esteve ano eu estava dificil de comprar prendas, mas eu até sou muito fácil: algo caro, bonito e reluzente faz me logo feliz. LOL Claro que eu fiquei muito contente com o meu bikini aos corações, o DVD dos Extras (tenho um fraquinho pelo Stephen Merchant) e o livro do Hugh Laurie, "The Gun Seller". Curioso, estou a notar uma certo preferência por cómicos ingleses...
Mas sim, também recebi algo caro, bonito e reluzente, e trago-o no pulso. Eu já tinha um relógio Gucci comprado há 2 anos pelo Natal, de pele, muito prático e bonito. Uma excelente prenda. No entanto, quando vem o Verão, com o suor, a pulseira de pele torna-se insuportável, e eu troco-o por um Swatch Irony. Agora já não preciso.
Este segundo Gucci é de aço inoxidavel, e funciona como pulseira e relógio ao mesmo tempo, com um design fluido e elegante. Tilinta subtilmente (isto não é o Sinhozinho Malta, ok?) e dá-me imenso gozo usar. De tal maneira que o mostrei desavergonhadamente às pessoas, que é algo que eu detesto fazer: ainda pensam que estou a esfregar-lhes o Gucci na cara, quando o que eu quero é que admirem este relógio verdadeiramente elegante (Gucci ou não).
Finalmente, tive também direito a um grande bolo coberto de massapão, que eu andava com vontade de comer.
Agora, dieta para caber nos vestidos dos casamentos...
Como dizia a bela Aalyiah, a idade é só um número, e apesar de 28 soar a velho, eu não me sinto nada velha. Aliás, acho que quando andava na universidade me sentia mais velha do que agora.
A minha irmã disse-me que esteve ano eu estava dificil de comprar prendas, mas eu até sou muito fácil: algo caro, bonito e reluzente faz me logo feliz. LOL Claro que eu fiquei muito contente com o meu bikini aos corações, o DVD dos Extras (tenho um fraquinho pelo Stephen Merchant) e o livro do Hugh Laurie, "The Gun Seller". Curioso, estou a notar uma certo preferência por cómicos ingleses...
Mas sim, também recebi algo caro, bonito e reluzente, e trago-o no pulso. Eu já tinha um relógio Gucci comprado há 2 anos pelo Natal, de pele, muito prático e bonito. Uma excelente prenda. No entanto, quando vem o Verão, com o suor, a pulseira de pele torna-se insuportável, e eu troco-o por um Swatch Irony. Agora já não preciso.Este segundo Gucci é de aço inoxidavel, e funciona como pulseira e relógio ao mesmo tempo, com um design fluido e elegante. Tilinta subtilmente (isto não é o Sinhozinho Malta, ok?) e dá-me imenso gozo usar. De tal maneira que o mostrei desavergonhadamente às pessoas, que é algo que eu detesto fazer: ainda pensam que estou a esfregar-lhes o Gucci na cara, quando o que eu quero é que admirem este relógio verdadeiramente elegante (Gucci ou não).
Finalmente, tive também direito a um grande bolo coberto de massapão, que eu andava com vontade de comer.
Agora, dieta para caber nos vestidos dos casamentos...
Madonna
A semana passada recebi um telefonema da minha irmã a dizer que tinha ouvido que a Madonna iria a Portugal no dia 28 de Setembro, ao Parque da Belavista. A data estava de acordo com tempo livre na tornée dela, portanto ficou a espectativa.
No dia seguinte recebo uma mensagem da M. a dizer-me que tinha sabido que a Madonna iria a Portugal no dia 14 de Setembro. Re-envio a mensagem à minha irmã. À tarde já estava confirmado: 14 de Setembro no Parque da Bela Vista, preço único de 60 euros.
Este fim de semana os bilhetes foram postos à venda e toda a gente acorreu com gosto, incluindo eu e a minha irmã (que fez o sacrificio de ir para a fila da FNAC).
Madonna, Portugal adora-te.
No dia seguinte recebo uma mensagem da M. a dizer-me que tinha sabido que a Madonna iria a Portugal no dia 14 de Setembro. Re-envio a mensagem à minha irmã. À tarde já estava confirmado: 14 de Setembro no Parque da Bela Vista, preço único de 60 euros.
Este fim de semana os bilhetes foram postos à venda e toda a gente acorreu com gosto, incluindo eu e a minha irmã (que fez o sacrificio de ir para a fila da FNAC).
Madonna, Portugal adora-te.
quinta-feira, maio 29, 2008
Follow up
Faço aqui o follow up das minhas feridas de guerra.
Na segunda feira toda a gente esperava ansiosamente para ver a minha cara, e durante meia hora fui a estrela da festa! LOL
Ficaram todos desapontados, pois por ser uma zona de pouca circulação não formou uma nódoa negra, e com a aplicação de gelo o inchaço era quase imperceptivel. Além disso eu tinha espalhado uma camada de base (Yves Saint Laurent, a melhor do mundo) para tapar o pior.
Quando voltei no dia seguinte, sans maquilhagem, a reacção já foi diferente.
Aplicando Cicalfate frequentemente com gelo, para a cara, e simples Thrombocid nos joelhos e afins, posso dizer que menos de uma semana depois tenho apenas uma ligeira mancha na cara (com a forma de uma bola de paintball) e duas nódoas negras a desaparecer nos joelhos.
Estou tão maravilhada que tinha de fazer esta promoção sem vergonha.
Ah, e ambos os produtos me foram recomendados pela Dra. da Farmácia Maia Palma, em Telheiras, e lá podem ser encontrados.
(PS- Recebo algum bónus pela publicidade?)
Na segunda feira toda a gente esperava ansiosamente para ver a minha cara, e durante meia hora fui a estrela da festa! LOL
Ficaram todos desapontados, pois por ser uma zona de pouca circulação não formou uma nódoa negra, e com a aplicação de gelo o inchaço era quase imperceptivel. Além disso eu tinha espalhado uma camada de base (Yves Saint Laurent, a melhor do mundo) para tapar o pior.
Quando voltei no dia seguinte, sans maquilhagem, a reacção já foi diferente.
Aplicando Cicalfate frequentemente com gelo, para a cara, e simples Thrombocid nos joelhos e afins, posso dizer que menos de uma semana depois tenho apenas uma ligeira mancha na cara (com a forma de uma bola de paintball) e duas nódoas negras a desaparecer nos joelhos.
Estou tão maravilhada que tinha de fazer esta promoção sem vergonha.
Ah, e ambos os produtos me foram recomendados pela Dra. da Farmácia Maia Palma, em Telheiras, e lá podem ser encontrados.
(PS- Recebo algum bónus pela publicidade?)
domingo, maio 25, 2008
Paintball
Ontem fomos jogar paintball. A ideia tinha vindo do Kristof, e depois do entusiasmo inicial ficamos 14 pessoas, entre pessoal do nosso lab, ex-pessoal e amigos.
O local escolhido fica perto de Bruxelas, num enorme espaço verde, com algumas ruinas que são aproveitadas e sem electricidade. Já estava tudo preparado à nossa espera. Vestimos fatos de macaco completos (pareciamos saidos do Top Gun :)), colocámos as máscaras de protecção (olhos, ouvidos e boca) e ouvimos as instruções. Agarramos nas nossas armas e partimos para o primeiro campo de guerra, sempre acompanhados por dois assistentes.
Eramos os Camuflados contra os Pretos. A escolha das equipas foi feita com papelinhos. Quando disparei o primeiro tiro contra um muro, apercebi-me imediatamente que aquilo ia doer. A pressão é enorme.
Logo no primeiro jogo consegui ser morta com uma bala, que me apanhou em ângulo e me atingiu directamente no maxilar, apesar da máscara. Ao tocar na cara apercebi-me imediatamente de um enorme inchaço, e da mão cheia de tinta amarela. Dirigi-me à zona de protecção, onde podia tirar a máscara e enquanto a reacção das outras pessoas me dava uma ideia do especto da coisa, o Kristof tentava minimizar a coisa.
Ainda bem que não havia um espelho por ali. Sem olhar, foi mais fácil de prosseguir, ainda por cima porque não me doia.
Durante mais de 2 horas passámos por mais 2 campos, onde me atirei para o chão, rastejei no meio de urtigas, gastei muita bala e não acertei em niguém.
No regresso a Leuven, ainda fomos jantar, apesar das nódoas negras e tinta no cabelo que todos partilhávamos.
Ao chegar a casa fiz um ponto da situação: pus gelo na cara e espalhei creme pelas provaveis nódoas negras.
Hoje mal me consigo mexer com dores de músculos nas pernas. Mas as nódoas negras mal se vêem e o inchaço na cara já quase não se nota. A ferida onde a bala rebentou vai demorar um pouco mais a cicatrizar, mas também para lá caminha.
Se me convidarem para ir jogar paintball outra vez, o que digo?
Digo que sim.
Da próxima vez já sei umas coisitas que me vão poupar muita dor...
O local escolhido fica perto de Bruxelas, num enorme espaço verde, com algumas ruinas que são aproveitadas e sem electricidade. Já estava tudo preparado à nossa espera. Vestimos fatos de macaco completos (pareciamos saidos do Top Gun :)), colocámos as máscaras de protecção (olhos, ouvidos e boca) e ouvimos as instruções. Agarramos nas nossas armas e partimos para o primeiro campo de guerra, sempre acompanhados por dois assistentes.
Eramos os Camuflados contra os Pretos. A escolha das equipas foi feita com papelinhos. Quando disparei o primeiro tiro contra um muro, apercebi-me imediatamente que aquilo ia doer. A pressão é enorme.
Logo no primeiro jogo consegui ser morta com uma bala, que me apanhou em ângulo e me atingiu directamente no maxilar, apesar da máscara. Ao tocar na cara apercebi-me imediatamente de um enorme inchaço, e da mão cheia de tinta amarela. Dirigi-me à zona de protecção, onde podia tirar a máscara e enquanto a reacção das outras pessoas me dava uma ideia do especto da coisa, o Kristof tentava minimizar a coisa.
Ainda bem que não havia um espelho por ali. Sem olhar, foi mais fácil de prosseguir, ainda por cima porque não me doia.
Durante mais de 2 horas passámos por mais 2 campos, onde me atirei para o chão, rastejei no meio de urtigas, gastei muita bala e não acertei em niguém.
No regresso a Leuven, ainda fomos jantar, apesar das nódoas negras e tinta no cabelo que todos partilhávamos.
Ao chegar a casa fiz um ponto da situação: pus gelo na cara e espalhei creme pelas provaveis nódoas negras.
Hoje mal me consigo mexer com dores de músculos nas pernas. Mas as nódoas negras mal se vêem e o inchaço na cara já quase não se nota. A ferida onde a bala rebentou vai demorar um pouco mais a cicatrizar, mas também para lá caminha.
Se me convidarem para ir jogar paintball outra vez, o que digo?
Digo que sim.
Da próxima vez já sei umas coisitas que me vão poupar muita dor...
sexta-feira, maio 23, 2008
Os Riscas Brancas
Este post já estava guardado há uns tempos, mas acabei por não o publicar. Por isso vou aproveitar para adicionar mais alguns comentários.
Depois de ouvir a música Conquest na Studio Brussel, numa dessas noites fatidicas de iTunes, ouvi a música em alta qualidade e fiquei de tal modo impressionada que imediatamente comprei o album dos The White Stripes de onde esta cantiga saiu, Icky Thump.
Imediatamente a primeiras músicas me ficaram no ouvido, como Icky Thump, que já conhecia, You Don't Known What Love Is (You Just Do As You're Told) e Conquest. O resto do album vai-se degustando aos poucos.
Mais tarde descobri que a totalidade do album tinha sido gravada em 3 semanas (o album que mais tempo demorou a ser gravado), o que me fez apreciar ainda mais o trabalho deles. O album é muito espontâneo, pouco trabalhado, mas magnifico, conjugando blues, country, um fundo de bateria esparso e uns riffs de guitarra do outro mundo.
Uma pérola é a conversa entre Jack e Meg na canção Rag and Bone, em que constantemente saltam de conversação entre os dois ("I saw some stuff in here. Are you going to give it to us?""Now, Meg, don't be rude.""Why not?""They might need it") para o cantar propriamente dito.
Deixo o video de Conquest, que apesar da tematica, NÃO defende as touradas.
Depois de ouvir a música Conquest na Studio Brussel, numa dessas noites fatidicas de iTunes, ouvi a música em alta qualidade e fiquei de tal modo impressionada que imediatamente comprei o album dos The White Stripes de onde esta cantiga saiu, Icky Thump.
Imediatamente a primeiras músicas me ficaram no ouvido, como Icky Thump, que já conhecia, You Don't Known What Love Is (You Just Do As You're Told) e Conquest. O resto do album vai-se degustando aos poucos.
Mais tarde descobri que a totalidade do album tinha sido gravada em 3 semanas (o album que mais tempo demorou a ser gravado), o que me fez apreciar ainda mais o trabalho deles. O album é muito espontâneo, pouco trabalhado, mas magnifico, conjugando blues, country, um fundo de bateria esparso e uns riffs de guitarra do outro mundo.
Uma pérola é a conversa entre Jack e Meg na canção Rag and Bone, em que constantemente saltam de conversação entre os dois ("I saw some stuff in here. Are you going to give it to us?""Now, Meg, don't be rude.""Why not?""They might need it") para o cantar propriamente dito.
Deixo o video de Conquest, que apesar da tematica, NÃO defende as touradas.
quinta-feira, maio 15, 2008
Encantada
Vi este filme a semana passada, e tenho andado a trautear as músicas por todo o lado.
A ideia de Enchanted é simples e bem conseguida: e se os personagens de um típico conto de fadas da Disney, completo com madrastas más, animais que falam e princípes encantados, fossem transportados para o mundo real?
O resultado é muito engraçado, com os ideais românticos da princesa a colidir com a realidade de um advogado de divórcios. Pelo meio temos uma data de alusões disfarçadas às heroinas da Disney, como a Ariel, a Belle e a Pocahontas.
A ideia de Enchanted é simples e bem conseguida: e se os personagens de um típico conto de fadas da Disney, completo com madrastas más, animais que falam e princípes encantados, fossem transportados para o mundo real?
O resultado é muito engraçado, com os ideais românticos da princesa a colidir com a realidade de um advogado de divórcios. Pelo meio temos uma data de alusões disfarçadas às heroinas da Disney, como a Ariel, a Belle e a Pocahontas.
sexta-feira, abril 25, 2008
Som: do DVD para a iPod
Continuo a ter em grande rotação o DVD do concerto dos Take That, mas chateia-me não ter uma versão mais portátil. Nem estou a falar do vídeo, mas sim do som, porque as músicas têm arranjos muito interessantes no concerto.
Decidi investigar o assunto: tem de haver uma maneira de guardar o som e converter em MP3.
E há. Milhentas.
Devo ter experimentado há vontade mais de 10 softwares diferentes. Acabei por capturar em ficheiro MP3 o som do DVD, mas isso dava um ficheiro de 1h e 49m. Com um editor de audio, cortei o ficheiro nas 18 músicas, e importei para o iTunes.
Estou a ouvir o concerto neste momento. Fantástico. Assim posso finalmente dar algum descanso ao DVD. ;)
Decidi investigar o assunto: tem de haver uma maneira de guardar o som e converter em MP3.
E há. Milhentas.
Devo ter experimentado há vontade mais de 10 softwares diferentes. Acabei por capturar em ficheiro MP3 o som do DVD, mas isso dava um ficheiro de 1h e 49m. Com um editor de audio, cortei o ficheiro nas 18 músicas, e importei para o iTunes.
Estou a ouvir o concerto neste momento. Fantástico. Assim posso finalmente dar algum descanso ao DVD. ;)
Karl III
Vamos lá acabar com esta história do Karl Pilkington, que vocês não só já devem estar fartos, como se devem começar a interrogar sobre a minha obsessão com o homem.
Afinal, ele redimiu-se e admitiu que poderá haver mais podcasts. Vamos a ver.
Afinal, ele redimiu-se e admitiu que poderá haver mais podcasts. Vamos a ver.
terça-feira, abril 22, 2008
Karl II
(Desculpem este aparte em inglês)
Karl, you fucking bald manc twat!
Segundo o Ricky, o Karl recusa-se a fazer mais podcasts, e por isso ele agradeceu todo o esforço, mas pediu-nos que retirassemos os posters.
Esta manhã, ao ler a notícia, retirei tristemente o meu poster da janela, mas tinha que o pendurar em algum lado. Acabou por ficar na estante, e por levar uns murros naquela cabeça perfeitamente redonda, "like a fuckin' orange".
Estou muito irritada.
Karl, you fucking bald manc twat!
Segundo o Ricky, o Karl recusa-se a fazer mais podcasts, e por isso ele agradeceu todo o esforço, mas pediu-nos que retirassemos os posters.
Esta manhã, ao ler a notícia, retirei tristemente o meu poster da janela, mas tinha que o pendurar em algum lado. Acabou por ficar na estante, e por levar uns murros naquela cabeça perfeitamente redonda, "like a fuckin' orange".
Estou muito irritada.
segunda-feira, abril 21, 2008
Uma pérola do Karl
Estou a ouvir um dos últimos programas de rádio da XFM com o Ricky Gervais e o Stephen Merchant, com a cabeça mais redonda do mundo mais conhecida por Karl Pilkington.
Aqui está um exemplo perfeito do tipo de pensamento que circula dentro daquela esfera:
(A falar sobre a evolução)
Karl - I think we would probably have been better off staying as a fish.
(Risos)
Karl- Just 'cause, there's more water than land, ain't it?
Stephen - Right.
Karl- And you wouldn't drown. (...) No, but it went, d'you know what I mean? From... it was bacteria, fish, mermaid, man...
(Gargalhadas)
Aqui está um exemplo perfeito do tipo de pensamento que circula dentro daquela esfera:
(A falar sobre a evolução)
Karl - I think we would probably have been better off staying as a fish.
(Risos)
Karl- Just 'cause, there's more water than land, ain't it?
Stephen - Right.
Karl- And you wouldn't drown. (...) No, but it went, d'you know what I mean? From... it was bacteria, fish, mermaid, man...
(Gargalhadas)
quinta-feira, abril 17, 2008
A Televisão
Então, ontem acabei por ir buscar a televisão que tinha comprado. Pedi ao Ricky que viesse comigo para me ajudar e lá fomos nós.
Ir buscar a televisão foi a parte mais fácil. Sair do supermercado foi mais complicado, mas uma jovem lá telefonou para aqui e para ali, e lá nós deixou passar, com um sorriso simpático.
Depois fomos para a paragem do autocarro que nunca mais vem, mais conhecido por 380. Lá agarramos na caixa e fomos para uma paragem diferente. Imediamente apareceu um autocarro e 15 minutos depois estávamos em minha casa.
O Ricky dedicou-se a abrir a caixa e a montar o pé da televisão, enquanto eu preparava o jantar. Finalmente, abri o saco com os cabos e com o comando, ligo a tv à corrente, e começo a olhar à minha volta. Volto à caixa. Comando, check, pilhas para o comando, check, manual, check, pano especial para limpar a tv, check.
E o cabo para ligar a tv ao sinal? Nada. Não vem incluido. O que quer dizer que ainda não foi ontem.
Hoje já fui comprar o cabo à Fnac. Será desta?
Ir buscar a televisão foi a parte mais fácil. Sair do supermercado foi mais complicado, mas uma jovem lá telefonou para aqui e para ali, e lá nós deixou passar, com um sorriso simpático.
Depois fomos para a paragem do autocarro que nunca mais vem, mais conhecido por 380. Lá agarramos na caixa e fomos para uma paragem diferente. Imediamente apareceu um autocarro e 15 minutos depois estávamos em minha casa.
O Ricky dedicou-se a abrir a caixa e a montar o pé da televisão, enquanto eu preparava o jantar. Finalmente, abri o saco com os cabos e com o comando, ligo a tv à corrente, e começo a olhar à minha volta. Volto à caixa. Comando, check, pilhas para o comando, check, manual, check, pano especial para limpar a tv, check.
E o cabo para ligar a tv ao sinal? Nada. Não vem incluido. O que quer dizer que ainda não foi ontem.
Hoje já fui comprar o cabo à Fnac. Será desta?
terça-feira, abril 15, 2008
Dia do Esquecer
Chego ao laboratório e gasto a manhã a pôr o computador a funcionar.
Telefono para o supermercado onde na 6a feira comprei o raio de um LCD, que me ficou prometido ser entregue, para saber por onde andava o aparelho. Lamentam, mas afinal não fazem entregas.
Interiormente, salta-me a tampa.
O computador continua sem funcionar.
Antes que me salte a tampa exteriormente também, vou para o laboratório.
Amanhã ...
...vou à lojinha da esquina que FAZ entregas em casa, compro um LCD, e depois vou ao supermercado e peço o meu dinheiro de volta.
...vou levar o meu computador para o serviço e vou pedir à minha chefe um computador novo.
Telefono para o supermercado onde na 6a feira comprei o raio de um LCD, que me ficou prometido ser entregue, para saber por onde andava o aparelho. Lamentam, mas afinal não fazem entregas.
Interiormente, salta-me a tampa.
O computador continua sem funcionar.
Antes que me salte a tampa exteriormente também, vou para o laboratório.
Amanhã ...
...vou à lojinha da esquina que FAZ entregas em casa, compro um LCD, e depois vou ao supermercado e peço o meu dinheiro de volta.
...vou levar o meu computador para o serviço e vou pedir à minha chefe um computador novo.
segunda-feira, abril 07, 2008
Ele há coisas...
Estive a ler as noticias na Sky news e estou cada vez mais perplexa com a história da Shannon.
A história começou com o desaparecimento em Fevereiro de uma rapariga de 9 anos, ao regressar da natação. A polícia investigou em peso, a mãe e o padrasto deram conferências emocionais. Quatro semanas depois, a polícia força a entrada no apartamento de um tio do padrasto, e encontra a miúda escondida na base de um divã.
Grande alívio, o tio é preso, a Shannon interrogada. Mas não é devolvida à família. Começa-se a suspeitar de envolvimento de outros familiares. A irmã e mãe do padastro são presas por conspiração e libertas sob fiança. O padrasto é preso por posse de imagens pedófilas.
Hoje a mãe é presa. E o tio do padrasto tenta-se suicidar na prisão. E a Shannon continua entregue à Assistência Social.
Mas o que raio é que se passa?
A história começou com o desaparecimento em Fevereiro de uma rapariga de 9 anos, ao regressar da natação. A polícia investigou em peso, a mãe e o padrasto deram conferências emocionais. Quatro semanas depois, a polícia força a entrada no apartamento de um tio do padrasto, e encontra a miúda escondida na base de um divã.
Grande alívio, o tio é preso, a Shannon interrogada. Mas não é devolvida à família. Começa-se a suspeitar de envolvimento de outros familiares. A irmã e mãe do padastro são presas por conspiração e libertas sob fiança. O padrasto é preso por posse de imagens pedófilas.
Hoje a mãe é presa. E o tio do padrasto tenta-se suicidar na prisão. E a Shannon continua entregue à Assistência Social.
Mas o que raio é que se passa?
quinta-feira, abril 03, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
Beautiful World
O ano passado, como escrevi neste post, fui ver o concerto dos Take That.
Já na altura o momento alto do concerto para mim tinha sido a canção Could it be Magic. É uma versão de uma velha música do Barry Manillow que apareceu no primeiro album dos Take That, há 16 anos, cantada pelo Robbie Williams.
Mas a maneira como produziram a música, tentando recriar um ambiente "mágico" é de fazer abrir a boca de espanto. Aliás, não tenho uma única foto desta parte do concerto, porque estava de tal modo fixada, que dei por mim com as mãos juntas a tapar a boca de emoção.
E agora, que o DVD do concerto já saiu, posso partilhá-lo com vocês.
Tenho outros momentos que também gosto muito como o disco beat do Give Good Feeling, ou o clássico Back for Good (comigo e a minha irmã ao fundo da imagem, lol).
Um DVD em grande rotação no meu laptop e uma decisão: próxima tournée sou a primeira a telefonar para comprar bilhetes, mesmo lá à frente, quase no colo deles. LOL
Já na altura o momento alto do concerto para mim tinha sido a canção Could it be Magic. É uma versão de uma velha música do Barry Manillow que apareceu no primeiro album dos Take That, há 16 anos, cantada pelo Robbie Williams.
Mas a maneira como produziram a música, tentando recriar um ambiente "mágico" é de fazer abrir a boca de espanto. Aliás, não tenho uma única foto desta parte do concerto, porque estava de tal modo fixada, que dei por mim com as mãos juntas a tapar a boca de emoção.
E agora, que o DVD do concerto já saiu, posso partilhá-lo com vocês.
Tenho outros momentos que também gosto muito como o disco beat do Give Good Feeling, ou o clássico Back for Good (comigo e a minha irmã ao fundo da imagem, lol).
Um DVD em grande rotação no meu laptop e uma decisão: próxima tournée sou a primeira a telefonar para comprar bilhetes, mesmo lá à frente, quase no colo deles. LOL
terça-feira, março 25, 2008
Agenda
7:00- Chego ao aeroporto. Dirigi-me ao check-in automatico da TAP. Rebusco a mala pelo cartão Victoria, que depois não funciona. Teimo, com o número do bilhete electrónico e lá está a minha reserva, e em segundos tenho boletim de embarque na mão.
7:05- Vou entregar a mala ao drop-off, onde tenho que esperar porque os passageiros para Zurique têm prioridade e meteram-nos para ali.
7:15- O que era suposto ser rápido acaba por demorar 10 minutos. Chego à minha vez e já fecharam o vôo. Telefonema para abrirem o vôo e me aceitarem a mala.
7:20- Passar pela segurança. Fila até ao fim do corredor. Apanho a agente de segurança mais lenta do mundo.
7:35- Vou a correr para a porta de embarque porque o meu vôo parte daqui a 10 minutos. Ainda não começaram a embarcar.
7:55- Ainda na sala de embarque à espera de um autocarro para nos levar até ao avião.
8:15- Dentro do avião, esperamos que retirem as malas de 2 passageiros que não apareceram.
8:30- Esperamos.
8:45- Partimos.
12:15- Aterramos em Bruxelas.
12:25- Vou levantar a mala. Começam a sair as malas de Lisboa, o meu parceiro de viagem brasileiro acena-me adeus de longe, as pessoas vão se dispersando.
12:40- Nada de mala. Junto-me à fila de passageiros que estão na mesma situação. Deve ter ficado um contentor de malas em Lisboa. Dou os meus dados e prometem-me entregar a mala no prazo de 24 horas.
13:39- Apanho o comboio para Leuven.
14:00- Chego a Leuven. Está a nevar. Paro um momento no meio dos flocos que bailam no vento e sorrio. É engraçado como uma manhã cheia de chatices se desfaz. Depois apanho o autocarro para casa.
7:05- Vou entregar a mala ao drop-off, onde tenho que esperar porque os passageiros para Zurique têm prioridade e meteram-nos para ali.
7:15- O que era suposto ser rápido acaba por demorar 10 minutos. Chego à minha vez e já fecharam o vôo. Telefonema para abrirem o vôo e me aceitarem a mala.
7:20- Passar pela segurança. Fila até ao fim do corredor. Apanho a agente de segurança mais lenta do mundo.
7:35- Vou a correr para a porta de embarque porque o meu vôo parte daqui a 10 minutos. Ainda não começaram a embarcar.
7:55- Ainda na sala de embarque à espera de um autocarro para nos levar até ao avião.
8:15- Dentro do avião, esperamos que retirem as malas de 2 passageiros que não apareceram.
8:30- Esperamos.
8:45- Partimos.
12:15- Aterramos em Bruxelas.
12:25- Vou levantar a mala. Começam a sair as malas de Lisboa, o meu parceiro de viagem brasileiro acena-me adeus de longe, as pessoas vão se dispersando.
12:40- Nada de mala. Junto-me à fila de passageiros que estão na mesma situação. Deve ter ficado um contentor de malas em Lisboa. Dou os meus dados e prometem-me entregar a mala no prazo de 24 horas.
13:39- Apanho o comboio para Leuven.
14:00- Chego a Leuven. Está a nevar. Paro um momento no meio dos flocos que bailam no vento e sorrio. É engraçado como uma manhã cheia de chatices se desfaz. Depois apanho o autocarro para casa.
quinta-feira, março 20, 2008
Kelis
O bom (ou não) do iTunes é termos uma loja de música à nossa disponibilidade 24h por dia.
O que significa que nas noites de insónia acabo invariavelmente a explorar a loja e a comprar albuns às tantas da manhã.
A minha ultima compra foi da Kelis. A questão que se pôs foi que album escolher? Acabei por comprar o primeiro, Kaleidoscope. Este album com quase 10 anos fez furor com a música Caught Out There, em que ela canta (grita) "I hate you so much!" num hino contra os homens.
Ainda no mesmo album, e para verem as vários direcções onde ela nos leva, está esta belíssima balada "Get along with you".
É claro que isto foi apenas o princípio da carreira dela, que eu tenho seguido de maneira irregular.
Da próxima talvez compre o segundo album, Wanderland.
O que significa que nas noites de insónia acabo invariavelmente a explorar a loja e a comprar albuns às tantas da manhã.
A minha ultima compra foi da Kelis. A questão que se pôs foi que album escolher? Acabei por comprar o primeiro, Kaleidoscope. Este album com quase 10 anos fez furor com a música Caught Out There, em que ela canta (grita) "I hate you so much!" num hino contra os homens.
Ainda no mesmo album, e para verem as vários direcções onde ela nos leva, está esta belíssima balada "Get along with you".
É claro que isto foi apenas o princípio da carreira dela, que eu tenho seguido de maneira irregular.
Da próxima talvez compre o segundo album, Wanderland.
quarta-feira, março 12, 2008
A ordem
Após uma discussão sobre a politica americana, chegámos a uma conclusão. É esta a ordem de voto dos eleitores (republicanos ou democratas):
-homem branco
-homem preto
-homem latino
-mulher branca
-todos os outros homens
-todas as outras mulheres
Hmmm, parece-me que existe aqui um factor decisivo, que não a politica....
-homem branco
-homem preto
-homem latino
-mulher branca
-todos os outros homens
-todas as outras mulheres
Hmmm, parece-me que existe aqui um factor decisivo, que não a politica....
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Friends
A cozinha cheira a caipirinha, do resto de sumo de lima com açucar de cana que ficou dentro da taça.
Uma pilha de loiça acumula-se ao lado do lava-loiça.
A sala parece estranhamente arrumada e vazia.
Deixo a loiça para outro dia e molho um dedo no «xarope» de caipirinha.
Subo para o quarto, deito-me e vejo novamente o filme no computador.
E eles estão comigo outra vez.
Uma pilha de loiça acumula-se ao lado do lava-loiça.
A sala parece estranhamente arrumada e vazia.
Deixo a loiça para outro dia e molho um dedo no «xarope» de caipirinha.
Subo para o quarto, deito-me e vejo novamente o filme no computador.
E eles estão comigo outra vez.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Misses Austen e Bronte
Um dos meus livros favoritos sempre foi o "Pride and Prejudice" de Jane Austen, e a minha cópia da Penguin, velhinha e gasta, mostra bem essa preferência. E o curioso, é que tem sobrevivido durante diversas fases da minha vida.
Primeiro, a adolescência. Aquela ideia do heroi a cavalo, do príncipe encantado, misturada com um Mr. Darcy a mergulhar num lago e a cirandar pelo campo com a roupa molhada colada ao corpo. Ah, belas recordações dos risinhos que eu e as minhas amigas partilhavamos...
Depois, a consciência. A ironia das situações, a mesquinhez das personagens, as descrições da sociedade. Tudo isto dá-me tanto gozo como o romance.
Esta semana tenho re-descoberto outras obras de Jane Austen, através das sempre magnifícas adaptações da BBC. Vi a versão do Sense and Sensibility, que está bastante correcta e não é inferior ao filme, excepto no que toca ao papel do Coronel Brandon, pois tentar preencher as botas do fabuloso Alan Rickman é uma tarefa impossível.
Em seguida, fui para Persuasion. E começou a saga dos galãs masculinos. Colin Firth, tantos anos depois, tens finalmente adversários à altura do teu Mr. Darcy. O actor Rupert Penry Jones põe qualquer mulher de cabeça perdida, portanto é a escolha ideal para Capitão Wentworth. Ele e Sally Hawkins fazem um belo par.
E aqui, graças ao poder do YouTube, desviei-me para outro romance favorito, Jane Eyre de Charlotte Bronte. O livro que li, ainda antes da adolescência, era uma versão adaptada a meia dúzia de páginas, mas sempre foi das minhas favoritas. Agora, descubro que foi feita uma versão para televisão recentemente, e basta ver a primeira cena com o Mr. Rochester para ficar de queixo caido. Descubro um actor chamado Toby Stephens, e que actor! Que qualidade, que expressão, até a voz, o andar, a postura. Fantástico e talentoso.
Aqui deixo as minhas recomendações, que põe qualquer um a suspirar, e com um estado de espirito bem romântico.
Primeiro, a adolescência. Aquela ideia do heroi a cavalo, do príncipe encantado, misturada com um Mr. Darcy a mergulhar num lago e a cirandar pelo campo com a roupa molhada colada ao corpo. Ah, belas recordações dos risinhos que eu e as minhas amigas partilhavamos...
Depois, a consciência. A ironia das situações, a mesquinhez das personagens, as descrições da sociedade. Tudo isto dá-me tanto gozo como o romance.
Esta semana tenho re-descoberto outras obras de Jane Austen, através das sempre magnifícas adaptações da BBC. Vi a versão do Sense and Sensibility, que está bastante correcta e não é inferior ao filme, excepto no que toca ao papel do Coronel Brandon, pois tentar preencher as botas do fabuloso Alan Rickman é uma tarefa impossível.
Em seguida, fui para Persuasion. E começou a saga dos galãs masculinos. Colin Firth, tantos anos depois, tens finalmente adversários à altura do teu Mr. Darcy. O actor Rupert Penry Jones põe qualquer mulher de cabeça perdida, portanto é a escolha ideal para Capitão Wentworth. Ele e Sally Hawkins fazem um belo par.
E aqui, graças ao poder do YouTube, desviei-me para outro romance favorito, Jane Eyre de Charlotte Bronte. O livro que li, ainda antes da adolescência, era uma versão adaptada a meia dúzia de páginas, mas sempre foi das minhas favoritas. Agora, descubro que foi feita uma versão para televisão recentemente, e basta ver a primeira cena com o Mr. Rochester para ficar de queixo caido. Descubro um actor chamado Toby Stephens, e que actor! Que qualidade, que expressão, até a voz, o andar, a postura. Fantástico e talentoso.
Aqui deixo as minhas recomendações, que põe qualquer um a suspirar, e com um estado de espirito bem romântico.
terça-feira, janeiro 29, 2008
O Concorde dos electrodomésticos
Este sábado tinha o dia bem preenchido.
Tudo começou a semana passada quando fui pôr a roupa a lavar. Ao passar pelo meu simpático senhorio Wim, bem ao jeito português, lá aproveitei para meter conversa e estar um bocado na palheta. Vai dai, e ele pergunta-me se eu não estaria interessada numa máquina de lavar, que o meu vizinho que lhe tinha dado.
Bem, já que insiste... é claro que estou MUITO interessada numa máquina de lavar roupa. Já tinha decidido comprar uma, mas ainda me estava a custar dar 300 ou 400 euros para poupar a ida à lavandaria automatica. Ficou combinado que no sábado seguinte (este último) ele me iria pôr a máquina lá na cozinha e montá-la.
Uma vez que o electricista também lá ia este sábado, acordei cedo e estava a tomar o pequeno almoço, quando o Wim passou por lá a saber se podia pôr a máquina lá dentro. Enquanto acabei de tomar o pequeno-almoço, ele montou a máquina (teve que tirar o rodapé para a máquina caber, e voltou a colocá-lo). Agradeci-lhe e telefonei à minha mãe para me pôr a par de mezinhas caseiras.
Depois de lavar a máquina, que não vai para nova, lá a pus a lavar. Tudo muito bem, até chegar à centifugação. Eu estava na sala e ouvi um barulho semelhante a um berbequim. "O meu vizinho está em obras", pensei eu.
Qual não foi o meu espanto quando fui investigar e descobri que o barulho, que entretanto tinha subido para um nível supersónico, vinha da minha máquina de lavar! Sim, o som do Concorde a descolar que toda a rua deve ter ouvido nesse sábado vinha da minha cozinha...
Entre rir e olhar feita parva para a máquina, lá acabou o programa. Desci à loja e perguntei ao Wim se tinha ouvido o barulho da máquina. Ele incrédulo, olha para mim e diz "esse barulho era a máquina?". Digo que sim. Ele lança as mãos à cabeça.
Com barulho ou sem barulho, a mim ninguém me tirava a máquina. Lá experimentei carregar nos botões e fazer o segundo programa. Nesta vez consegui evitar o nível supersónico, e só uma vez chegou ao nível do berbequim. Um sucesso.
Entretanto já fiz duas máquinas de roupa e tenho a dizer que lava muito bem, embora demore quase 3 horas, e o barulho da centrifugação é suportável por 5 minutos.
Acho é que não fiz amigos dos vizinhos de baixo...
Tudo começou a semana passada quando fui pôr a roupa a lavar. Ao passar pelo meu simpático senhorio Wim, bem ao jeito português, lá aproveitei para meter conversa e estar um bocado na palheta. Vai dai, e ele pergunta-me se eu não estaria interessada numa máquina de lavar, que o meu vizinho que lhe tinha dado.
Bem, já que insiste... é claro que estou MUITO interessada numa máquina de lavar roupa. Já tinha decidido comprar uma, mas ainda me estava a custar dar 300 ou 400 euros para poupar a ida à lavandaria automatica. Ficou combinado que no sábado seguinte (este último) ele me iria pôr a máquina lá na cozinha e montá-la.
Uma vez que o electricista também lá ia este sábado, acordei cedo e estava a tomar o pequeno almoço, quando o Wim passou por lá a saber se podia pôr a máquina lá dentro. Enquanto acabei de tomar o pequeno-almoço, ele montou a máquina (teve que tirar o rodapé para a máquina caber, e voltou a colocá-lo). Agradeci-lhe e telefonei à minha mãe para me pôr a par de mezinhas caseiras.
Depois de lavar a máquina, que não vai para nova, lá a pus a lavar. Tudo muito bem, até chegar à centifugação. Eu estava na sala e ouvi um barulho semelhante a um berbequim. "O meu vizinho está em obras", pensei eu.
Qual não foi o meu espanto quando fui investigar e descobri que o barulho, que entretanto tinha subido para um nível supersónico, vinha da minha máquina de lavar! Sim, o som do Concorde a descolar que toda a rua deve ter ouvido nesse sábado vinha da minha cozinha...
Entre rir e olhar feita parva para a máquina, lá acabou o programa. Desci à loja e perguntei ao Wim se tinha ouvido o barulho da máquina. Ele incrédulo, olha para mim e diz "esse barulho era a máquina?". Digo que sim. Ele lança as mãos à cabeça.
Com barulho ou sem barulho, a mim ninguém me tirava a máquina. Lá experimentei carregar nos botões e fazer o segundo programa. Nesta vez consegui evitar o nível supersónico, e só uma vez chegou ao nível do berbequim. Um sucesso.
Entretanto já fiz duas máquinas de roupa e tenho a dizer que lava muito bem, embora demore quase 3 horas, e o barulho da centrifugação é suportável por 5 minutos.
Acho é que não fiz amigos dos vizinhos de baixo...
sexta-feira, janeiro 25, 2008
A Festa
Depois do último post, não queria parecer uma depressiva infernal, e portanto quero deixar aqui uma nota positiva. Deixem-me pensar em coisas boas:
-hoje é sexta-feira,
-amanhã recebo uma máquina de lavar,
-vou para a neve durante uma semana,
-as pessoas de quem eu gosto estão vivas e intactas,
-eu estou viva e intacta!
E pronto, agora cai no extremo oposto, que é parecer uma optimista deslambida...
-hoje é sexta-feira,
-amanhã recebo uma máquina de lavar,
-vou para a neve durante uma semana,
-as pessoas de quem eu gosto estão vivas e intactas,
-eu estou viva e intacta!
E pronto, agora cai no extremo oposto, que é parecer uma optimista deslambida...
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Marcar reunião para discutir o meu doutoramento, que tem estado no limbo.
A chefe não aparece.
Toda a gente fala dos seus projectos. Em flamengo.
A minha ideia não é viável. Posta de lado.
Só me resta pensar o que raio estou aqui a fazer realmente, quando podia estar em Portugal, a ajudar a minha mãe, que basicamente aos 27 anos, ainda me suporta, enquanto eu ando por aqui a "fingir" que faço investigação.
A chefe não aparece.
Toda a gente fala dos seus projectos. Em flamengo.
A minha ideia não é viável. Posta de lado.
Só me resta pensar o que raio estou aqui a fazer realmente, quando podia estar em Portugal, a ajudar a minha mãe, que basicamente aos 27 anos, ainda me suporta, enquanto eu ando por aqui a "fingir" que faço investigação.
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Boa pergunta!
Ontem, em minha casa:
Jurgen: Carolina, is your toilet in your bathroom?
Eu: *pausei, pensei e respondi* Yes.
Não, ele não se estava a meter comigo. Estava a fazer uma pergunta séria, tendo em conta os hábitos belgas, em que muitas vezes a sanita se encontra num cubiculo separado do resto da casa de banho.
Mas para mim, não deixa de ser uma pergunta hilariante, e cuja resposta em Portugal seria "Onde é que achas que está?".
Jurgen: Carolina, is your toilet in your bathroom?
Eu: *pausei, pensei e respondi* Yes.
Não, ele não se estava a meter comigo. Estava a fazer uma pergunta séria, tendo em conta os hábitos belgas, em que muitas vezes a sanita se encontra num cubiculo separado do resto da casa de banho.
Mas para mim, não deixa de ser uma pergunta hilariante, e cuja resposta em Portugal seria "Onde é que achas que está?".
sexta-feira, janeiro 11, 2008
No Natal...
Não queria deixar passar completamente essa festa de alegria e família que é o Natal, sem colocar aqui a lista de prendas que recebi...
Cá está ele com o seu design inovador. Como o meu portátil anterior, também este é HP com um ecrã de 14', que eu acho ser o tamanho ideal para andar com ele às costas, mas ainda suficiente para se trabalhar bem sem ter de dar cabo dos olhos.
Está bem recheado de mariquices que só interessam a mulheres e/ou geeks, como o comando remoto, a segurança via impressão digital, um rato wireless e uma bolsa com o mesmo desenho que está estampado na tampa do portátil. O ecrã têm um sistema mais sólido de dobradiça, o que é uma coisa que só repara quem teve um computador de tampa "bamba" durante 4 anos, e o teclado é quase idêntico, o que me permite teclar com pouca luz ou sem olhar para o teclado.
Do lado menos positivo, mas não completamente negativo estão duas coisas. O desaparecimento de um botãozinho muito jeitoso, ao lado das teclas de direcção, que me permitia fazer "Back" na internet sem precisar de rato. E o Microsoft Vista. É vistoso, não avança muito ao XP em funcionalidade, e em termos de estabilidade é pior do que o XP com SP2. E em termos de velocidade parece que fiquei na mesma, o que eu muito culpo no Vista, uma vez que o hardware é bem melhor.
Isto acaba por não ser outra coisa que uma desculpa para dizer que recebi um computador novo.
Cá está ele com o seu design inovador. Como o meu portátil anterior, também este é HP com um ecrã de 14', que eu acho ser o tamanho ideal para andar com ele às costas, mas ainda suficiente para se trabalhar bem sem ter de dar cabo dos olhos.
Está bem recheado de mariquices que só interessam a mulheres e/ou geeks, como o comando remoto, a segurança via impressão digital, um rato wireless e uma bolsa com o mesmo desenho que está estampado na tampa do portátil. O ecrã têm um sistema mais sólido de dobradiça, o que é uma coisa que só repara quem teve um computador de tampa "bamba" durante 4 anos, e o teclado é quase idêntico, o que me permite teclar com pouca luz ou sem olhar para o teclado.Do lado menos positivo, mas não completamente negativo estão duas coisas. O desaparecimento de um botãozinho muito jeitoso, ao lado das teclas de direcção, que me permitia fazer "Back" na internet sem precisar de rato. E o Microsoft Vista. É vistoso, não avança muito ao XP em funcionalidade, e em termos de estabilidade é pior do que o XP com SP2. E em termos de velocidade parece que fiquei na mesma, o que eu muito culpo no Vista, uma vez que o hardware é bem melhor.
No geral estou contente com a minha máquina, e muito mimo lhe irei dar, como aconteceu com o meu "mais velho", que levou um disco de 160 Gb, foi adoptado pelo meu pai e está ai para as curvas.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Bom Ano!
E 3 ou 2 beijinhos conforme a tradição.
Estou de regresso à Bélgica. A "falsa partida" de ontem teve as suas vantagens: acabei por estar ansiosa para voltar aqui ao meu cantinho do centro da Europa.
O vôo foi calmo, a chegada ao apartamento rápida, onde fui recebida com umas quantas cartas (contas) e muitas novidades. Já tenho caixa do correio individual, com chavinha e tudo! A entrada do prédio foi pintada e retocada, e tem um espelho pendurado. A minha orquidea sobreviveu impecavelmente e está linda.
De volta ao trabalho, também a roseira sobreviveu a estas semanas sem a dona. E já tivemos direito a uma drink, e distribuimos desejos de um bom ano (mais os tais 3 beijinhos) por toda a gente.
Daqui a bocado volto para casa, para desfazer as malas e arrumar as traquitanas...
Gosto de estar de volta.
Estou de regresso à Bélgica. A "falsa partida" de ontem teve as suas vantagens: acabei por estar ansiosa para voltar aqui ao meu cantinho do centro da Europa.
O vôo foi calmo, a chegada ao apartamento rápida, onde fui recebida com umas quantas cartas (contas) e muitas novidades. Já tenho caixa do correio individual, com chavinha e tudo! A entrada do prédio foi pintada e retocada, e tem um espelho pendurado. A minha orquidea sobreviveu impecavelmente e está linda.
De volta ao trabalho, também a roseira sobreviveu a estas semanas sem a dona. E já tivemos direito a uma drink, e distribuimos desejos de um bom ano (mais os tais 3 beijinhos) por toda a gente.
Daqui a bocado volto para casa, para desfazer as malas e arrumar as traquitanas...
Gosto de estar de volta.
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Abercrombie & Fitch
Um dos dias que estive em Londres, andei com a minha irmã, fashionista até à ponta dos cabelos, pelas principais lojas, porque ela precisava de comprar umas botas. É que isto das sabrinas é muito giro (e toda a gente andava com elas, apesar do frio!), mas com a chuva apetece algo mais quentinho.
Já no final da tarde, a minha irmã continuava a insistir em irmos à Abercrombie & Fitch. Eu que só vou a alguma loja com um intuito muito específico, não percebia esta insistência. Lá andámos à caça da loja, ajudadas por várias pessoas em contramão com sacos da marca. Finalmente parámos em frente a um edíficio com ar de museu, numa perpendicular da Regent St.
O que eu sei da marca é pouco e sintético: marca de roupa americana, tipo Ralph Lauren, com campanhas recheadas de modelos masculinos sempre muito esparsamente vestidos.
A segurar as portas da loja, encontravam-se dois modelos, vestidos de Abercrombie. Entramos. Estamos numa casa gigantesca, com quadros e vitrines por todo o lado. A luz é fraca e a música de dança ressona pelo espaço. No andar de cima, pessoas dançam numa varanda. Todos os centimetros quadrados de espaço estão ocupados por pessoas. Se fosse uma festa, era certamente a melhor festa a que eu já fui. Muita gente (rapazes e raparigas) bonita, boa música e um espaço fantástico.
Como loja não funciona. É quase impossível ver as roupas e as várias salas são demasiado pequenas para tanta gente. Acabam por pôr empregadas a controlar as entradas na zona da caixas: só passa quem tiver roupa para pagar. Com um espaço tão grande acaba por ser inevitável que, quando a minha irmã pergunta pela localização de uma camisola, a empregada diga que já não há. Provavelmente não sabe onde estão...
Estamos dentro da loja há 10 minutos e peço desesperadamente para nos irmos embora. Andamos às voltas no escuro, escadas acima e abaixo, sala e mais saleta, até que encontramos novamente as portas e os dois modelos.
Respiro de alívio quando finalmente ponho o pé na rua. Cá fora no passeio, as pessoas fazem fila por detrás de uma corda de veludo, à espera para entrar, tipo discoteca.
Surreal.
Já no final da tarde, a minha irmã continuava a insistir em irmos à Abercrombie & Fitch. Eu que só vou a alguma loja com um intuito muito específico, não percebia esta insistência. Lá andámos à caça da loja, ajudadas por várias pessoas em contramão com sacos da marca. Finalmente parámos em frente a um edíficio com ar de museu, numa perpendicular da Regent St.
O que eu sei da marca é pouco e sintético: marca de roupa americana, tipo Ralph Lauren, com campanhas recheadas de modelos masculinos sempre muito esparsamente vestidos.
A segurar as portas da loja, encontravam-se dois modelos, vestidos de Abercrombie. Entramos. Estamos numa casa gigantesca, com quadros e vitrines por todo o lado. A luz é fraca e a música de dança ressona pelo espaço. No andar de cima, pessoas dançam numa varanda. Todos os centimetros quadrados de espaço estão ocupados por pessoas. Se fosse uma festa, era certamente a melhor festa a que eu já fui. Muita gente (rapazes e raparigas) bonita, boa música e um espaço fantástico.
Como loja não funciona. É quase impossível ver as roupas e as várias salas são demasiado pequenas para tanta gente. Acabam por pôr empregadas a controlar as entradas na zona da caixas: só passa quem tiver roupa para pagar. Com um espaço tão grande acaba por ser inevitável que, quando a minha irmã pergunta pela localização de uma camisola, a empregada diga que já não há. Provavelmente não sabe onde estão...
Estamos dentro da loja há 10 minutos e peço desesperadamente para nos irmos embora. Andamos às voltas no escuro, escadas acima e abaixo, sala e mais saleta, até que encontramos novamente as portas e os dois modelos.
Respiro de alívio quando finalmente ponho o pé na rua. Cá fora no passeio, as pessoas fazem fila por detrás de uma corda de veludo, à espera para entrar, tipo discoteca.
Surreal.
terça-feira, dezembro 11, 2007
Prenda de Natal
Este fim de semana fui a Londres receber a minha prenda de Natal da minha irmã: na sexta feira fui assistir ao concerto dos Take That.
Não foi uma grande surpresa, mas foi uma grande prenda. A minha irmã conseguiu uns bons bilhetes (apesar de ter pago o equivalente a um ordenado minimo português por cada UM!) e os rapazes não desapontaram ninguém.
Como de costume, os efeitos especiais são mais que muitos, os cenários de cada música apropriados, os fãs fazem uma festa, os Take That metem-se com o público e uns com os outros.
Um exemplo magnifico: depois de cantarem no palco localizado no meio da plateia, ao qual chegaram através de um corredor suspenso, o Jason diz "On our last tour we got back to the stage through the crowd. And we were so severely molested that we just had to do it again." e lá saltam os 4 para a plateia, onde tudo o que é segurança tenta conter as fãs.
Houve muitos momentos altos, como o Could it be Magic, em que o Gary cantou uma versão fenomenal, enquanto bailarinas vestidas de fadas, suspensas por cima do palco atiravam uma «chuva» de papelinhos brancos. Ou quando depois de tocar o Wooden Boat, o Jason, muito emocionado, agradeceu à audiência (em 17 anos é a primeira música em que é ele o cantor). Ou quando os vários membros da banda puseram o público à prova, desafiando-nos com frases de músicas antigas, às quais todo o O2 respondia em coro.
Pareceu um instantinho, e não foi tão emocionante como o do ano passado, mas provou mais uma vez que os Take That estão ai para durar e que eu estou para durar com eles.
Não foi uma grande surpresa, mas foi uma grande prenda. A minha irmã conseguiu uns bons bilhetes (apesar de ter pago o equivalente a um ordenado minimo português por cada UM!) e os rapazes não desapontaram ninguém.
Como de costume, os efeitos especiais são mais que muitos, os cenários de cada música apropriados, os fãs fazem uma festa, os Take That metem-se com o público e uns com os outros.
Um exemplo magnifico: depois de cantarem no palco localizado no meio da plateia, ao qual chegaram através de um corredor suspenso, o Jason diz "On our last tour we got back to the stage through the crowd. And we were so severely molested that we just had to do it again." e lá saltam os 4 para a plateia, onde tudo o que é segurança tenta conter as fãs.
Houve muitos momentos altos, como o Could it be Magic, em que o Gary cantou uma versão fenomenal, enquanto bailarinas vestidas de fadas, suspensas por cima do palco atiravam uma «chuva» de papelinhos brancos. Ou quando depois de tocar o Wooden Boat, o Jason, muito emocionado, agradeceu à audiência (em 17 anos é a primeira música em que é ele o cantor). Ou quando os vários membros da banda puseram o público à prova, desafiando-nos com frases de músicas antigas, às quais todo o O2 respondia em coro.
Pareceu um instantinho, e não foi tão emocionante como o do ano passado, mas provou mais uma vez que os Take That estão ai para durar e que eu estou para durar com eles.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Sinto...
...que me andaram a fazer de parva.
...que não foram frontais e honestos comigo.
...vontade de mandar isto tudo a um sítio que nós sabemos.
...que não foram frontais e honestos comigo.
...vontade de mandar isto tudo a um sítio que nós sabemos.
domingo, dezembro 02, 2007
All I want for Christmas
Continuando no tema natalício, temos aqui outra música de Natal que eu gosto.
A versão mais conhecida é certamente a da Mariah Carey, mas é sempre saudável ver uma rapariga de 12 anos a cantar melhor que a veterana.
Esta cena aparece em Love Actually, um filme romantico passado no Natal, em que nem toda a gente fica com a pessoa que ama, nem todos os casamentos resultam perfeitamente, e em que as circunstãncias da vida são bem dificeis, mas em que o primeiro-ministro, o escritor azelha e o duplo de nus também têm direito a um romancezito.
Mas agora, e sem mais demoras, senhores e senhoras... Olivia Olson!
A versão mais conhecida é certamente a da Mariah Carey, mas é sempre saudável ver uma rapariga de 12 anos a cantar melhor que a veterana.
Esta cena aparece em Love Actually, um filme romantico passado no Natal, em que nem toda a gente fica com a pessoa que ama, nem todos os casamentos resultam perfeitamente, e em que as circunstãncias da vida são bem dificeis, mas em que o primeiro-ministro, o escritor azelha e o duplo de nus também têm direito a um romancezito.
Mas agora, e sem mais demoras, senhores e senhoras... Olivia Olson!
quinta-feira, novembro 22, 2007
What's this?
Entremos no espirito do Natal, que já não está muito longe...
Para começar, uma música que me espeta um sorriso bem largo nos lábios.
"What's this?" é do filme "Nightmare before Christimas" do Tim Burton, e foi escrita por Danny Elfman. Esta é a versao rock dos Fall Out Boy.
"What's this?
There are children throwing snowballs
Instead of throwing heads
They're busy building toys
And absolutely no one's dead!"
Para começar, uma música que me espeta um sorriso bem largo nos lábios.
"What's this?" é do filme "Nightmare before Christimas" do Tim Burton, e foi escrita por Danny Elfman. Esta é a versao rock dos Fall Out Boy.
"What's this?
There are children throwing snowballs
Instead of throwing heads
They're busy building toys
And absolutely no one's dead!"
sexta-feira, novembro 16, 2007
O estado das coisas
Este post é dedicado à Lia.
A minha irmã, com uma licenciatura na área da Medicina humana, tentou concorrer às vagas para licenciados que as Faculdades de Medicina disponibilizam todos os anos.
Concorreu às faculdades de Lisboa e Porto. E como acontece a quem anda nestas andanças, ela conhece a maior parte dos outros candidatos. Uma revisão rápida: vários colegas dela, um farmacêutico que o ano passado entrou em medicina na universidade da Beira Interior mas que recusou a vaga, e uma jovem, filha de medicos venerados, que o ano passado, utilizando o mesmo método, entrou na Universidade do Porto.
O que aconteceu este ano?
Os colegas ficaram pelo caminho.
O farmacêutico não conseguiu entrar pelo concurso de licenciados, mas entrou pelo concurso normal (tem repetido as especifícas quase todos os anos).
A jovem estudante de medicina do Porto, ficou de fora da lista de admitidos a concurso de um grande hospital lisboeta, juntamente com a minha irmã. Foram admitidos um par de dezenas de pessoas, e excluidos umas boas centenas.
Um mês depois...
A minha irmã é surpreendida por uma "nova" lista, onde se encontra admitida, juntamente com a jovem estudante e muitas outras centenas de pessoas. De fora ficam meia dúzia de infelizes.
Passando à selecção para entrevista, encontra-se a "sortuda" jovem estudante.
Resultado final: a jovem estudante entra no magnífico hospital lisboeta. É de salientar que ela JÁ estava em medicina e tinha acabado de concluir o 4o ano no Porto.
Adoro o meu país.
A minha irmã, com uma licenciatura na área da Medicina humana, tentou concorrer às vagas para licenciados que as Faculdades de Medicina disponibilizam todos os anos.
Concorreu às faculdades de Lisboa e Porto. E como acontece a quem anda nestas andanças, ela conhece a maior parte dos outros candidatos. Uma revisão rápida: vários colegas dela, um farmacêutico que o ano passado entrou em medicina na universidade da Beira Interior mas que recusou a vaga, e uma jovem, filha de medicos venerados, que o ano passado, utilizando o mesmo método, entrou na Universidade do Porto.
O que aconteceu este ano?
Os colegas ficaram pelo caminho.
O farmacêutico não conseguiu entrar pelo concurso de licenciados, mas entrou pelo concurso normal (tem repetido as especifícas quase todos os anos).
A jovem estudante de medicina do Porto, ficou de fora da lista de admitidos a concurso de um grande hospital lisboeta, juntamente com a minha irmã. Foram admitidos um par de dezenas de pessoas, e excluidos umas boas centenas.
Um mês depois...
A minha irmã é surpreendida por uma "nova" lista, onde se encontra admitida, juntamente com a jovem estudante e muitas outras centenas de pessoas. De fora ficam meia dúzia de infelizes.
Passando à selecção para entrevista, encontra-se a "sortuda" jovem estudante.
Resultado final: a jovem estudante entra no magnífico hospital lisboeta. É de salientar que ela JÁ estava em medicina e tinha acabado de concluir o 4o ano no Porto.
Adoro o meu país.
quinta-feira, novembro 08, 2007
Spinning
A culpa é toda da Natalie. Que era giro e um bom exercício. Que não queria outra coisa. Se não queriamos experimentar.
Ontem à noite vesti as calças de ginástica e pus os ténis no saco. Pedalei para me encontrar com a Ana. Pedalámos para ir ter com o Kristof. Descemos o caminho a uma velocidade vertiginosa. Subimos a custo a muito inclinada encosta.
Chegamos ao local. Lá dentro esperam-nos... 20 bicicletas estacionárias. Sim, vamos fazer Indoor Cycling. :) Como não chegasse o outdoor cycling que tinhamos acabado de fazer!
A música é excelente. O selim é duro. O professor incentiva-nos. Bebe-se água e sua-se outra tanta. Rimo-nos. É me dedicada uma música ("Sweet Caroline", hehe). E acabou.
Arrumamos as coisas, saltamos para cima das nossas bicicletas e voltamos para casa.
Foi muito bom.
Ontem à noite vesti as calças de ginástica e pus os ténis no saco. Pedalei para me encontrar com a Ana. Pedalámos para ir ter com o Kristof. Descemos o caminho a uma velocidade vertiginosa. Subimos a custo a muito inclinada encosta.
Chegamos ao local. Lá dentro esperam-nos... 20 bicicletas estacionárias. Sim, vamos fazer Indoor Cycling. :) Como não chegasse o outdoor cycling que tinhamos acabado de fazer!
A música é excelente. O selim é duro. O professor incentiva-nos. Bebe-se água e sua-se outra tanta. Rimo-nos. É me dedicada uma música ("Sweet Caroline", hehe). E acabou.
Arrumamos as coisas, saltamos para cima das nossas bicicletas e voltamos para casa.
Foi muito bom.
terça-feira, novembro 06, 2007
Segundo este site o meu estado hoje é:
Your general well-being is momentarily bad.
Obrigadinha pela confirmação.
Your general well-being is momentarily bad.
Obrigadinha pela confirmação.
segunda-feira, outubro 29, 2007
Blah...
Já passou um mês desde que fui a Portugal. Os primeiros fins de semana passam-se sempre bem, com ir às compras e descansar. Ainda por cima este mês estive a acabar de arrumar o meu apartamento e a comprar coisas que precisava.
E depois há fins de semana, em que até sabe bem estar sozinha sem ter ninguém a chatear, fazer o que quero, descontrair, mimar-me a mim própria, nem que seja com simples gestos como pôr creme hidratante ou fazer a manicura, coisas que não tenho tempo de fazer durante a semana.
E finalmente temos aquele fim de semana, em que não nos apetece fazer nada, estamos fartos de estar sozinhos, e por mais que vegetemos durante 2 dias, chega a 2a feira e continuamos cansados.
Este último é o sinal de que estou há um tempo sem ir a Portugal ou a Londres, ou a qualquer sitio onde esteja a família.
É aparentemente a descrição da única palavra portuguesa sem tradução, porque não existe em mais nenhuma língua: saudade.
E depois há fins de semana, em que até sabe bem estar sozinha sem ter ninguém a chatear, fazer o que quero, descontrair, mimar-me a mim própria, nem que seja com simples gestos como pôr creme hidratante ou fazer a manicura, coisas que não tenho tempo de fazer durante a semana.
E finalmente temos aquele fim de semana, em que não nos apetece fazer nada, estamos fartos de estar sozinhos, e por mais que vegetemos durante 2 dias, chega a 2a feira e continuamos cansados.
Este último é o sinal de que estou há um tempo sem ir a Portugal ou a Londres, ou a qualquer sitio onde esteja a família.
É aparentemente a descrição da única palavra portuguesa sem tradução, porque não existe em mais nenhuma língua: saudade.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Ok Go (again)
Tenho passado os últimos dois dias com esta música na cabeça e a dança nos pés.
Sim, o vídeo é engraçado, e eles fazem a coreografia perfeitamente, mas o mais curioso foi o autêntico fenómeno em que esta banda e a coreografia, se tornaram.
Já tinha falado deles aqui, exactamente por causa da coreografia, mas desta vez não vou fazer link ao video deles (que podem facilmente encontrar no YouTube, mas sim a uma amostra das centenas de pessoas que se deixaram contagiar pelos Ok Go.
Se arranjar mais 3 pessoas, também quero fazer isto. Voluntários? lol
Sim, o vídeo é engraçado, e eles fazem a coreografia perfeitamente, mas o mais curioso foi o autêntico fenómeno em que esta banda e a coreografia, se tornaram.
Já tinha falado deles aqui, exactamente por causa da coreografia, mas desta vez não vou fazer link ao video deles (que podem facilmente encontrar no YouTube, mas sim a uma amostra das centenas de pessoas que se deixaram contagiar pelos Ok Go.
Se arranjar mais 3 pessoas, também quero fazer isto. Voluntários? lol
terça-feira, outubro 09, 2007
Ricky Gervais
A culpa de tudo isto é do Nuno Markl. Ele é um fiel fã e seguidor do Mr. Gervais e recomendou o podcast que este fez para o Guardian, totalmente gratuito.
Para quem já conhecia o cómico da rádio era mais do mesmo, mas para mim, que nem um episódio do The Office tinha visto (e que realmente não consigo "engolir"), era tudo novidade.
Quase 2 anos depois, novamente graças ao Markl vou parar à Pilkipedia, onde tenho acesso aos antigos programas de rádio ao sábado à tarde, que Ricky Gervais fazia com Stephen Merchant, e onde curiosamente o produtor calhou ser um tal Karl Pilkington.
Foi o início do maior trio de comédia que conheço. E é isso que tenho estado a ouvir esta semana no serviço. E é por isso que tenho andado a fazer figuras parvas como rir histericamente, pôr as mãos na cabeça ou bater com a testa na mesa.
E no meio disto tudo o engraçado, é que o que me faz rir não é apenas as estranhas ideias do Karl, mas o riso explosivo do Ricky, ao qual eu simplesmente ainda não criei imunidade, e que me faz rir descontroladamente (que eu tento abafar o mais possível).
Aqui têm um exemplo animado, do tipo de insanidade que pode acontecer quando estes 3 homens se juntam numa sala com microfones.
Para quem já conhecia o cómico da rádio era mais do mesmo, mas para mim, que nem um episódio do The Office tinha visto (e que realmente não consigo "engolir"), era tudo novidade.
Quase 2 anos depois, novamente graças ao Markl vou parar à Pilkipedia, onde tenho acesso aos antigos programas de rádio ao sábado à tarde, que Ricky Gervais fazia com Stephen Merchant, e onde curiosamente o produtor calhou ser um tal Karl Pilkington.
Foi o início do maior trio de comédia que conheço. E é isso que tenho estado a ouvir esta semana no serviço. E é por isso que tenho andado a fazer figuras parvas como rir histericamente, pôr as mãos na cabeça ou bater com a testa na mesa.
E no meio disto tudo o engraçado, é que o que me faz rir não é apenas as estranhas ideias do Karl, mas o riso explosivo do Ricky, ao qual eu simplesmente ainda não criei imunidade, e que me faz rir descontroladamente (que eu tento abafar o mais possível).
Aqui têm um exemplo animado, do tipo de insanidade que pode acontecer quando estes 3 homens se juntam numa sala com microfones.
segunda-feira, outubro 08, 2007
FREE HUGS
Já vi este video algumas vezes, mas gosto sempre de o rever, e porque mentalmente é como que receber um abraço.
Portanto cá vai um abraço bem grande para todos vocês!
Para saberem a história do vídeo vão a Free Hugs Campaign.
Portanto cá vai um abraço bem grande para todos vocês!
Para saberem a história do vídeo vão a Free Hugs Campaign.
quinta-feira, outubro 04, 2007
God save the Queen
O final do concerto de Wembley em 1986, que ainda hoje me arrepia toda, com o estádio inteiro a cantar o hino.
"Thank you, beautiful people. Goodnight and God bless you."
"Thank you, beautiful people. Goodnight and God bless you."
sexta-feira, setembro 28, 2007
Burma
Desde há algum tempo que recebo a newsletter da Burma Campaign UK, com noticias e sugestões sobre acções a tomar contra empresas que financiam a ditadura militar, ou a insistir em sanções diplomáticas por parte dos outros países.
Esta semana, os próprios habitantes de Burma disseram CHEGA!, e foram para as ruas protestar. É importante notar que demonstrações políticas são expressamente proibidas no pais, e que para além de já terem preso centenas de monges budistas, a supressão das demonstrações já levou à morte de dezenas de protestantes.
Em 1988, há 20 anos, mais de 5 mil apoiantes pró-democracia foram massacrados durante uma demonstração. Aung San Suu Kyi, a representante eleita pelo povo e vencedora do prémio Nobel da Paz, encontra-se em prisão domiciliária há mais de 11 anos, sendo-lhe limitado a acesso a informação, alimentos e cuidados de saúde.
E porque isto me faz lembrar Timor, não queria deixar de lançar aqui o meu protesto e chamar a vossa atenção para o que se está a passar. Vamos ajudá-los a que seja desta, finalmente.
Esta semana, os próprios habitantes de Burma disseram CHEGA!, e foram para as ruas protestar. É importante notar que demonstrações políticas são expressamente proibidas no pais, e que para além de já terem preso centenas de monges budistas, a supressão das demonstrações já levou à morte de dezenas de protestantes.
Em 1988, há 20 anos, mais de 5 mil apoiantes pró-democracia foram massacrados durante uma demonstração. Aung San Suu Kyi, a representante eleita pelo povo e vencedora do prémio Nobel da Paz, encontra-se em prisão domiciliária há mais de 11 anos, sendo-lhe limitado a acesso a informação, alimentos e cuidados de saúde.
E porque isto me faz lembrar Timor, não queria deixar de lançar aqui o meu protesto e chamar a vossa atenção para o que se está a passar. Vamos ajudá-los a que seja desta, finalmente.
Para mais informações podem ir ao The Burma Campaign UK.
quarta-feira, setembro 26, 2007
Senhorios
A minha experiência com senhorios aqui na Bélgica tem sido boa. A minha primeira senhoria era uma senhora de idade simpática e atenta. O estúdio já não vai para novo, mas smpre que me queixei de algum problema, ela rapidamente tratou do assunto, sem qualquer queixa ou problema.
Agora mudei de casa, e o senhorio é um homem nos seus 40s, casado com uma Tailandesa, e foi ele que fez a maior parte da recuperação do edificio. Dizer que ele é simpático é pouco: mais solícito não consigo imaginar... Ele e a mulher levaram-me ao Ikea para EU escolher a mobilia que ELES iam comprar para o estúdio. E especialmente ela, fez questão que eu NÃO fosse ao Ikea de autocarro: se precisar telefono ao senhorio e ele leva-me lá...
Eu só sorria. Entretanto contaram-me que se conheceram na Nova Zelândia (ela tirou lá o curso) e que depois de 5 anos voltaram para a Bélgica. Uma vez cá, para ela se legalizar tiveram que casar. Eles a gozar que se casaram porque foram obrigados pela câmara...
Uma tarde surreal.
Agora mudei de casa, e o senhorio é um homem nos seus 40s, casado com uma Tailandesa, e foi ele que fez a maior parte da recuperação do edificio. Dizer que ele é simpático é pouco: mais solícito não consigo imaginar... Ele e a mulher levaram-me ao Ikea para EU escolher a mobilia que ELES iam comprar para o estúdio. E especialmente ela, fez questão que eu NÃO fosse ao Ikea de autocarro: se precisar telefono ao senhorio e ele leva-me lá...
Eu só sorria. Entretanto contaram-me que se conheceram na Nova Zelândia (ela tirou lá o curso) e que depois de 5 anos voltaram para a Bélgica. Uma vez cá, para ela se legalizar tiveram que casar. Eles a gozar que se casaram porque foram obrigados pela câmara...
Uma tarde surreal.
terça-feira, setembro 25, 2007
Rule The World
A música do filme "Stardust", que estreia no próximo mês, baseado num livro de Neil Gaiman.
sexta-feira, setembro 21, 2007
Christian Walz
Esta música é linda. Novamente, fiquei a conhecer mais um excelente artista porque alguém utilizou esta música para fazer um video.
Aqui fica o clip, mas também podem ir ao MySpace do jovem e ouvir as músicas.
Aqui fica o clip, mas também podem ir ao MySpace do jovem e ouvir as músicas.
domingo, setembro 02, 2007
Férias ainda
Também a mim me está a custar sair deste dolce fare niente estival...
A semana passada foi dedicada a ver os campeonatos mundiais do atletismo na televisão, o que me pôs os sonos trocados, porque a manhã em Osaka era a madrugada em Lisboa.
No entanto já comecei a acordar para a vida com uma refrescante visita à Loja do Cidadão. E foi catártico lidar ao mesmo tempo com elevados níveis de eficácia, para tratar de problemas devido a grandes doses de incompetência. Fiquei sem saber se devo ficar bem ou mal impressionada.
Na sexta-feira fui à praia. Que dia delicioso... Calor, água fria (mas suportável) e uma brisa agradável. Saímos da praia já passava das sete e meia.
A ver se esta semana começo a trabalhar qualquer coisita...
A semana passada foi dedicada a ver os campeonatos mundiais do atletismo na televisão, o que me pôs os sonos trocados, porque a manhã em Osaka era a madrugada em Lisboa.
No entanto já comecei a acordar para a vida com uma refrescante visita à Loja do Cidadão. E foi catártico lidar ao mesmo tempo com elevados níveis de eficácia, para tratar de problemas devido a grandes doses de incompetência. Fiquei sem saber se devo ficar bem ou mal impressionada.
Na sexta-feira fui à praia. Que dia delicioso... Calor, água fria (mas suportável) e uma brisa agradável. Saímos da praia já passava das sete e meia.
A ver se esta semana começo a trabalhar qualquer coisita...
quinta-feira, agosto 09, 2007
Sem qualquer objectivo
Um post só para arejar o blog.
- hoje chove torrencialmente. E está frio. E é deprimente.
- tenho trabalho, fotos de um bébé amoroso e as férias mesmo ai.
- recebo um sms hoje de manhã. Mensagem: OTA OK. Hmm...
- hoje chove torrencialmente. E está frio. E é deprimente.
- tenho trabalho, fotos de um bébé amoroso e as férias mesmo ai.
- recebo um sms hoje de manhã. Mensagem: OTA OK. Hmm...
quarta-feira, julho 25, 2007
Hot Fuzzzzz....
Vi este filme há umas semanas atrás, mas tinha de o ver outra vez. Foi o que fiz ontem à noite. É absolutamente hilariante.
A ideia é fazer uma espécie de homenagem cómica ao género dos policiais de acção, e para quem conhece algumas pérolas deste género vai poder apreciar totalmente este filme. Mas de resto também têm material suficiente para largar umas boas gargalhadas, quer seja comédia física ou diálogos.
O único senão é mesmo o sotaque inglês serrado. Para quem não está habituado a ver a Britcom, pode-se tornar impossivel perceber parte da história, a não ser que tenha legendas (o que a minha cópia não tem).
Cá têm o trailer, com uma mensagem inicial dos autores/actores. Divirtam-se!
A ideia é fazer uma espécie de homenagem cómica ao género dos policiais de acção, e para quem conhece algumas pérolas deste género vai poder apreciar totalmente este filme. Mas de resto também têm material suficiente para largar umas boas gargalhadas, quer seja comédia física ou diálogos.
O único senão é mesmo o sotaque inglês serrado. Para quem não está habituado a ver a Britcom, pode-se tornar impossivel perceber parte da história, a não ser que tenha legendas (o que a minha cópia não tem).
Cá têm o trailer, com uma mensagem inicial dos autores/actores. Divirtam-se!
terça-feira, julho 24, 2007
Começo de uma nova era...
... a era pós Harry Potter.
Para muitos foi o final de uma aventura de 10 anos, para a autora 17. Para mim, pelo menos uns bons 7 anos foi de certeza. Lembro-me que havia os dois primeiros livros e um zum zum acerca destes. Li o primeiro em duas horas. Engraçado, mas infantil. Não me identifiquei com ninguém em particular. O segundo foi pelo mesmo caminho, mas fiquei bastante menos impressionada. Até desapontada. O terceiro fez o click: Harry e os amigos já estão mais crescidinhos e há personagens adultas. E o tom começa a descer, perde a infantilidade e surge a acção e a aventura.
Já estava. A partir dai comprei o quarto livro em inglês e nunca mais parei.
E agora depois de ler o último? Bem, estou satisfeita com o final. O último livro tem mais acção que o último Die Hard, os personagens caiem mortos que nem pardais, mas tem cenas inesperadamente hilariantes assim como personagens que nos surpreendem (para o bem e para o mal).
Vai ser curioso ver o que a JK Rowling vai escrever a seguir...
Para muitos foi o final de uma aventura de 10 anos, para a autora 17. Para mim, pelo menos uns bons 7 anos foi de certeza. Lembro-me que havia os dois primeiros livros e um zum zum acerca destes. Li o primeiro em duas horas. Engraçado, mas infantil. Não me identifiquei com ninguém em particular. O segundo foi pelo mesmo caminho, mas fiquei bastante menos impressionada. Até desapontada. O terceiro fez o click: Harry e os amigos já estão mais crescidinhos e há personagens adultas. E o tom começa a descer, perde a infantilidade e surge a acção e a aventura.
Já estava. A partir dai comprei o quarto livro em inglês e nunca mais parei.
E agora depois de ler o último? Bem, estou satisfeita com o final. O último livro tem mais acção que o último Die Hard, os personagens caiem mortos que nem pardais, mas tem cenas inesperadamente hilariantes assim como personagens que nos surpreendem (para o bem e para o mal).
Vai ser curioso ver o que a JK Rowling vai escrever a seguir...
sexta-feira, julho 20, 2007
Dia P
P de Potter.
Hoje (ou melhor dizendo, amanhã) é o tão esperado dia por milhões de fãs. Passado 1 minuto da meia noite, os livros serão disponibilizados um pouco por todo o mundo.
Ainda não decidi onde vou comprar o meu. Costumo ir à FNAC do Almada Forum, para evitar multidões e jornalistas. Talvez tente o Colombo, a ver onde me safo com a maior rapidez e o minimo de palhaçadas, se na FNAC, se na Bertrand, mas o mais provável é mesmo ir à outra margem...
E depois é simples. É só ler.
A minha irmã está em Londres e tem uma festa de aniversário. Festa que vai acabar às 11, porque a melhor amiga da aniversariante quer ir comprar o livro à meia-noite. :) E claro que a minha irmã vai ver se consegue que lhe tragam um livro também!
Portanto meus amigos, desejem-me boa leitura...
Hoje (ou melhor dizendo, amanhã) é o tão esperado dia por milhões de fãs. Passado 1 minuto da meia noite, os livros serão disponibilizados um pouco por todo o mundo.
Ainda não decidi onde vou comprar o meu. Costumo ir à FNAC do Almada Forum, para evitar multidões e jornalistas. Talvez tente o Colombo, a ver onde me safo com a maior rapidez e o minimo de palhaçadas, se na FNAC, se na Bertrand, mas o mais provável é mesmo ir à outra margem...
E depois é simples. É só ler.
A minha irmã está em Londres e tem uma festa de aniversário. Festa que vai acabar às 11, porque a melhor amiga da aniversariante quer ir comprar o livro à meia-noite. :) E claro que a minha irmã vai ver se consegue que lhe tragam um livro também!
Portanto meus amigos, desejem-me boa leitura...
quarta-feira, julho 18, 2007
Like a feather
Ontem estava com este ritmo na cabeça. Apenas me lembrava que o apelido da jovem era parecido com português: Costa. A partir dai foi fácil descobrir esta pérola no YouTube.
Depois de verem isto não me venham falar novamente da Joss Stone.
Depois de verem isto não me venham falar novamente da Joss Stone.
segunda-feira, julho 16, 2007
SiCKO
Os filmes do Michael Moore, por mais controversos que sejam, costumam ser muito simples. Ele escolhe um tema, faz pesquisa bibliográfica, coordena entrevistas, filma tudo e edita.
E no meio de tudo isto, é o próprio governo que ajuda à festa, mantendo-o vigiado, proibindo-lhe a entrada e entrevistas, e tendo a segurança sempre avisada sobre o aparecimento do "gordo com o boné de basebal".
O novo documentário dele lida com o complexo sistema de saúde dos EUA. Um sistema que não é grátis nem universal.
Eu sei que aqui na Europa, a maior parte dos sistemas nacionais de saúde estão a rebentar pelas costuras, dão prejuízo, e são uma grande chatice no geral, mas... se não tiver um seguro de saúde, um individuo é tratado na mesma, e não posto à porta do hospital.
É claro que há quem diga que não quer pagar mais impostos para tratar dos bêbados e dos drogados. Compreendo. Mas isso faz parte do espírito por detrás de um serviço de saúde grátis e universal.
Como o meu (ex-)chefe costuma dizer, o SNS não foi criado para dar lucro. É ideal se não der prejuizo, mas o objectivo não é fazer dinheiro!
Cá vai o trailer do SiCKO, começando com mais uma bombástica frase do Sr. Bush.
E no meio de tudo isto, é o próprio governo que ajuda à festa, mantendo-o vigiado, proibindo-lhe a entrada e entrevistas, e tendo a segurança sempre avisada sobre o aparecimento do "gordo com o boné de basebal".
O novo documentário dele lida com o complexo sistema de saúde dos EUA. Um sistema que não é grátis nem universal.
Eu sei que aqui na Europa, a maior parte dos sistemas nacionais de saúde estão a rebentar pelas costuras, dão prejuízo, e são uma grande chatice no geral, mas... se não tiver um seguro de saúde, um individuo é tratado na mesma, e não posto à porta do hospital.
É claro que há quem diga que não quer pagar mais impostos para tratar dos bêbados e dos drogados. Compreendo. Mas isso faz parte do espírito por detrás de um serviço de saúde grátis e universal.
Como o meu (ex-)chefe costuma dizer, o SNS não foi criado para dar lucro. É ideal se não der prejuizo, mas o objectivo não é fazer dinheiro!
Cá vai o trailer do SiCKO, começando com mais uma bombástica frase do Sr. Bush.
sexta-feira, julho 06, 2007
Autocarro
Apesar de Leuven ser a cidade das bicicletas, o facto de após a inscrição na faculdade, recebermos um passe de autocarro de 1 ano grátis, ajuda a que rapidamente nos fartemos da bicicleta (principalmente quando está a chover).
Sim, se se vive no centro de Leuven, como eu, é muito mais prático e rápido ir de bicicleta. No entanto, se forem preguiçosos, como eu, em breve descobrem a maravilha de um serviço de autocarros pontuais.
Hoje apercebi-me de outra vantagem.
Indo de autocarro vou sentada (ou de pé) a observar a paisagem, as montras e as pessoas. A ouvir falar Flamengo. Vou no meio da cultura flamenga.
Hoje ao entrar no autocarro, após o aceno de cabeça do motorista e o meu sorriso de resposta, reparei imediatamente que os bancos traseiros iam ocupados por varios canídeos e os seus donos. Ia um senhor com dois cães, sentado ao lado de uma rapariga com um cão pequeno ao colo, e um rapaz com um enorme cão de guarda.
Não é raro ver cães nos autocarros, pois ao contrário de Portugal, são permitidos em todo o lado. No entanto, tantos e tão grandes já não é tão vulgar. Haverá algum acontecimento especial? :)
Duas paragens mais à frente senta-se um senhor ao meu lado, com um bom dia. Respondo, e o senhor mete imediatamente conversa, passando facilmente para o inglês. Em 5 minutos, pergunta-me de onde venho e o que estou a fazer e onde vivo, ao mesmo tempo que me diz que tem 2 filhos médicos no Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, que estiveram alguns anos no Quénia, que ele próprio foi professor durante 20 anos, mas que agora está a acompanhar a mulher, que tem cancro, já metastizado.
À saída do autocarro deu-me um aperto de mão e desejei-lhe as melhoras para a esposa.
Hoje valeu a pena ir de autocarro.
Sim, se se vive no centro de Leuven, como eu, é muito mais prático e rápido ir de bicicleta. No entanto, se forem preguiçosos, como eu, em breve descobrem a maravilha de um serviço de autocarros pontuais.
Hoje apercebi-me de outra vantagem.
Indo de autocarro vou sentada (ou de pé) a observar a paisagem, as montras e as pessoas. A ouvir falar Flamengo. Vou no meio da cultura flamenga.
Hoje ao entrar no autocarro, após o aceno de cabeça do motorista e o meu sorriso de resposta, reparei imediatamente que os bancos traseiros iam ocupados por varios canídeos e os seus donos. Ia um senhor com dois cães, sentado ao lado de uma rapariga com um cão pequeno ao colo, e um rapaz com um enorme cão de guarda.
Não é raro ver cães nos autocarros, pois ao contrário de Portugal, são permitidos em todo o lado. No entanto, tantos e tão grandes já não é tão vulgar. Haverá algum acontecimento especial? :)
Duas paragens mais à frente senta-se um senhor ao meu lado, com um bom dia. Respondo, e o senhor mete imediatamente conversa, passando facilmente para o inglês. Em 5 minutos, pergunta-me de onde venho e o que estou a fazer e onde vivo, ao mesmo tempo que me diz que tem 2 filhos médicos no Instituto de Medicina Tropical em Antuérpia, que estiveram alguns anos no Quénia, que ele próprio foi professor durante 20 anos, mas que agora está a acompanhar a mulher, que tem cancro, já metastizado.
À saída do autocarro deu-me um aperto de mão e desejei-lhe as melhoras para a esposa.
Hoje valeu a pena ir de autocarro.
quarta-feira, julho 04, 2007
Pormenores
Na segunda-feira fui visitar um estúdio. A descrição era favorável (quarto, sala, wc e cozinha), perto da estação e a um preço muito razoável.
O que só podia querer dizer que algo não ia bater certo.
O dono dos estúdios tem uma lojinha de sandes no rés-do-chão e mandou-me subir. Ultimo andar, escadas de madeira com menos de 50 cm de largura. Entro no estúdio e o rapaz que lá está agora pede-me desculpa pela confusão. O quarto fica uns degraus abaixo do resto do estúdio, e estava ocupado por dois colchões no chão. O wc era decente, mas a sala era um espaço que eu chamaria de hall, pois não devia ter mais de 2 metros de largura. Mas tinha espaço suficiente para ter 2 cadeiras, uma pequena mesa entre estas, e na parede oposta uma arca, com um ecrã plasma ENORME! Garanto-vos que era mesmo muito grande, pois eu tenho um LCD bem razoável em casa e aquele era bem maior.
O estúdio não era bem o que eu pretendia (o rapaz comentou que era dificil trazer a mobilia até ali a cima. Jura?!), mas achei piada às prioridades de um rapaz longe de casa e a viver sozinho: cama? Nah. TV e micro-ondas.
Desci e meti conversa com o dono. Aqui as pessoas estão tão pouco habituadas a uma personalidade mais mediterrânica, que me sinto uma autêntica flor social (coisa que estou longe de ser). Descobri que o dono do snack bar tem o doutoramento em microbiologia, área de manipulação genética, e que veio da Jordânia, e pela 165398a vez perguntaram me se era árabe/indiana/cigana/judia. Não. Sou morena.
O que só podia querer dizer que algo não ia bater certo.
O dono dos estúdios tem uma lojinha de sandes no rés-do-chão e mandou-me subir. Ultimo andar, escadas de madeira com menos de 50 cm de largura. Entro no estúdio e o rapaz que lá está agora pede-me desculpa pela confusão. O quarto fica uns degraus abaixo do resto do estúdio, e estava ocupado por dois colchões no chão. O wc era decente, mas a sala era um espaço que eu chamaria de hall, pois não devia ter mais de 2 metros de largura. Mas tinha espaço suficiente para ter 2 cadeiras, uma pequena mesa entre estas, e na parede oposta uma arca, com um ecrã plasma ENORME! Garanto-vos que era mesmo muito grande, pois eu tenho um LCD bem razoável em casa e aquele era bem maior.
O estúdio não era bem o que eu pretendia (o rapaz comentou que era dificil trazer a mobilia até ali a cima. Jura?!), mas achei piada às prioridades de um rapaz longe de casa e a viver sozinho: cama? Nah. TV e micro-ondas.
Desci e meti conversa com o dono. Aqui as pessoas estão tão pouco habituadas a uma personalidade mais mediterrânica, que me sinto uma autêntica flor social (coisa que estou longe de ser). Descobri que o dono do snack bar tem o doutoramento em microbiologia, área de manipulação genética, e que veio da Jordânia, e pela 165398a vez perguntaram me se era árabe/indiana/cigana/judia. Não. Sou morena.
116 dias
Foi o tempo que o jornalista da BBC em Gaza, Alan Johnston, esteve prisioneiro. Quase 4 meses, 3 dos quais passados num quarto com as janelas tapadas e sem ver o sol.
Substancialmente mais magro e com ar cansado, foi libertado ao Hamas esta madrugada.
Independentemente de o seu rapto ter sido uma maquinação política por parte do Hamas ou outros movimentos, para se fazerem a si próprios de heróis, o que interessa, é que o Alan está vivo e foi libertado.
Bem haja!
Substancialmente mais magro e com ar cansado, foi libertado ao Hamas esta madrugada.
Independentemente de o seu rapto ter sido uma maquinação política por parte do Hamas ou outros movimentos, para se fazerem a si próprios de heróis, o que interessa, é que o Alan está vivo e foi libertado.
Bem haja!
quinta-feira, junho 28, 2007
A melhor canção do momento
White Americans, what?
Nothing better to do?
Why don't you kick yourself out?
You're an immigrant too.
Who's using who?
What should we do?
Well you can't be a pimp
And a prostitute too.
Nothing better to do?
Why don't you kick yourself out?
You're an immigrant too.
Who's using who?
What should we do?
Well you can't be a pimp
And a prostitute too.
The White Stripes, Icky Thump
terça-feira, junho 26, 2007
Humorzinho bonito...
Estou chateada, irritada, comichosa... por várias razões, todas completamente fúteis, que somadas, servem para me pôr neste estado. Passo a numerar:
- Amazon:(1) fiz uma encomenda na Amazona inglesa e outra na alemã, há uma semana. Os produtos ainda não foram enviados. Aquela gente anda a dormir? (2) Espero ansiosamente pela data de lançamento do DVD de uma série, que podia inclusive pré-encomendar, para no dia de lançamento ir ao site e o produto estar indisponível e sem previsão de quando o poderei encomendar.
- Tempo: é bonito andar a sofrer clima tropical durante umas semanas (chuva e humidade) para hoje estar Inverno?
- Habitação: estúdios no rés do chão, no 5° andar e no 2°. Caros. Novos. Mas caros. O que fazer?
- Trabalho: já tenho os resultados da sequenciação da contaminação, e apenas confirmam um resultado "impossível". Voltar à estaca zero...
- Amazon:(1) fiz uma encomenda na Amazona inglesa e outra na alemã, há uma semana. Os produtos ainda não foram enviados. Aquela gente anda a dormir? (2) Espero ansiosamente pela data de lançamento do DVD de uma série, que podia inclusive pré-encomendar, para no dia de lançamento ir ao site e o produto estar indisponível e sem previsão de quando o poderei encomendar.
- Tempo: é bonito andar a sofrer clima tropical durante umas semanas (chuva e humidade) para hoje estar Inverno?
- Habitação: estúdios no rés do chão, no 5° andar e no 2°. Caros. Novos. Mas caros. O que fazer?
- Trabalho: já tenho os resultados da sequenciação da contaminação, e apenas confirmam um resultado "impossível". Voltar à estaca zero...
quinta-feira, junho 21, 2007
China Heart
Here I am, all alone
Come see the girl with the china heart
Keep me safe, safe from harm
Hurt me and sound the alarm
Lovers they surrender
Cos nothing lasts forever
Can you free my heart?
My china heart, a work of art
So cold to those who play
I can easily break
My china heart, behind the glass
What good does it do?
I need someone like you
To love and warm me through
Every night, every day
I am the girl with the china heart
Lock and key, guarding
So look but I can't let you touch
Hungry dogs will chase you
If you try to get through
Dare you free my heart?
Come see the girl with the china heart
Keep me safe, safe from harm
Hurt me and sound the alarm
Lovers they surrender
Cos nothing lasts forever
Can you free my heart?
My china heart, a work of art
So cold to those who play
I can easily break
My china heart, behind the glass
What good does it do?
I need someone like you
To love and warm me through
Every night, every day
I am the girl with the china heart
Lock and key, guarding
So look but I can't let you touch
Hungry dogs will chase you
If you try to get through
Dare you free my heart?
Sophie Ellis-Bextor
segunda-feira, junho 18, 2007
Fantasma da Ópera
O Her Majesty's Theater é muito bonito e acolhedor, nada de grandes plateias. Apesar de estarmos nas últimas filas, estavamos em lugares centrais e não muito longe do palco. Pelo menos bem mais perto do que quando fomos ver o Equus.
O filme, que eu já conhecia não diverge em nada do musical, mas o espectáculo de estar a ver a história em palco, cantada ao vivo, é que torna o musical uma nova experiência. Principalmente o papel de Christine, é absolutamente esgotante, pois ela canta em quase todas as cenas. Não admira por isso que seja dividido por duas actrizes, apesar de no palco não nos apercebermos da troca.
Algumas cenas não são tão bem conseguidas, como o filme permite, principalmente quando vários personagens cantam ao mesmo tempo. A cena das Notes, uma das mais engraçadas e das minhas favoritas de trautear, foi uma cacofonia de som. Felizmente, a cena final, em que o trio amoroso canta, foi muito bem conseguida, com as diferentes vozes a sobressair na altura certa, coisa que não aconteceu em Notes. Com 8 pessoas a cantar letras diferentes, basicamente foi a cena mais ruidosa e imperceptivel do musical.
Os efeitos cenográficos foram magnificos, desde recriar um terraço do teatro até ao lago e caverna subterrânea do Fantasma.
No final, fiquei como sempre, fascinada com o esforço dos actores de fazer matinée e sessão da noite, todos os dias! Absolutamente espectacular ter o poder de cantar e dançar durante 2 horas e meia, duas vezes por dia, 6 dias por semana.
Deixo aqui o trailer do filme, para vos dar uma ideia do espectáculo visual que é este musical, que já celebrou 20 anos em palco.
O filme, que eu já conhecia não diverge em nada do musical, mas o espectáculo de estar a ver a história em palco, cantada ao vivo, é que torna o musical uma nova experiência. Principalmente o papel de Christine, é absolutamente esgotante, pois ela canta em quase todas as cenas. Não admira por isso que seja dividido por duas actrizes, apesar de no palco não nos apercebermos da troca.
Algumas cenas não são tão bem conseguidas, como o filme permite, principalmente quando vários personagens cantam ao mesmo tempo. A cena das Notes, uma das mais engraçadas e das minhas favoritas de trautear, foi uma cacofonia de som. Felizmente, a cena final, em que o trio amoroso canta, foi muito bem conseguida, com as diferentes vozes a sobressair na altura certa, coisa que não aconteceu em Notes. Com 8 pessoas a cantar letras diferentes, basicamente foi a cena mais ruidosa e imperceptivel do musical.
Os efeitos cenográficos foram magnificos, desde recriar um terraço do teatro até ao lago e caverna subterrânea do Fantasma.
No final, fiquei como sempre, fascinada com o esforço dos actores de fazer matinée e sessão da noite, todos os dias! Absolutamente espectacular ter o poder de cantar e dançar durante 2 horas e meia, duas vezes por dia, 6 dias por semana.
Deixo aqui o trailer do filme, para vos dar uma ideia do espectáculo visual que é este musical, que já celebrou 20 anos em palco.
Duas raparigas à solta em Londres
Este fim de semana fui a Londres visitar a minha irmã. São viagens que utilizamos para diminuir um pouco a distância da nossa casinha e do nosso país. Apesar de estarmos longe, estamos juntas, e podemos discutir e coscuvilhar, ver montras, divertirmo-nos um bocado.
Este fim de semana tinha sido planeado por mim. Queria levar a minha irmã a ver o Fantasma da Ópera, uma vez que ela gosta tanto do filme, e eu também, devo confessar. Sabemos cantar o musical todo de trás para a frente. :)
A minha irmã entretanto queria mimar-me, porque não tinha tido tempo para procurar uma prenda pelos meus anos (apesar dos DVDs do House) e Londres é certamente uma das melhores cidades para isso. E aqui, os leitores masculinos podem passar à frente. :) Fomos ao Harrods, onde almoçamos num dos restaurantes, e depois passeamos pela zona dos designers, a sonhar com o dia em que podemos pagar aqueles preços. Mas pelo menos pudemos ver e tocar, com particular enfâse para um vestido Valentino lindo de morrer. Não me lembro se tinha preço, mas acho que ultrapassava as 1000 libras. Nada de especial, portanto... lol
A minha irmã ficou especialmente interessada no Ted Baker, que tinha roupas interessantes e relativamente acessiveis, enquanto que eu espreitei os sapatos Miu Miu que tinham tido uns peep toe pumps de verniz fabulosos, mas que desta vez tinham expostos uns modelos bastante desengraçados (cujas cópias baratas, se podiam comprar na Zara, no edificio ao lado).
Seguimos para o Starbucks, para "kick up our heels", apesar de como a minha irmã comentou, nenhuma de nós estar de saltos. Eh!
Em seguida, nova meca do comercio, Harvey Nichols, ou Harvey Nics para os famosos. Ai a minha irmã marcou vez para eu ser submetida a uma nova técnica de beleza. Ir à Bliñk, fazer as sobrancelhas. Elas utilizam o "threading", uma técnica indiana para remover os pêlos desde a raiz. Foi rápido, eficaz, e incluiu massagem e creme. Claro que pelo preço... Digamos que a jovem ao meu lado, quando se levantou da cadeira vestiu um casaco Marc Jacobs, que eu e a minha irmã tinhamos estado a namorar no 3o andar (300 libras!). Portanto, um tratamento de luxo...
Seguimos depois rapidamente para Picadilly Circus, onde nos esperava o Fantasma da Ópera, que a minha irmã não sabia ainda que ia ver...
Este fim de semana tinha sido planeado por mim. Queria levar a minha irmã a ver o Fantasma da Ópera, uma vez que ela gosta tanto do filme, e eu também, devo confessar. Sabemos cantar o musical todo de trás para a frente. :)
A minha irmã entretanto queria mimar-me, porque não tinha tido tempo para procurar uma prenda pelos meus anos (apesar dos DVDs do House) e Londres é certamente uma das melhores cidades para isso. E aqui, os leitores masculinos podem passar à frente. :) Fomos ao Harrods, onde almoçamos num dos restaurantes, e depois passeamos pela zona dos designers, a sonhar com o dia em que podemos pagar aqueles preços. Mas pelo menos pudemos ver e tocar, com particular enfâse para um vestido Valentino lindo de morrer. Não me lembro se tinha preço, mas acho que ultrapassava as 1000 libras. Nada de especial, portanto... lol
A minha irmã ficou especialmente interessada no Ted Baker, que tinha roupas interessantes e relativamente acessiveis, enquanto que eu espreitei os sapatos Miu Miu que tinham tido uns peep toe pumps de verniz fabulosos, mas que desta vez tinham expostos uns modelos bastante desengraçados (cujas cópias baratas, se podiam comprar na Zara, no edificio ao lado).
Seguimos para o Starbucks, para "kick up our heels", apesar de como a minha irmã comentou, nenhuma de nós estar de saltos. Eh!
Em seguida, nova meca do comercio, Harvey Nichols, ou Harvey Nics para os famosos. Ai a minha irmã marcou vez para eu ser submetida a uma nova técnica de beleza. Ir à Bliñk, fazer as sobrancelhas. Elas utilizam o "threading", uma técnica indiana para remover os pêlos desde a raiz. Foi rápido, eficaz, e incluiu massagem e creme. Claro que pelo preço... Digamos que a jovem ao meu lado, quando se levantou da cadeira vestiu um casaco Marc Jacobs, que eu e a minha irmã tinhamos estado a namorar no 3o andar (300 libras!). Portanto, um tratamento de luxo...
Seguimos depois rapidamente para Picadilly Circus, onde nos esperava o Fantasma da Ópera, que a minha irmã não sabia ainda que ia ver...
sexta-feira, junho 15, 2007
Post esquizofrénico
Parte maniaca:
Ontem a minha irmã telefona-me antes ainda das 9 da manhã, o que com a diferença de fusos horários dá antes das 8 lá. Fiquei um pouco assustada, até conseguir falar com ela. Estava tudo bem com ela, mas o computador dela tinha morrido na noite anterior. Neste post já tinha contado o meu desespero quando fiquei sem computador, e ainda recentemente a Lusitana Paixão sofreu o mesmo.
A reacção da minha irmã não foi muito diferente. Dormiu mal e acordou cedissimo, telefonou ao meu pai e depois a mim, e em seguida foi a correr para o serviço para ver se telefonava para a HP. Atendeu-lhe um indiano (bem, o call center é na Índia), deu-lhe uma dicas e uns conselhos, e à hora de almoço a minha irmã correu para casa para ver se funcionavam.
Funcionaram. Mas o pânico dela e o nervosismo de toda a gente só de imaginar que ela ficava sem computador, fez-me pensar novamente na *enorme* dependência que temos das tecnologias. É claro que estando nós longe de casa, o computador torna-se o objecto mais importante da nossa vida. Se estivesse em casa a reacção dela tinha sido bem diferente, tal como a minha.
Mesmo assim, foi um episódio engraçado.
Já que estou nesta de coisas engraçadas e sobressaltos, na segunda feira a Ana estava bastante nervosa e chateada (com razão), e óbviamente calhou-me a mim o papel de palhaça, porque no caminho para casa de bicicleta, perdi o sapato duas vezes! Ao pedalar ele escorregava, saltava do pé e ficava para trás. Lá ia eu ao pé-coxinho, apoiada na bicicleta, apanhá-lo. Até eu me ri, portanto imagino que quem estivesse a ver, deve ter apanhado uma barrigada. LOL
Parte depressiva:
Depois das experiências laboratoriais não estarem a dar em nada na semana passada, resolvemos começar do início, das amostras. Dois dias depois, acabo de confirmar que ao fazer a purificação do RNA aconteceu uma contaminação (provavelmente uma gota que saltou para a ponta ou para outro tubo). O que quer dizer que chega 2a feira e vou ter de voltar ao início. Outra vez. Grrrrr......
Ontem a minha irmã telefona-me antes ainda das 9 da manhã, o que com a diferença de fusos horários dá antes das 8 lá. Fiquei um pouco assustada, até conseguir falar com ela. Estava tudo bem com ela, mas o computador dela tinha morrido na noite anterior. Neste post já tinha contado o meu desespero quando fiquei sem computador, e ainda recentemente a Lusitana Paixão sofreu o mesmo.
A reacção da minha irmã não foi muito diferente. Dormiu mal e acordou cedissimo, telefonou ao meu pai e depois a mim, e em seguida foi a correr para o serviço para ver se telefonava para a HP. Atendeu-lhe um indiano (bem, o call center é na Índia), deu-lhe uma dicas e uns conselhos, e à hora de almoço a minha irmã correu para casa para ver se funcionavam.
Funcionaram. Mas o pânico dela e o nervosismo de toda a gente só de imaginar que ela ficava sem computador, fez-me pensar novamente na *enorme* dependência que temos das tecnologias. É claro que estando nós longe de casa, o computador torna-se o objecto mais importante da nossa vida. Se estivesse em casa a reacção dela tinha sido bem diferente, tal como a minha.
Mesmo assim, foi um episódio engraçado.
Já que estou nesta de coisas engraçadas e sobressaltos, na segunda feira a Ana estava bastante nervosa e chateada (com razão), e óbviamente calhou-me a mim o papel de palhaça, porque no caminho para casa de bicicleta, perdi o sapato duas vezes! Ao pedalar ele escorregava, saltava do pé e ficava para trás. Lá ia eu ao pé-coxinho, apoiada na bicicleta, apanhá-lo. Até eu me ri, portanto imagino que quem estivesse a ver, deve ter apanhado uma barrigada. LOL
Parte depressiva:
Depois das experiências laboratoriais não estarem a dar em nada na semana passada, resolvemos começar do início, das amostras. Dois dias depois, acabo de confirmar que ao fazer a purificação do RNA aconteceu uma contaminação (provavelmente uma gota que saltou para a ponta ou para outro tubo). O que quer dizer que chega 2a feira e vou ter de voltar ao início. Outra vez. Grrrrr......
quinta-feira, junho 14, 2007
LiveJournal e Madeleine
O surgimento de novas pistas (ou não) sobre o caso Madeleine, lembrou-me novamente no que se passou no LiveJournal há duas semanas, e que podem ler neste post.
O que aconteceu foi que a equipa de Abuso do LJ recebeu diversas queixas sobre blogs de pedófilos. Após investigação, o LJ nada pode fazer, pois não encontrou ilegalidades. É chato, mas os sites não contêm fotos, nem provas, e portanto é dificil confirmar a veracidade da situação.
Um pequeno grupo de auto-denominados defensores das crianças, decidiu queixar-se então às empresas que fazem publicidade no LJ, afirmando que os anúncios se encontravam em sites pedófilos.
Ai a coisa ardeu. Afinal, podiam perder a publicidade e lá se ia o rico dinheirinho! Seguiu-se uma procura rápida e "porca" de blogs através dos interesses listados nos perfis dos utilizadores e a suspensão de 500 blogs. Resultado: um blog cujo interesse era "abuso sexual" foi suspenso. O que era? Uma comunidade de apoio a vítimas de abuso. Outro interesse foi "Lolita". E lá se foram umas quantas comunidades dedicadas à Lolita fashion e à discussão da obra de Nabukov. Portanto como vêem a coisa resultou em cheio....
E o resultado em cheio foi milhares de utilizadores, incluindo eu, a bater o pé e a exigir uma explicação. Eu não gosto de me vestir à Lolita (nem sabia que isso existia...), mas se há quem goste, força! Eu defendo a liberdade de expressão.
E pronto, foi isto que me pôs a mim (e não só) mal disposta e irritada nessa noite. Porque a resposta só apareceu quase 2 dias depois! Felizmente, mesmo virtual, esta manifestação pareceu resultar, pois os blogs e comunidades foram novamente publicados, excepto uma pequena minoria que realmente defendia ilegalidades, o que eu acho muito bem.
Achei engraçado conseguir tanta indignação e manifestá-la tão vociferosamente na internet, quando nunca iria a uma manifestação de rua. Pensava eu. Se calhar, da próxima vez, se achar que me estão a pisar direitos fundamentais, queixo-me, em vez de encolher os ombros e seguir a lengalenga do costume, que "a culpa é dos politicos, e do governo, e são todos iguais, o que se há-de fazer....".
O que aconteceu foi que a equipa de Abuso do LJ recebeu diversas queixas sobre blogs de pedófilos. Após investigação, o LJ nada pode fazer, pois não encontrou ilegalidades. É chato, mas os sites não contêm fotos, nem provas, e portanto é dificil confirmar a veracidade da situação.
Um pequeno grupo de auto-denominados defensores das crianças, decidiu queixar-se então às empresas que fazem publicidade no LJ, afirmando que os anúncios se encontravam em sites pedófilos.
Ai a coisa ardeu. Afinal, podiam perder a publicidade e lá se ia o rico dinheirinho! Seguiu-se uma procura rápida e "porca" de blogs através dos interesses listados nos perfis dos utilizadores e a suspensão de 500 blogs. Resultado: um blog cujo interesse era "abuso sexual" foi suspenso. O que era? Uma comunidade de apoio a vítimas de abuso. Outro interesse foi "Lolita". E lá se foram umas quantas comunidades dedicadas à Lolita fashion e à discussão da obra de Nabukov. Portanto como vêem a coisa resultou em cheio....
E o resultado em cheio foi milhares de utilizadores, incluindo eu, a bater o pé e a exigir uma explicação. Eu não gosto de me vestir à Lolita (nem sabia que isso existia...), mas se há quem goste, força! Eu defendo a liberdade de expressão.
E pronto, foi isto que me pôs a mim (e não só) mal disposta e irritada nessa noite. Porque a resposta só apareceu quase 2 dias depois! Felizmente, mesmo virtual, esta manifestação pareceu resultar, pois os blogs e comunidades foram novamente publicados, excepto uma pequena minoria que realmente defendia ilegalidades, o que eu acho muito bem.
Achei engraçado conseguir tanta indignação e manifestá-la tão vociferosamente na internet, quando nunca iria a uma manifestação de rua. Pensava eu. Se calhar, da próxima vez, se achar que me estão a pisar direitos fundamentais, queixo-me, em vez de encolher os ombros e seguir a lengalenga do costume, que "a culpa é dos politicos, e do governo, e são todos iguais, o que se há-de fazer....".
terça-feira, junho 12, 2007
Random Acts of Reality
Via um post no LiveJournal, fui parar a este blog. Escrito por um membro do LAS, London Ambulance Service, segue os casos que se encontram quando se é chamado de emergência pelo 112 (999 no R.U.): desde casos sérios como ataques cardíacos até cortes nas extremidades (pés e mãos), bébados e grávidas (a horas do parto, com carro próprio e a 1km de distância do hospital), arranjar camas e arrombar portas.
Tudo contado por Tom Reynolds (pseudónimo) duma forma engraçada, tocante, sarcástica ou irritada. E algumas vezes com fotos. Reynolds preserva impecavelmente a privacidade dos utentes que trata, ocultando detalhes que os possam identificar de qualquer maneira, incluindo o historial médico, localização ou detalhes específicos.
Excepto isso, Reynolds é extraordinariamente cândido com o leitor, admitindo a sua irritação ou fraqueza, o serviço que não correu bem, problemas familiares, convidando-nos para ir tomar uma bebida com ele (tem o telemovel disponivel no blog).
O blog vem desde 2003, e tenho estado a ler os arquivos. Há já algum tempo que queria fazer um post sobre este blog, que está permanentemente aberto no meu laptop em casa, mas o site esteve em baixo este fim de semana.
Vão lá, que dá uma boa leitura.
Tudo contado por Tom Reynolds (pseudónimo) duma forma engraçada, tocante, sarcástica ou irritada. E algumas vezes com fotos. Reynolds preserva impecavelmente a privacidade dos utentes que trata, ocultando detalhes que os possam identificar de qualquer maneira, incluindo o historial médico, localização ou detalhes específicos.
Excepto isso, Reynolds é extraordinariamente cândido com o leitor, admitindo a sua irritação ou fraqueza, o serviço que não correu bem, problemas familiares, convidando-nos para ir tomar uma bebida com ele (tem o telemovel disponivel no blog).
O blog vem desde 2003, e tenho estado a ler os arquivos. Há já algum tempo que queria fazer um post sobre este blog, que está permanentemente aberto no meu laptop em casa, mas o site esteve em baixo este fim de semana.
Vão lá, que dá uma boa leitura.
segunda-feira, junho 11, 2007
Stephen Lynch
Vi um vídeo feito por uma fã do Harry Potter no YouTube, em que ela utilizava a música "If I were gay" de um tal Stephen Lynch. Entre rolar no chão a rir e ficar "Ohh! Ele não disse aquilo!!!" fiquei completamente viciada.
A música é brilhante, hilariante e completamente politicamente INcorrecta. O que serve para categorizar TODAS as músicas de Lynch. Mas não pensem que ele é um homofóbico. Ele agarra em tudo, desde bébés, imigrantes, deficientes mentais, os para-olimpicos, Jesus, os avôs, a namorada, a filha, o melhor amigo (e a irmã deste)... e faz uma canção que consegue insultar e horrorizar até as almas menos sensíveis.
Aqui ponho a música Baby, mas aconselho a If I were gay, e depois todas as outras. E não esquecer, que este senhor é um cómico, apesar de não cantar nada mal...
*Atenção: linguagem MUITO ofensiva (e não estou a falar de palavrões...)*
A música é brilhante, hilariante e completamente politicamente INcorrecta. O que serve para categorizar TODAS as músicas de Lynch. Mas não pensem que ele é um homofóbico. Ele agarra em tudo, desde bébés, imigrantes, deficientes mentais, os para-olimpicos, Jesus, os avôs, a namorada, a filha, o melhor amigo (e a irmã deste)... e faz uma canção que consegue insultar e horrorizar até as almas menos sensíveis.
Aqui ponho a música Baby, mas aconselho a If I were gay, e depois todas as outras. E não esquecer, que este senhor é um cómico, apesar de não cantar nada mal...
*Atenção: linguagem MUITO ofensiva (e não estou a falar de palavrões...)*
quinta-feira, junho 07, 2007
Alan Johnston
Um post rápido para explicar este senhor que vai passar a estar no meu blog.
O correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston, foi raptado a 12 de Março e está desaparecido desde então.
Para mais informações ou para assinar a petição pela libertação deste jornalista, carreguem no icone.
Obrigada.
O correspondente da BBC em Gaza, Alan Johnston, foi raptado a 12 de Março e está desaparecido desde então.
Para mais informações ou para assinar a petição pela libertação deste jornalista, carreguem no icone.
Obrigada.
Petanca
Ontem um grupo de pessoal aqui do laboratório foi jogar Petanca para casa do Guido, o senhor da limpeza do lab, que se reformou há pouco tempo e para o qual fizemos uma festa de despedida.
Em troca, ele, que adora Petanca, desafiou-nos a ir jogar lá a casa dele. A organização ficou a cabo do Kristof. Encomendaram-se sandes de vários tipos e lá fomos todos em 3 carros.
O Guido mora relativamente longe de Leuven, numa zona muito agradável e calma, numa grande moradia. Na garagem tinha uma mesa montada com diversos comes e bebes, música, e no jardim, 3 campos de Petanca! Grande fã!
Quase toda a gente levou o seu set de bolas, e o Guido forneceu bolas ao resto do pessoal. Dividimo-nos em equipas, e lá fomos nós para a maratona de Petanca.
Há medida que a noite avançava (esteve luz do dia até perto das 22h e depois tivemos iluminação artificial), os ânimos foram aquecendo com o vinho e as cervejas e a competição foi ficando feroz.
No fim dos jogos, fizeram-se as contas e entregaram-se os prémios:
- Next time better (último lugar): Natalie
- 3° lugar: Carolina e Koen
- 2° lugar: Leen
- 1° lugar: Joke
E até tivemos direito a taças, e tenho aqui a minha em cima da mesa. lol
No regresso, andámos um pouco perdidos, depois lá nos encontramos, estivemos quase perdidos novamente, e finalmente lá conseguimos regressar a Leuven, são e salvos.
Em troca, ele, que adora Petanca, desafiou-nos a ir jogar lá a casa dele. A organização ficou a cabo do Kristof. Encomendaram-se sandes de vários tipos e lá fomos todos em 3 carros.
O Guido mora relativamente longe de Leuven, numa zona muito agradável e calma, numa grande moradia. Na garagem tinha uma mesa montada com diversos comes e bebes, música, e no jardim, 3 campos de Petanca! Grande fã!
Quase toda a gente levou o seu set de bolas, e o Guido forneceu bolas ao resto do pessoal. Dividimo-nos em equipas, e lá fomos nós para a maratona de Petanca.
Há medida que a noite avançava (esteve luz do dia até perto das 22h e depois tivemos iluminação artificial), os ânimos foram aquecendo com o vinho e as cervejas e a competição foi ficando feroz.
No fim dos jogos, fizeram-se as contas e entregaram-se os prémios:
- Next time better (último lugar): Natalie
- 3° lugar: Carolina e Koen
- 2° lugar: Leen
- 1° lugar: Joke
E até tivemos direito a taças, e tenho aqui a minha em cima da mesa. lol
No regresso, andámos um pouco perdidos, depois lá nos encontramos, estivemos quase perdidos novamente, e finalmente lá conseguimos regressar a Leuven, são e salvos.
quarta-feira, junho 06, 2007
Aniversário
No sábado fiz um belo dum lanche em casa para quem quis (e pode) aparecer. Tinha salgadinhos, quiches, doces miniaturas, croissants e pães de leite. E estava tudo uma delícia!
E consegui um bom saque (de prendas), senão vejamos:
- o cd do Michael Bublé (edição especial com DVD!), da Nádia
- caixa para o chá (bem gira, por sinal), da Claúdia
- cd ao vivo da Dave Mathews Band, do Rui e da Lia
- DVD Deuce Bigalow, um Gigolo na Europa, do Cristovão (er... digamos que não percebi esta...)
- ramo de flores, da Mercedes
- séries 1 e 2 do House, da minha irmã (os gags e a secção "deve ser lúpus" são de morrer)
- uma mala de ganga, da Marta (uma mulher nunca tem malas ou sapatos a mais)
- uma camisa de dormir da Bennetton, da Patricia
- uma torradeira, da Cândida (para a minha casita)
- um conjunto de lençois bordados à mão (lindos de morrer), da mãe
- uma drive externa de 120Gb da WD, do pai
Concluindo, a malta soube oferecer coisas que foram do práctico ao decorativo, do nerd ao feminino.
Ah, e ainda uma bergére, de carvalho decápé, da Conceição Vasco Costa, oferta dos papás para a minha casa. Ainda não pus os olhos nesta maravilha, mas só o nome impõe respeito! A tradução é: um cadeirão forrado, de mogno com umas pinceladas brancas. Parece-me bem.
quinta-feira, maio 31, 2007
Noite de stress
Exactamente. Pensava eu que a coisa não podia ser pior... mas afinal estava enganada. O belo do dia continuou pela noite.
Depois de um jantarinho apetitoso, já a começar a ficar cansada, deito-me. Navego pela internet, e meto-me na autêntica revolta popular que estava a acontecer no LiveJournal.
Irritação + irritação = insónia.
Levanto-me. São 1:30 da manhã. Penso em vir ao lab ver o resultado do último PCR, mas deixei a bicicleta no trabalho. Vou à cozinha e ponho-me a lavar a loiça. Parto um copo. Desisto da loiça, faço uma taça de cereais e volto para a cama.
Irritação + 2:30 da manhã = cansaço, finalmente!
No entanto irritação + insónia = dormir a manhã toda e chegar tardissimo ao trabalho, e de mau humor, ainda por cima.
Viva a Ana, por ter sugerido uma drink!!! Estava mesmo a precisar... :)
Depois de um jantarinho apetitoso, já a começar a ficar cansada, deito-me. Navego pela internet, e meto-me na autêntica revolta popular que estava a acontecer no LiveJournal.
Irritação + irritação = insónia.
Levanto-me. São 1:30 da manhã. Penso em vir ao lab ver o resultado do último PCR, mas deixei a bicicleta no trabalho. Vou à cozinha e ponho-me a lavar a loiça. Parto um copo. Desisto da loiça, faço uma taça de cereais e volto para a cama.
Irritação + 2:30 da manhã = cansaço, finalmente!
No entanto irritação + insónia = dormir a manhã toda e chegar tardissimo ao trabalho, e de mau humor, ainda por cima.
Viva a Ana, por ter sugerido uma drink!!! Estava mesmo a precisar... :)
quarta-feira, maio 30, 2007
Dia de Stress
Sabem aqueles dias em que uma pessoa se questiona porque saiu da cama?
Hoje não é um desses dias, porque eu sei exactamente porque sai (ou saltei) da cama: para me chatear.
Primeiro atiro com o alarme para um canto qualquer e quando acordo é quase meio dia. Dez minutos depois estava a sair de casa. O estado desta? Sem comentários.
Depois recebo um email do programa de milhas da Tap, Victoria. O que eu gosto de escrever emails para estes gajos. Escrevo sempre umas coisas tão poéticas! A resposta é a lengalenga do costume. Sobe-me a mostarda ao nariz. Escrevo uma resposta de rajada e maldigo a coisa durante 5 minutos à pobre da Ana, que não tem nada a ver com isto, mas que convenientemente está na mesa em frente e fala português.
Depois cirando pelos meus sites do costume, incluindo o LiveJournal, no qual eu pertenço a algumas comunidades e mantenho contacto com amigos internautas. E não é que o LJ está a apagar ou suspender todas as comunidades que tenham interesses menos próprios? Gostava de saber quem é que decide o que é próprio e impróprio...
Se há coisa que me irrita, é censura na internet. Se um site contêm temas adultos, coloca uma página de entrada, regista-se com os softwares de webnanny, e só lá vai parar quem quiser e carregar no botão a dizer "Sim, quero ver/ler/falar sobre temas altamente controversos". É simples.
Não é preciso vir o "xerife" da net, dizer-nos o que é bom para nós. E já agora não se esqueçam de tomar o óleo de fígado de bacalhau, e lavar os dentes antes da caminha, tá?
Numa altura em que existem milhares de pedófilos online, sem que ninguém possa fazer nada, censuram-se obras de ficção publicadas online porque descrevem cenas de sexo.
Grrrr....
Hoje não é um desses dias, porque eu sei exactamente porque sai (ou saltei) da cama: para me chatear.
Primeiro atiro com o alarme para um canto qualquer e quando acordo é quase meio dia. Dez minutos depois estava a sair de casa. O estado desta? Sem comentários.
Depois recebo um email do programa de milhas da Tap, Victoria. O que eu gosto de escrever emails para estes gajos. Escrevo sempre umas coisas tão poéticas! A resposta é a lengalenga do costume. Sobe-me a mostarda ao nariz. Escrevo uma resposta de rajada e maldigo a coisa durante 5 minutos à pobre da Ana, que não tem nada a ver com isto, mas que convenientemente está na mesa em frente e fala português.
Depois cirando pelos meus sites do costume, incluindo o LiveJournal, no qual eu pertenço a algumas comunidades e mantenho contacto com amigos internautas. E não é que o LJ está a apagar ou suspender todas as comunidades que tenham interesses menos próprios? Gostava de saber quem é que decide o que é próprio e impróprio...
Se há coisa que me irrita, é censura na internet. Se um site contêm temas adultos, coloca uma página de entrada, regista-se com os softwares de webnanny, e só lá vai parar quem quiser e carregar no botão a dizer "Sim, quero ver/ler/falar sobre temas altamente controversos". É simples.
Não é preciso vir o "xerife" da net, dizer-nos o que é bom para nós. E já agora não se esqueçam de tomar o óleo de fígado de bacalhau, e lavar os dentes antes da caminha, tá?
Numa altura em que existem milhares de pedófilos online, sem que ninguém possa fazer nada, censuram-se obras de ficção publicadas online porque descrevem cenas de sexo.
Grrrr....
terça-feira, maio 29, 2007
Long Way Down
Há quase dois anos atrás, quando estive em Dublin, aproveitei uma estante de pechinchas numa HMV e comprei um livro chamado Long Way Round, relatando uma qualquer viagem de dois tipos, um deles relativamente famoso, Ewan McGregor.
A história é interessante. Ambos actores num pequeno filme há mais de 10 anos, tornaram-se amigos por um amor comum de motos. Durante esses anos, um dos tópicos mais discutidos era fazerem uma grande viagem de moto. Após o sucesso da sua presença na saga Star Wars, Ewan "suspendeu" a carreira de actor por dois anos, e começou a magicar o que fazer nesse interregno.
O resultado foi o Long Way Round, em 2004, em que Ewan McGregor e Charley Boorman partiram de Londres para Nova Iorque, atravessando a Europa de Leste, a Rússia e os EUA. Tudo muito à amadora e com pouco dinheiro e assistência. Decidiram filmar a coisa na esperança que alguma televisão comprasse o documentário e os patrocinasse.
Tinham uma pequena equipa de apoio que os seguia de jipe, a horas e às vezes dias de distância. Andaram por pântanos, rios, lama, pontes feitas de uma tábua de madeira, acamparam, foram convidados para tendas e hoteis, e deixaram cair as motos vez e vez seguida (era preciso o outro parar e voltar atrás, uma vez que apenas um homem não conseguia pôr uma moto de pé novamente.)
O livro acabou por ser um verdadeiro achado, e sim o documentário foi comprado e passou na tv inglesa. Foi um sucesso!
Três anos mais tarde, voltam à carga, desta vez com patrocínio da BBC e mais condições (o projecto apoia a UNICEF). O princípio é o mesmo: eles vão sozinhos sem apoio directo, e o trajecto é do norte da Escócia ao sul de África.
Podem segui-los neste site Long Way Down, com posts, videos e fotos. Estão agora no sul de Itália...
Boa viagem!
PS-Aqui têm um gostinho do Long Way Round.
A história é interessante. Ambos actores num pequeno filme há mais de 10 anos, tornaram-se amigos por um amor comum de motos. Durante esses anos, um dos tópicos mais discutidos era fazerem uma grande viagem de moto. Após o sucesso da sua presença na saga Star Wars, Ewan "suspendeu" a carreira de actor por dois anos, e começou a magicar o que fazer nesse interregno.
O resultado foi o Long Way Round, em 2004, em que Ewan McGregor e Charley Boorman partiram de Londres para Nova Iorque, atravessando a Europa de Leste, a Rússia e os EUA. Tudo muito à amadora e com pouco dinheiro e assistência. Decidiram filmar a coisa na esperança que alguma televisão comprasse o documentário e os patrocinasse.
Tinham uma pequena equipa de apoio que os seguia de jipe, a horas e às vezes dias de distância. Andaram por pântanos, rios, lama, pontes feitas de uma tábua de madeira, acamparam, foram convidados para tendas e hoteis, e deixaram cair as motos vez e vez seguida (era preciso o outro parar e voltar atrás, uma vez que apenas um homem não conseguia pôr uma moto de pé novamente.)
O livro acabou por ser um verdadeiro achado, e sim o documentário foi comprado e passou na tv inglesa. Foi um sucesso!
Três anos mais tarde, voltam à carga, desta vez com patrocínio da BBC e mais condições (o projecto apoia a UNICEF). O princípio é o mesmo: eles vão sozinhos sem apoio directo, e o trajecto é do norte da Escócia ao sul de África.
Podem segui-los neste site Long Way Down, com posts, videos e fotos. Estão agora no sul de Itália...
Boa viagem!
PS-Aqui têm um gostinho do Long Way Round.
sexta-feira, maio 25, 2007
Slecht!
Pois, é mesmo assim que eu me sinto, depois do exame de leitura e audição de flamengo de ontem. Ok, eu não estudei. E não estudo há 1 ou 2 semanas, mas, mas, mas... *suspiro* É pá podiam ter posto um texto e uma conversa ainda MAIS díficil, não?
Bem, o que há-de uma pessoa fazer? Olha, ri-se, principalmente quando se chega cá fora e o valor da renda que as outras pessoas ouviram vai de 618 euros, passando por 680, 718 e 780, o que tornou a coisa num autêntico bingo! LOL
A Carolina NÃO vai passar a esta coisa, mas a Carolina vai estudar no fim de semana para o exame escrito na 3a feira. E depois, no próximo ano... inscrevo-me outra vez! ahahahaha
EDIT: A Carolina vai também apagar todo e qualquer comentário que contenha a palavra "trancada" quando aplicada como designação para o acto sexual e outros carinhoso epitetos. No vosso blog, façam o que quiserem, que no meu mando eu.
Bem, o que há-de uma pessoa fazer? Olha, ri-se, principalmente quando se chega cá fora e o valor da renda que as outras pessoas ouviram vai de 618 euros, passando por 680, 718 e 780, o que tornou a coisa num autêntico bingo! LOL
A Carolina NÃO vai passar a esta coisa, mas a Carolina vai estudar no fim de semana para o exame escrito na 3a feira. E depois, no próximo ano... inscrevo-me outra vez! ahahahaha
EDIT: A Carolina vai também apagar todo e qualquer comentário que contenha a palavra "trancada" quando aplicada como designação para o acto sexual e outros carinhoso epitetos. No vosso blog, façam o que quiserem, que no meu mando eu.
quinta-feira, maio 24, 2007
Notícia bombástica
Mas ainda antes da notícia BOMBÁSTICA, tenho que a dizer que enquanto procurava bilhetes para a Tour dos Take That (Novembro/Dezembro), que estão obviamente esgotadíssimos, descobri que o nosso amigo Michael Bublé também ia andar pelo continente Europeu.
Uma procura rápida originou uma data e local: 5 de Novembro, Sport Palais, Antuerpia, Bélgica. O bilhetes vão dos 34 aos 44 euros. Era lindo, não era? Oh, Blennius, não queres vir dai? Mais a malta do costume, claro!
Ah, e quanto à notícia BOMBÁSTICA? Fica para a próxima. LOL (PS- Acho que ando a ver Gato Fedorento a mais)
Uma procura rápida originou uma data e local: 5 de Novembro, Sport Palais, Antuerpia, Bélgica. O bilhetes vão dos 34 aos 44 euros. Era lindo, não era? Oh, Blennius, não queres vir dai? Mais a malta do costume, claro!
Ah, e quanto à notícia BOMBÁSTICA? Fica para a próxima. LOL (PS- Acho que ando a ver Gato Fedorento a mais)
terça-feira, maio 22, 2007
I'd Wait for Life
Vou continuar o meu plano subtil de conversão dos meus amigos em fãs dos Take That. lol
O próximo single deles, segue a música Shine no album, e também agora faz um bom complemento. Uma balada sem ser chata e demasiado açucarada.
O próximo single deles, segue a música Shine no album, e também agora faz um bom complemento. Uma balada sem ser chata e demasiado açucarada.
quinta-feira, maio 03, 2007
Michael Bublé
O que posso dizer deste grande senhor? É dos poucos artistas do qual sei nada ou quase nada sobre a sua vida pessoal. Sei que tem mais ou menos a minha idade e que é canadiano. That's it.
O resto ouve-se na voz. E o que se ouve é muito e muito talento. Há cerca de dois anos, já o nome me tinha passado pelo ouvido, o que me fez ouvir o segundo album, chamado It's Time. Durante mais de dois meses ouvi o album sem parar, de trás para a frente e de frente para trás. Versões fabulosas de músicas dos Beatles, e grandes clássicos de Sinatra e afins. Imediatamente arranjei o primeiro album, chamado Michael Bublé, que apesar de ter excelentes músicas como Moondance e Fever, não me conseguiu agarrar do mesmo modo.
Finalmente, esta semana sai o 3o album, Call me Irresponsible, e já está em grande rotação na minha iPod. Mais um conjunto de convidados de primeira categoria como o Ivan Lins e os Boyz II Men, e classe. Muita classe.
O album It's time começava assim...
O resto ouve-se na voz. E o que se ouve é muito e muito talento. Há cerca de dois anos, já o nome me tinha passado pelo ouvido, o que me fez ouvir o segundo album, chamado It's Time. Durante mais de dois meses ouvi o album sem parar, de trás para a frente e de frente para trás. Versões fabulosas de músicas dos Beatles, e grandes clássicos de Sinatra e afins. Imediatamente arranjei o primeiro album, chamado Michael Bublé, que apesar de ter excelentes músicas como Moondance e Fever, não me conseguiu agarrar do mesmo modo.
Finalmente, esta semana sai o 3o album, Call me Irresponsible, e já está em grande rotação na minha iPod. Mais um conjunto de convidados de primeira categoria como o Ivan Lins e os Boyz II Men, e classe. Muita classe.
O album It's time começava assim...
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